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Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18

Após quase um mês de temporada, analisamos o impacto das principais aquisições de cada franquia e quais podem ter sido as "furadas" no mercado da NBA

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Victor Oladipo, Kyrie Irving e Carmelo Anthony tem se destacado em suas novas equipes (Fotos: AP, USA Today Sports e Getty Images)

Tudo bem que a temporada 2017-18 ainda está no começo e muita coisa ainda vai "rolar" até que chegue o mês de Abril e com ele os playoffs da NBA.

Temos astros que sequer estrearam ainda como o caso de Isaiah Thomas em Cleveland e outros que jogaram apenas alguns minutos, como Gordon Hayward em sua estreia em Boston.

Porém, já nos atrevemos a dar uma olhada no que já aconteceu para dizer quais foram as melhores e piores contratações de cada uma das 30 franquias para a temporada. Pelo menos até esse momento...

Atlanta Hawks

Melhor: escolha de John Collins no draft

Pior: saída de Paul Millsap

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
John Collins parte para enterrada sobre Nowitzki (Foto: Kevin Jairaj-USA TODAY Sports)

Atlanta Hawks entrou em modo "rebuild" de forma definitiva nessa temporada. Porém, não dá pra não considerar a saída de Millsap como uma grande perda.

Em contrapartida, o time conseguiu um ótimo achado ao escolher o ala-pivô John Collins na 19ª posição do draft de 2017. O jovem de 20 anos vem até aqui com médias de 10.5 pontos e 7.6 rebotes em 20.3 minutos em sua primeira temporada na liga. 

Boston Celtics

Melhor: chegada de Kyrie Irving,

Pior: saída de Avery Bradley

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Kyrie em ação contra os Hornets (Foto: clutchpoints.com)

O cartola Danny Ainge apostou alto ao fechar a troca com o Cleveland Cavaliers onde adquiriu o craque Kyrie Irving. Porém, a aposta até o momento deu muito certo. O Boston Celtics vem com uma campanha de 10 vitórias e 2 derrotas e Irving tem médias de 22 pontos, 5.7 assistências e 2.1 roubos de bola, assumindo o papel de protagonista no time - como ele queria - e conduzindo a equipe de Boston a 10 vitórias seguidas.

Só que para adequar sua folha salarial e poder receber os salários de Kyrie e Hayward, os Celtics tiveram que abrir mão de um dos jogadores mais identificados com a torcida, Avery Bradley.

Brooklyn Nets

Melhor: chegada de D´Angelo Russell

Pior: chegada de Timofey Mozgov

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
D´Angelo Russell faz bandeja diante dos Pacers (Foto: Andy Lyons/Getty Images)

Brooklyn Nets segue em sua saga para montar uma equipe competitiva, apesar de não ter escolhas de draft. E a chegada de Russell pode dar esperanças para o futuro. Afinal, o armador é jovem (apenas 21 anos) e vem com médias de 20.4 pontos e 5.6 assistências.

Porém, de "contrapeso" na troca por Russell, o time trouxe junto o campeão pelos Cavs Mozgov. O pivô é titular do time, mas não anima ninguém...

Charlotte Hornets

Melhor: chegada de Dwight Howard

Pior: chegada de Michael Carter-Williams

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Howard briga pelo rebote contra os Mavs (Foto: Streeter Lecka/Getty Images)

Ainda que esteja longe do pivô dominante que há foi no passado, não dá pra negar que as médias de duplo-duplo de Howard (15.2 pontos e 13.3 rebotes) são um ganho para os Hornets.

Já falando de MCW, o calouro do ano em 2014 chegou para ser o substituto de Kemba Walker, mas jogou apenas 2 jogos, com médias de 2 pontos, 2 rebotes e 2 assistências em 14 minutos.  

Chicago Bulls

Melhor: seleção de Lauri Markkanen

Pior: saída de Jimmy Butler

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Lauri Markkanen tem sua a única boa notícia em Chicago (Foto: sportingnews)

Chicago Bulls enfim virou a chave para a reconstrução e a principal movimentação nesse sentido foi a troca do craque Jimmy Butler. "Formado" no time, Butler se tornou um dos grandes nomes na NBA na atualidade.

