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Sobre o Autor:

André C. Rocha

André C. Rocha

Apaixonado pela NBA desde que viu o Dream Team em 92, torcedor do Bulls e defensor da tese de que "73 não vale nada sem um título". Desde de 2014 tem um tumblr sobe esportes e que tem como assunto principal o basquete: http://entrequatrolinhas.tumblr.com

James Harden é o líder em pontos e assistências na temporada 2017-18 da NBA e pode fazer história

Após quase 1/4 da temporada da NBA, James Harden lidera a liga em pontos e assistências. Caso siga assim até abril, igualará Nate Archibald em 1972-73

POR André C. Rocha dia
James Harden é o líder em pontos e assistências na temporada 2017-18 da NBA e pode fazer história
James Harden lidera a NBA em pontos e assistências na temporada 2017-18 (Foto: sportingnews.com)

A temporada 2016-17 da NBA viu Russell Westbrook fazer história e se tornar o 2° jogador a terminar uma temporada regular com média de triplo duplo, igualando o feito de Oscar Robertson na temporada 1961-62. Westbrook ainda quebrou um recorde do "Big O" ao conseguir a marca de 42 triplos duplos em uma temporada.

E agora quem pode fazer história e igualar um feito que a NBA não vê desde 1973 é o 2° colocado na corrida para MVP em 2017-18, justamente atrás de Westbrook, James Harden.

Afinal, o craque do Houston Rockets lidera a NBA em pontos e em assistências após os primeiros 19 jogos na temporada. O Barba tem médias de 31.4 pontos e 9.8 assistências e surge como principal candidato ao Prêmio de MVP em 2018, liderando os Rockets a uma campanha de 15 vitórias e 4 derrotas - a melhor do Oeste e segunda melhor da liga.

Caso Harden consiga seguir liderando a NBA em pontos e assistências até o final da temporada regular em meados de abril será apenas a 2a vez na história que isso acontecerá.

A primeira foi na temporada 1972-73, quando Nate "Tiny" Archibald, do Kansas City-Omaha Kings acabou a temporada com médias de 34 pontos e 11.4 assistências em 46 minutos - todas suas maiores marcas na carreira, sendo o principal cestinha e também o principal passador da NBA.

Veja Archibald em ação:

Archibald é um dos 4 jogadores em todos os tempos a ter uma temporada com pelo menos 25 pontos e 10 assistências em uma temporada. Os outros 3 são Michael Adams (26.5 pontos e 10.5 assistências em 1990-91 com a camisa dos Nuggets), Oscar Robertson (absurdas 5 vezes) e Russell Westbrook (31.6 pontos e 10.4 assistências, além de 10.7 rebotes, em 2016-17).

Será que Harden chega lá?

Até aqui ele já levou por 2 vezes o prêmio de melhor jogador da semana na Conferência Oeste e tem nos brindado com lindas jogadas e atuações como essa:

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18

Após quase um mês de temporada, analisamos o impacto das principais aquisições de cada franquia e quais podem ter sido as "furadas" no mercado da NBA

POR André C. Rocha dia
Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Victor Oladipo, Kyrie Irving e Carmelo Anthony tem se destacado em suas novas equipes (Fotos: AP, USA Today Sports e Getty Images)

Tudo bem que a temporada 2017-18 ainda está no começo e muita coisa ainda vai "rolar" até que chegue o mês de Abril e com ele os playoffs da NBA.

Temos astros que sequer estrearam ainda como o caso de Isaiah Thomas em Cleveland e outros que jogaram apenas alguns minutos, como Gordon Hayward em sua estreia em Boston.

Porém, já nos atrevemos a dar uma olhada no que já aconteceu para dizer quais foram as melhores e piores contratações de cada uma das 30 franquias para a temporada. Pelo menos até esse momento...

Atlanta Hawks

Melhor: escolha de John Collins no draft

Pior: saída de Paul Millsap

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
John Collins parte para enterrada sobre Nowitzki (Foto: Kevin Jairaj-USA TODAY Sports)

Atlanta Hawks entrou em modo "rebuild" de forma definitiva nessa temporada. Porém, não dá pra não considerar a saída de Millsap como uma grande perda.

Em contrapartida, o time conseguiu um ótimo achado ao escolher o ala-pivô John Collins na 19ª posição do draft de 2017. O jovem de 20 anos vem até aqui com médias de 10.5 pontos e 7.6 rebotes em 20.3 minutos em sua primeira temporada na liga. 