Porém, na troca pelo All Star os Bulls receberam 3 jovens talentos. E ainda que Kris Dunn ainda seja inconstante e que Zach LaVine só estreie em janeiro, as atuações do calouro finlandês Lauri Markkanen tem sido bastante animadoras. O ala-pivô é o 2º entre os novatos em pontos (15.8) e rebotes (6.9) e suas 24 bolas de 3 até o momento o colocam na frente de nomes como Dirk NowiztkiKristaps Porzingis quando ambos tinham apenas 9 jogos na carreira.

Cleveland Cavaliers

Melhor: chegada de Jeff Green

Pior: chegada de Dwyane Wade

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Wade e Green tem atuado no 2º time dos Cavs (Foto: Gary Dineen/NBAE via Getty Images)

Isaiah Thomas só estreará em janeiro, Jae Crowder tem deixado a desejar e Derrick Rose tem se virado com uma lesão no tornozelo... Com isso o grande nome entre os reforços dos Cavs até o momento foi o primeiro a ser anunciado: Jeff Green. O ala jogou os 12 jogos do time até aqui e tem médias de 11 pontos por jogo em apenas 21.7 minutos, com aproveitamento de 51.1% nos arremessos, 34.8% nas bolas de 3 e 81% nos lances livres.

E para quem sentiu falta de Dwyane Wade no parágrafo acima, o veterano craque na verdade até o momento é a maior decepção desse novo time de Cleveland. Após começar como titular e ser mandado para o banco de reservas, D Wade ainda não encontrou seu espaço na rotação dos Cavs e até o momento tem médias de apenas 9 pontos em 22.5 minutos, com 41.7% nos arremessos e somente 21.4% nas bolas de 3...

Dallas Mavericks

Melhor: seleção de Dennis Smith Jr

Pior: chegada de Jeff Whittey

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Dennis Smith Jr encara marcação de Kemba Walker (Foto: Sam Sharpe-USA TODAY Sports)

Os Mavs conseguiram selecionar Dennis Smith Jr na 9ª posição do draft e estão apostando no jovem armador como o futuro da franquia. E apesar da inconstância natural para um novato, Smith tem correspondido com médias de 14.4 pontos e 4.9 assistências em 28.3 minutos.

Já Whittey chegou para a rotação do garrafão do time, mas a aposta do técnico Rick Carlisle no "small ball" com Nowitzki muitas vezes na posição 5 diminuiu o espaço para os pivôs em Dallas.

Denver Nuggets

Melhor: chegada de Paul Millsap

Pior: chegada de Trey Lyles

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Paul Millsap contra Kevin Durant (Foto: Cary Edmondson-USA TODAY Sports)

Millsap chegou para ser o All Star que faltava no jovem time dos Nuggets. E tem feito bem seu papel em um time que aposta muito no coletivo com médias de 15.5 pontos, 6.3 rebotes 2.8 assistências, 1 roubo e 1.2 tocos por jogo.

Nada contra o jovem Lyles, mas suas médias de 5.1 minutos não tem feito muita diferença na rotação do time do Colorado. 

Detroit Pistons

Melhor: chegada de Avery Bradley

Pior: saída de Aron Baynes

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Avery Bradley contra os Hornets (Foto: sportingnews.com)

Detroit Pistons aproveitou uma bela oportunidade do mercado ao conseguir contratar Avery Bradley. Afinal, Bradley foi uma evolução para cobrir a saída de Kentavius Caldwell-Pope e sua média de 16.1 pontos por jogo é a 2ª maior do time. Some-se a isso suas 1.5 roubadas de bola por partida e seu aproveitamento de 43.9% nos arremessos e 42% nas bolas de 3 e temos uma peça chave na campanha de 8 vitórias e 2 derrotas até aqui.

Não que seja algo que mude o time do patamar, mas Aron Baynes tem feito bons jogos em Boston e poderia estar ajudando o time dos Pìstons substituindo Andre Drummond.

Golden State Warriors

Melhor: tudo

Pior: nada

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Curry e Durant permanecem juntos para tentar formar uma dinastia (Foto: Ken Blaze-USA TODAY Sports-Action Images)

Simples assim...

Os Warriors mantiveram Stephen Curry, Kevin Durant, Andre Iguodala, Shaun Livingston, Zaza Pachulia, JaVale McGee, David West e ainda trouxeram Nick Young, Omri Casspi e o calouro Jordan Bell.

Como criticar o time que segue como a principal força da NBA e que já igualou a campanha de Houston no topo do Oeste???

Houston Rockets

Melhor: chegada de PJ Tucker

PiorChris Paul - CP3 aqui não entra como pior, mas como "desnecessário" até o momento

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
PJ Tucker pontua contra os Warriors (Foto: Noah Graham/NBAE via Getty Images)

Tucker é um jogador que "faz o trabalho sujo" e que se encaixou muito bem na enxuta rotação do técnico Mike D´Antoni, atuando muitas vezes na posição 4 no "small ball" do líder do Oeste.

E o pior, ou melhor, é que essa campanha está acontecendo sem a presença de Chris Paul, que se lesionou logo em sua estreia pelo time. Vamos ver como o Houston Rockets vai se comportar com a volta do veterano All Star

Indiana Pacers

Melhor: chegada de Victor Oladipo

Pior: saída de Paul George (????)

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Oladipo pode ser considerado a surpresa da temporada (Foto: hoopshype)

Oladipo sempre teve muito potencial, mas sua passagem por OKC não foi como esperada. Porém, em Indiana ele tem assumido o papel de protagonista e vem até o momento com médias de 22.8 pontos, 4.2 rebotes, 3.6 assistências e 1.3 roubos, com aproveitamento de 45.9% nos arremessos e 45.3% nas bolas de 3. Ótimos números que tem ajudado os Pacers na campanha de 5 vitórias e 7 derrotas até o momento.

E essa campanha é melhor até do que a do OKC Thunder no momento (4-7). Será então que Paul George não está fazendo tanta falta assim???

Los Angeles Clippers

Melhor: renovação de Blake Griffin

Pior: saída de Chris Paul

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Griffin agora é o "franchise player" dos Clippers (Foto: si.com)

Os Clippers estavam envoltos em dúvidas antes do começo dessa temporada e corriam o risco de perder suas 2 principais estrelas: Blake Griffin e Chris Paul.

Paul realmente optou por novos rumos e foi para Houston. Obviamente é um perda grande não contar com o armador que conduziu o time nos melhores anos da franquia.

Porém, Griffin renovou por 5 anos e segue como referência do time que o draftou com médias até o momento de 22.8 pontos, 8.5 rebotes, 4.5 assistências, 47.8% nos arremessos e 40.4% nas bolas de 3, liderando o time em reconstrução em uma campanha de 5 vitórias e 5 derrotas até o momento.

Los Angeles Lakers

Melhor: seleção de Kyle Kuzma

Pior: seleção de Lonzo Ball

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Ball e Kuzma: os calouros dos Lakers tem dado o que falar (Foto: Jayne Kamin-Oncea-USA TODAY Sports)

Os Lakers tiveram novamente a 2ª posição no draft e com ela selecionaram o tão falado Lonzo Ball. Porém, apesar das médias de 8.9 pontos, 6.9 rebotes e 6.4 assistências do armador, seu aproveitamento nos arremessos tem sido péssimo nesse começo de temporada (29.2% no geral, 22% nas bolas de 3 e 50% nos lances livres, as piores marcas entre os jogador com pelo menos 12 arremessos tentados por partida) tem feito muita gente questionar se ele de fato pode ser "o futuro" da franquia mais famosa de LA.

Em compensação, a escolha de Kyle Kuzma na 27ª posição pode ter sido o maior "achado" do draft de 2017. Afinal, o ala-pivô já foi até alçado ao time titular após a lesão de Larry Nance Jr e tem até aqui médias de 14.8 pontos (a 3ª maior entre os novatos) e 6.5 rebotes, com aproveitamento de 52.2% nos arremessos, 30.2% nas bolas de 3 e 81.5% nos lances livres. 

Memphis Grizzlies

Melhor: chegada de Tyreke Evans

Pior: saídas de Zach Randolph e Tony Allen

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Evans tem sido a "arma secreta" dos Grizzlies (Foto: Getty Images.NBA.com)

Evans foi o calouro do ano em 2010 e parece estar encontrando o melhor de sua forma agora em Memphis, onde assumiu o papel de sexto home do time e tem tido médias de 17.5 pontos, 49.3% nos arremessos e 43.1% nas bolas de. É o 3º cestinha do time, atrás apenas dos craques Marc Gasol e Mike Conley.

Menos pelo que fazem em quadra, mas mais pelo que representam, mas não dá pra "sentir" as saídas de Randolph e Allen de Memphis. Afinal, ambos ajudaram a construir o "espírito" da franquia. E a prova disso foi o anúncio de que ambos terão seus números aposentados pelos Grizzlies.