Boston Celtics

Melhor: chegada de Kyrie Irving,

Pior: saída de Avery Bradley

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Kyrie em ação contra os Hornets (Foto: clutchpoints.com)

O cartola Danny Ainge apostou alto ao fechar a troca com o Cleveland Cavaliers onde adquiriu o craque Kyrie Irving. Porém, a aposta até o momento deu muito certo. O Boston Celtics vem com uma campanha de 10 vitórias e 2 derrotas e Irving tem médias de 22 pontos, 5.7 assistências e 2.1 roubos de bola, assumindo o papel de protagonista no time - como ele queria - e conduzindo a equipe de Boston a 10 vitórias seguidas.

Só que para adequar sua folha salarial e poder receber os salários de Kyrie e Hayward, os Celtics tiveram que abrir mão de um dos jogadores mais identificados com a torcida, Avery Bradley.

Brooklyn Nets

Melhor: chegada de D´Angelo Russell

Pior: chegada de Timofey Mozgov

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
D´Angelo Russell faz bandeja diante dos Pacers (Foto: Andy Lyons/Getty Images)

Brooklyn Nets segue em sua saga para montar uma equipe competitiva, apesar de não ter escolhas de draft. E a chegada de Russell pode dar esperanças para o futuro. Afinal, o armador é jovem (apenas 21 anos) e vem com médias de 20.4 pontos e 5.6 assistências.

Porém, de "contrapeso" na troca por Russell, o time trouxe junto o campeão pelos Cavs Mozgov. O pivô é titular do time, mas não anima ninguém...

Charlotte Hornets

Melhor: chegada de Dwight Howard

Pior: chegada de Michael Carter-Williams

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Howard briga pelo rebote contra os Mavs (Foto: Streeter Lecka/Getty Images)

Ainda que esteja longe do pivô dominante que há foi no passado, não dá pra negar que as médias de duplo-duplo de Howard (15.2 pontos e 13.3 rebotes) são um ganho para os Hornets.

Já falando de MCW, o calouro do ano em 2014 chegou para ser o substituto de Kemba Walker, mas jogou apenas 2 jogos, com médias de 2 pontos, 2 rebotes e 2 assistências em 14 minutos.  

Chicago Bulls

Melhor: seleção de Lauri Markkanen

Pior: saída de Jimmy Butler

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Lauri Markkanen tem sua a única boa notícia em Chicago (Foto: sportingnews)

Chicago Bulls enfim virou a chave para a reconstrução e a principal movimentação nesse sentido foi a troca do craque Jimmy Butler. "Formado" no time, Butler se tornou um dos grandes nomes na NBA na atualidade.

Porém, na troca pelo All Star os Bulls receberam 3 jovens talentos. E ainda que Kris Dunn ainda seja inconstante e que Zach LaVine só estreie em janeiro, as atuações do calouro finlandês Lauri Markkanen tem sido bastante animadoras. O ala-pivô é o 2º entre os novatos em pontos (15.8) e rebotes (6.9) e suas 24 bolas de 3 até o momento o colocam na frente de nomes como Dirk NowiztkiKristaps Porzingis quando ambos tinham apenas 9 jogos na carreira.

Cleveland Cavaliers

Melhor: chegada de Jeff Green

Pior: chegada de Dwyane Wade

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Wade e Green tem atuado no 2º time dos Cavs (Foto: Gary Dineen/NBAE via Getty Images)

Isaiah Thomas só estreará em janeiro, Jae Crowder tem deixado a desejar e Derrick Rose tem se virado com uma lesão no tornozelo... Com isso o grande nome entre os reforços dos Cavs até o momento foi o primeiro a ser anunciado: Jeff Green. O ala jogou os 12 jogos do time até aqui e tem médias de 11 pontos por jogo em apenas 21.7 minutos, com aproveitamento de 51.1% nos arremessos, 34.8% nas bolas de 3 e 81% nos lances livres.

E para quem sentiu falta de Dwyane Wade no parágrafo acima, o veterano craque na verdade até o momento é a maior decepção desse novo time de Cleveland. Após começar como titular e ser mandado para o banco de reservas, D Wade ainda não encontrou seu espaço na rotação dos Cavs e até o momento tem médias de apenas 9 pontos em 22.5 minutos, com 41.7% nos arremessos e somente 21.4% nas bolas de 3...