Miami Heat

Melhor: chegada de Kelly Olynyk

Pior: seleção de Bam Adebayo

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Olynyk disputa rebote contra os Spurs (Foto: Mike Ehrmann/Getty Images)

Olynyk chegou de Boston e assumiu o posto de reserva imediato de Hassan Whiteside. Hoje ele é o 5º cestinha do time do Heat com médias de 10.3 pontos e 6.1 rebotes em 20.4 minutos por noite.

Com isso quem não tem tido muito espaço é o calouro Adebayo. Muito bem na "Summer League", o jovem tem até agora sido limitado a 14 minutos por noite, com médias de 3.8 pontos e 4.4 rebotes.

Milwaukee Bucks

Melhor: chegada de Eric Bledsoe

Pior: nada

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Bledsoe acabou "caindo no colo" dos Bucks, que não deixaram a oportunidade passar (Foto: twitter Bucks)

Os Bucks não foram muito atuantes no mercado na "off season" e caso não tivessem contratado Eric Bledsoe nessa semana poderiam passam em branco nessa análise.

Porém, essa "cartada" do time de Milwaukee tem tudo para dar certo...

Resta saber se como o armador vai se encaixar na rotação do técnico Jason Kidd, ao lado de Giannis Antetokounmpo.

Minnesota Timberwolves

Melhor: renovação Andrew Wiggins

Pior: nada

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Butler tem se colocado como "mentor" do jovem Wiggins (Foto: nba.com)

A grande contratação dos Wolves na "off season" foi Jimmy Butler. Porém, o ex-astro do Chicago Bulls tem tido números discretos em Minnesota (14.7 pontos, 5 rebotes e 4.1 assistências), o que é normal tendo que dividir os ataques com os jovens Karl-Anthony Towns e Andrew Wiggins.

E é justamente a renovação do contrato de Wiggins por 5 anos que pode ser considerada a grande movimentação do time de Mineápolis na temporada. Afinal, ele ainda apenas 22 anos e segue sendo a aposta para o futuro da franquia.

Os Wolves apostaram, renovaram todo o elenco e até o momento não tem que lamentar as saídas de nomes como Ricky Rubio e Zach LaVine, antidos titulares do time.

New Orleans Pelicans

Melhor: renovação de Jrue Holiday

Pior: "aposta" em Rajon Rondo

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Rondo está fora de ação desde a pré-temporada (Foto: Derick E. Hingle-USA TODAY Sports)

Os Pelicans seguem com seu jogo baseado na dupla de pivô Anthony Davis e DeMarcus Cousins. E ambos tem correspondido com médias combinadas de 55.7 pontos e 26.1 rebotes.

E o terceiro cestinha do time segue sendo Jrue Holiday, que renovou na "off season" com o time de Nova Orleans por 5 anos. Suas médias são até aqui de 14.9 pontos, 6.5 assistências e 5.1 rebotes.

Porém, a dúvida fica sobre a entrada de Rajon Rondo no time, quando ele estiver recuperado de lesão. Como será que o veterano se comportará ao lado de Holiday na armação dos Pelicans?

New York Knicks

Melhor: saída de Carmelo Anthony

Pior: saída de Carmelo Anthony

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Melo passou o bastão de líder dos Knicks para Porzingis (Foto: CBS Sports)

Os Knicks enfim viraram a página e decidiram seguir em frente sem Carmelo Anthony.

E o time parece que tem se adaptado bem à nova realidade e à liderança do jovem Kristaps Porzingis, estando no 6º lugar do Leste com 6 vitórias e 5 derrotas até o momento.

Porém, abrir mão de uma estrela e em troca receber apenas Enes Kanter e Doug McDermott parece ser ainda muito pouco... 

Oklahoma City Thunder

Melhor: chegada de Carmelo Anthony

Pior: chegada de Patrick Patterson

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Carmelo Anthony contra Damian Lillard (Foto: sportingnews.com)

O time do Thunder ainda não se encontrou na temporada e até o momento tem uma campanha de apenas 4 vitórias e 7 derrotas. Porém, se alguém tem se mostrado à vontade em OKC esse alguém é Carmelo Anthony.

O ex-craque dos Knicks tem mostrado que reencontrou a alegria de jogar e suas médias até o momento são de 20.8 pontos, 5.7 rebotes, 42.4% nos arremessos, 36.4% nas bolas de 3 e 81.3% nos lances livres.