Dallas Mavericks

Melhor: seleção de Dennis Smith Jr

Pior: chegada de Jeff Whittey

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Dennis Smith Jr encara marcação de Kemba Walker (Foto: Sam Sharpe-USA TODAY Sports)

Os Mavs conseguiram selecionar Dennis Smith Jr na 9ª posição do draft e estão apostando no jovem armador como o futuro da franquia. E apesar da inconstância natural para um novato, Smith tem correspondido com médias de 14.4 pontos e 4.9 assistências em 28.3 minutos.

Já Whittey chegou para a rotação do garrafão do time, mas a aposta do técnico Rick Carlisle no "small ball" com Nowitzki muitas vezes na posição 5 diminuiu o espaço para os pivôs em Dallas.

Denver Nuggets

Melhor: chegada de Paul Millsap

Pior: chegada de Trey Lyles

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Paul Millsap contra Kevin Durant (Foto: Cary Edmondson-USA TODAY Sports)

Millsap chegou para ser o All Star que faltava no jovem time dos Nuggets. E tem feito bem seu papel em um time que aposta muito no coletivo com médias de 15.5 pontos, 6.3 rebotes 2.8 assistências, 1 roubo e 1.2 tocos por jogo.

Nada contra o jovem Lyles, mas suas médias de 5.1 minutos não tem feito muita diferença na rotação do time do Colorado. 

Detroit Pistons

Melhor: chegada de Avery Bradley

Pior: saída de Aron Baynes

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Avery Bradley contra os Hornets (Foto: sportingnews.com)

Detroit Pistons aproveitou uma bela oportunidade do mercado ao conseguir contratar Avery Bradley. Afinal, Bradley foi uma evolução para cobrir a saída de Kentavius Caldwell-Pope e sua média de 16.1 pontos por jogo é a 2ª maior do time. Some-se a isso suas 1.5 roubadas de bola por partida e seu aproveitamento de 43.9% nos arremessos e 42% nas bolas de 3 e temos uma peça chave na campanha de 8 vitórias e 2 derrotas até aqui.

Não que seja algo que mude o time do patamar, mas Aron Baynes tem feito bons jogos em Boston e poderia estar ajudando o time dos Pìstons substituindo Andre Drummond.

Golden State Warriors

Melhor: tudo

Pior: nada

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Curry e Durant permanecem juntos para tentar formar uma dinastia (Foto: Ken Blaze-USA TODAY Sports-Action Images)

Simples assim...

Os Warriors mantiveram Stephen Curry, Kevin Durant, Andre Iguodala, Shaun Livingston, Zaza Pachulia, JaVale McGee, David West e ainda trouxeram Nick Young, Omri Casspi e o calouro Jordan Bell.

Como criticar o time que segue como a principal força da NBA e que já igualou a campanha de Houston no topo do Oeste???

Houston Rockets

Melhor: chegada de PJ Tucker

PiorChris Paul - CP3 aqui não entra como pior, mas como "desnecessário" até o momento

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
PJ Tucker pontua contra os Warriors (Foto: Noah Graham/NBAE via Getty Images)

Tucker é um jogador que "faz o trabalho sujo" e que se encaixou muito bem na enxuta rotação do técnico Mike D´Antoni, atuando muitas vezes na posição 4 no "small ball" do líder do Oeste.

E o pior, ou melhor, é que essa campanha está acontecendo sem a presença de Chris Paul, que se lesionou logo em sua estreia pelo time. Vamos ver como o Houston Rockets vai se comportar com a volta do veterano All Star

Indiana Pacers

Melhor: chegada de Victor Oladipo

Pior: saída de Paul George (????)

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Oladipo pode ser considerado a surpresa da temporada (Foto: hoopshype)

Oladipo sempre teve muito potencial, mas sua passagem por OKC não foi como esperada. Porém, em Indiana ele tem assumido o papel de protagonista e vem até o momento com médias de 22.8 pontos, 4.2 rebotes, 3.6 assistências e 1.3 roubos, com aproveitamento de 45.9% nos arremessos e 45.3% nas bolas de 3. Ótimos números que tem ajudado os Pacers na campanha de 5 vitórias e 7 derrotas até o momento.

E essa campanha é melhor até do que a do OKC Thunder no momento (4-7). Será então que Paul George não está fazendo tanta falta assim???

Los Angeles Clippers

Melhor: renovação de Blake Griffin

Pior: saída de Chris Paul

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Griffin agora é o "franchise player" dos Clippers (Foto: si.com)

Os Clippers estavam envoltos em dúvidas antes do começo dessa temporada e corriam o risco de perder suas 2 principais estrelas: Blake Griffin e Chris Paul.