No entanto, para receber Melo e Paul George o Thunder acabou abrindo mão de muitas outras peças que não conseguiu repor à altura. Além disso, algumas negociações ocorreram antes de Sam Presti conseguir suas novas estrelas e podem ter saído caras demais, como, por exemplo, a contratação de Patrick Patterson por 3 anos e 16.4 milhões de dólares.

Vamos ver quanto tempo George e o Thunder ainda demoram para engrenar. Se é que vão engrenar...

Orlando Magic

Melhor: chegada de Jonathon Simmons 

Pior: nada

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Simmons tem comandado o banco do Magic que já venceu Cavs e Spurs (Foto: Phelan M. Ebenhack, Associated Press)

Orlando Magic tem surpreendido muita gente e, após ter liderado a Conferência, ainda é o 3º do Leste com 7 vitórias e 4 derrotas. E um dos diferenciais do time para essa temporada tem sido a contribuição de Jonathon Simmons, vindo do banco de reservas. O ex-jogador do San Antonio Spurs é o 4º cestinha do time com médias de 14.7 pontos, 52.3% nos arremessos e 40% nas bolas de 3 em 25 minutos.

E se considerarmos as pretensões do time da Flórida, podemos dizer que suas ações na "off season" foram o mais acertadas possível.

Philadelphia 76ers

Melhor: chegada de JJ Redick

Pior: seleção de Markelle Fultz

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Redick foi decisivo na vitória diante dos Pacers (Foto: NBC Sports)

Philadelphia 76ers conseguiu o feito inédito de estrear ao mesmo tempos 2 jogadores que foram a 1ª escolha de seus respectivos drafts com Ben Simmons e Markelle Fultz.

Porém, o que ambos mostraram até aqui foi muito diferente. Enquanto Simmons tem médias de 17.8 pontos, 9.4 rebotes e 7.8 assistências e caminha a passos largos para ser escolhido o Calouro do Ano, Fultz sofreu com uma lesão no ombro e atuou em apenas 4 jogos com médias de 6 pontos, 33.3% nos arremessos e 50% nos lances livres em 19 minutos.

Será que toda a expectativa sobre ele foi em vão ou será que os Sixers, após pouparem outros calouros, como o próprio Simmons, Joel Embiid e Nerles Noel por temporadas inteiras, erraram por colocar Fultz em quadra lesionado?

Isso o tempo dirá.

Como aspecto positivo cabe citar a chegada do veterano "gatilho" JJ Redick que tem cumprido seu papel e até aqui tem médias de 15.4 pontos, 43.9% nos arremessos, 42.4% nas bolas de 3 e 93% nos lances livres.

Phoenix Suns

Melhor: contratação do calouro Mike James

Pior: saída de Eric Bledsoe

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Mike James deixa pra trás o brasileiro Raulzinho (Foto: NBA.com)

Mike James chegou à NBA aos 27 anos após rodar pela Europa. E o armador aproveitou as ausências de Brandon Knight e Eric Bledsoe para conseguir minutos na rotação do time de Phoenix e tem apresentado boas médias (12.3 pontos, 4 assistências, 38.6% nos arremessos e 35.7% nas bolas de 3 em 24.4 minutos).

E falando em Bledsoe, não dá pra criticar a forma com que os Suns perderam mais um armador... Após Gordan Dragic e Isaiah Thomas, agora foi Bledsoe que saiu de forma conturbada da franquia do Arizona, que em troca conseguiu apenas Greg Monroe, para uma rotação que já conta com ouros 5 jogadores para as posições 4 e 5...

Portland Trail Blazers

Melhor: saída de Allen Crabbe

Pior: saída de Allen Crabbe

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Blazers apostaram apenas na manutenção do trio Lillard, Nurkic e McCollum (Foto: Sam Forencich/Getty Images)

Portland Trail Blazers apostou na manutenção de seu elenco e no fortalecimento do núcleo formado por Damian LillardCJ McCollum e Jusuf Nurkic. Com isso era necessário aliviar as contas, já que na última "off season" os Blazers ultrapassaram o teto salarial da liga.

E a opção para isso foi enviar Allen Crabbe para os Nets, em um movimento acertado financeiramente.

Porém, a saída de Crabbe reduziu as alternativas do elenco, já que o ala foi titular do time de Portland nas 3 últimas temporadas e em 2016-17 teve médias de 10.7 pontos, 46.8% nos arremessos e 44.4% nas bolas de 3.