Paul realmente optou por novos rumos e foi para Houston. Obviamente é um perda grande não contar com o armador que conduziu o time nos melhores anos da franquia.

Porém, Griffin renovou por 5 anos e segue como referência do time que o draftou com médias até o momento de 22.8 pontos, 8.5 rebotes, 4.5 assistências, 47.8% nos arremessos e 40.4% nas bolas de 3, liderando o time em reconstrução em uma campanha de 5 vitórias e 5 derrotas até o momento.

Los Angeles Lakers

Melhor: seleção de Kyle Kuzma

Pior: seleção de Lonzo Ball

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Ball e Kuzma: os calouros dos Lakers tem dado o que falar (Foto: Jayne Kamin-Oncea-USA TODAY Sports)

Os Lakers tiveram novamente a 2ª posição no draft e com ela selecionaram o tão falado Lonzo Ball. Porém, apesar das médias de 8.9 pontos, 6.9 rebotes e 6.4 assistências do armador, seu aproveitamento nos arremessos tem sido péssimo nesse começo de temporada (29.2% no geral, 22% nas bolas de 3 e 50% nos lances livres, as piores marcas entre os jogador com pelo menos 12 arremessos tentados por partida) tem feito muita gente questionar se ele de fato pode ser "o futuro" da franquia mais famosa de LA.

Em compensação, a escolha de Kyle Kuzma na 27ª posição pode ter sido o maior "achado" do draft de 2017. Afinal, o ala-pivô já foi até alçado ao time titular após a lesão de Larry Nance Jr e tem até aqui médias de 14.8 pontos (a 3ª maior entre os novatos) e 6.5 rebotes, com aproveitamento de 52.2% nos arremessos, 30.2% nas bolas de 3 e 81.5% nos lances livres. 

Memphis Grizzlies

Melhor: chegada de Tyreke Evans

Pior: saídas de Zach Randolph e Tony Allen

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Evans tem sido a "arma secreta" dos Grizzlies (Foto: Getty Images.NBA.com)

Evans foi o calouro do ano em 2010 e parece estar encontrando o melhor de sua forma agora em Memphis, onde assumiu o papel de sexto home do time e tem tido médias de 17.5 pontos, 49.3% nos arremessos e 43.1% nas bolas de. É o 3º cestinha do time, atrás apenas dos craques Marc Gasol e Mike Conley.

Menos pelo que fazem em quadra, mas mais pelo que representam, mas não dá pra "sentir" as saídas de Randolph e Allen de Memphis. Afinal, ambos ajudaram a construir o "espírito" da franquia. E a prova disso foi o anúncio de que ambos terão seus números aposentados pelos Grizzlies.

Miami Heat

Melhor: chegada de Kelly Olynyk

Pior: seleção de Bam Adebayo

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Olynyk disputa rebote contra os Spurs (Foto: Mike Ehrmann/Getty Images)

Olynyk chegou de Boston e assumiu o posto de reserva imediato de Hassan Whiteside. Hoje ele é o 5º cestinha do time do Heat com médias de 10.3 pontos e 6.1 rebotes em 20.4 minutos por noite.

Com isso quem não tem tido muito espaço é o calouro Adebayo. Muito bem na "Summer League", o jovem tem até agora sido limitado a 14 minutos por noite, com médias de 3.8 pontos e 4.4 rebotes.

Milwaukee Bucks

Melhor: chegada de Eric Bledsoe

Pior: nada

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Bledsoe acabou "caindo no colo" dos Bucks, que não deixaram a oportunidade passar (Foto: twitter Bucks)

Os Bucks não foram muito atuantes no mercado na "off season" e caso não tivessem contratado Eric Bledsoe nessa semana poderiam passam em branco nessa análise.

Porém, essa "cartada" do time de Milwaukee tem tudo para dar certo...

Resta saber se como o armador vai se encaixar na rotação do técnico Jason Kidd, ao lado de Giannis Antetokounmpo.

Minnesota Timberwolves

Melhor: renovação Andrew Wiggins

Pior: nada

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Butler tem se colocado como "mentor" do jovem Wiggins (Foto: nba.com)

A grande contratação dos Wolves na "off season" foi Jimmy Butler. Porém, o ex-astro do Chicago Bulls tem tido números discretos em Minnesota (14.7 pontos, 5 rebotes e 4.1 assistências), o que é normal tendo que dividir os ataques com os jovens Karl-Anthony Towns e Andrew Wiggins.