Sacramento Kings

Melhor: seleção de De´Aaron Fox

Pior: chegada de George Hill

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
De´Aaron Fox assumiu a vaga de titular nos Kings e conseguiu sua primeira cesta da vitória contra os Sixers (Foto: NBC Sports)

Na última temporada os Kings trocaram DeMarcus Cousins e passaram a apostar no futuro e em um time repleto de jovens talentos. E a última peça em destaque desse quebra-cabeça é o armador De´Aaron Fox, o 5º escolhido no último dtaft. O camisa 5 vem com médias de 12.3 pontos e 5.5 assistências em 27 minutos.

Já o veterano Hill chegou para ser um dos líderes da "molecada", ao lado de Zach Randolph e Vince Carter. Porém, após sua melhor temporada em pontos na carreira (16.9, pelo Jazz), o armador tem conseguido apenas 7.8 pontos em 26.2 minutos.

San Antonio Spurs

Melhor: chegada de Rudy Gay

Pior: nada

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Rudy Gay tem aproveitado o espaço na ausência de Kawhi Leonard (Foto: AP Photo/Ronald Cortes)

O San Antonio Spurs segue atuando com precisão no mercado, como tem sido comum nos últimos 20 anos na liga. E nessa temporada a chegada de Rudy Gay parece ter sido mais um acerto do time do Texas. O camisa 22 vem sendo o 2º cestinha do time, na ausência de Kawhi Leonard, com 13.5 pontos em 23.2 minutos.

Além disso, os Spurs mantiveram os experientes Pau Gasol, Patty MillsManu Ginobili, e ainda assinaram uma extensão contratual com LaMarcus Aldridge. 

Toronto Raptors

Melhor: renovação de Kyle Lowry

Pior: saída de Cory Joseph

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Cory Joseph deixou o Canadá rumo à Indiana (Foto: Duane Burleson - AP Photo)

Kyle Lowry queria um contrato máximo nessa "off season". Porém, o All Star não recebeu nenhuma oferta nesse sentido e os Raptors acabaram renovando com ele por 3 anos e 100 milhões de dólares, no que poderia ser considerado uma "pechincha". 

Dessa forma, ainda que o camisa 7 venha deixando a desejar nessa temporada (apenas 12.9 pontos contra os 22.4 em 2016-17), podemos dizer que a permanência de Lowry tenha sido a melhor movimentação do time canadense.

Só que o time de Toronto acabou perdendo seu principal reserva para a armação com a saída de Cory Joseph para Indiana. Com isso o jovem Delon Wright acabou conquistando mais espaço, mas a experiência do canadense Joseph pode fazer falta, especialmente nos playoffs.  

Utah Jazz

Melhor: chegada de Ricky Rubio

Pior: saída de Gordon Hayward

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Rubo vem com sua melhor temporada em pontuação na NBA (Foto: AP Photo/Chris Carlson)

Utah Jazz tentou o que estava a seu alcance para tentar manter seu craque Gordon Hayward em Salt Lake City. Porém, o ala acabou optando em ir para Boston e se juntar ao seu técnico na universidade de Butler Brad Stevens.

Ou seja, a pior transação do Jazz não foi escolha do time, mas de sua antiga estrela.

E uma das tentativas de reforçar o time para manter Hayward tem dado certo. Afinal, o espanhol Ricky Rubio chegou à Utah e, ainda que venha com sua menor marca de assistências na carreira (6 contra uma média de 8.4 em 6 temporadas pelos Wolves), vem conseguindo seu recorde de pontos (15.8).

Washington Wizards

Melhor: extensão contratual de John Wall

Pior: saída de Bojan Bogdanovic

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John Wall doutrinou Lonzo Ball no duelo contra o calouro dos Lakers (Foto: Getty Images - USA Today Sports)

Os Wizards confiaram no elenco já montado ao redor de John Wall e Bradley Beal para seguir brilhando no topo do Leste. E para isso mantiveram o agente livre restrito Otto Porter Jr, além de assinarem uma renovação pelo contrato máximo com o craque Wall.

Porém, o banco do time pode continuar sendo seu calcanhar de Aquiles e o nome que pode fazer mais falta na rotação do técnico Scott Brooks é o croata Bogdanovic, que foi para os Pacers.

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Sobre o Autor:

André C. Rocha

André C. Rocha

Apaixonado pela NBA desde que viu o Dream Team em 92, torcedor do Bulls e defensor da tese de que "73 não vale nada sem um título". Desde de 2014 tem um tumblr sobe esportes e que tem como assunto principal o basquete: http://entrequatrolinhas.tumblr.com

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