E é justamente a renovação do contrato de Wiggins por 5 anos que pode ser considerada a grande movimentação do time de Mineápolis na temporada. Afinal, ele ainda apenas 22 anos e segue sendo a aposta para o futuro da franquia.

Os Wolves apostaram, renovaram todo o elenco e até o momento não tem que lamentar as saídas de nomes como Ricky Rubio e Zach LaVine, antidos titulares do time.

New Orleans Pelicans

Melhor: renovação de Jrue Holiday

Pior: "aposta" em Rajon Rondo

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Rondo está fora de ação desde a pré-temporada (Foto: Derick E. Hingle-USA TODAY Sports)

Os Pelicans seguem com seu jogo baseado na dupla de pivô Anthony Davis e DeMarcus Cousins. E ambos tem correspondido com médias combinadas de 55.7 pontos e 26.1 rebotes.

E o terceiro cestinha do time segue sendo Jrue Holiday, que renovou na "off season" com o time de Nova Orleans por 5 anos. Suas médias são até aqui de 14.9 pontos, 6.5 assistências e 5.1 rebotes.

Porém, a dúvida fica sobre a entrada de Rajon Rondo no time, quando ele estiver recuperado de lesão. Como será que o veterano se comportará ao lado de Holiday na armação dos Pelicans?

New York Knicks

Melhor: saída de Carmelo Anthony

Pior: saída de Carmelo Anthony

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Melo passou o bastão de líder dos Knicks para Porzingis (Foto: CBS Sports)

Os Knicks enfim viraram a página e decidiram seguir em frente sem Carmelo Anthony.

E o time parece que tem se adaptado bem à nova realidade e à liderança do jovem Kristaps Porzingis, estando no 6º lugar do Leste com 6 vitórias e 5 derrotas até o momento.

Porém, abrir mão de uma estrela e em troca receber apenas Enes Kanter e Doug McDermott parece ser ainda muito pouco... 

Oklahoma City Thunder

Melhor: chegada de Carmelo Anthony

Pior: chegada de Patrick Patterson

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Carmelo Anthony contra Damian Lillard (Foto: sportingnews.com)

O time do Thunder ainda não se encontrou na temporada e até o momento tem uma campanha de apenas 4 vitórias e 7 derrotas. Porém, se alguém tem se mostrado à vontade em OKC esse alguém é Carmelo Anthony.

O ex-craque dos Knicks tem mostrado que reencontrou a alegria de jogar e suas médias até o momento são de 20.8 pontos, 5.7 rebotes, 42.4% nos arremessos, 36.4% nas bolas de 3 e 81.3% nos lances livres.

No entanto, para receber Melo e Paul George o Thunder acabou abrindo mão de muitas outras peças que não conseguiu repor à altura. Além disso, algumas negociações ocorreram antes de Sam Presti conseguir suas novas estrelas e podem ter saído caras demais, como, por exemplo, a contratação de Patrick Patterson por 3 anos e 16.4 milhões de dólares.

Vamos ver quanto tempo George e o Thunder ainda demoram para engrenar. Se é que vão engrenar...

Orlando Magic

Melhor: chegada de Jonathon Simmons 

Pior: nada

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Simmons tem comandado o banco do Magic que já venceu Cavs e Spurs (Foto: Phelan M. Ebenhack, Associated Press)

Orlando Magic tem surpreendido muita gente e, após ter liderado a Conferência, ainda é o 3º do Leste com 7 vitórias e 4 derrotas. E um dos diferenciais do time para essa temporada tem sido a contribuição de Jonathon Simmons, vindo do banco de reservas. O ex-jogador do San Antonio Spurs é o 4º cestinha do time com médias de 14.7 pontos, 52.3% nos arremessos e 40% nas bolas de 3 em 25 minutos.

E se considerarmos as pretensões do time da Flórida, podemos dizer que suas ações na "off season" foram o mais acertadas possível.

Philadelphia 76ers

Melhor: chegada de JJ Redick

Pior: seleção de Markelle Fultz

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Redick foi decisivo na vitória diante dos Pacers (Foto: NBC Sports)

Philadelphia 76ers conseguiu o feito inédito de estrear ao mesmo tempos 2 jogadores que foram a 1ª escolha de seus respectivos drafts com Ben Simmons e Markelle Fultz.

Porém, o que ambos mostraram até aqui foi muito diferente. Enquanto Simmons tem médias de 17.8 pontos, 9.4 rebotes e 7.8 assistências e caminha a passos largos para ser escolhido o Calouro do Ano, Fultz sofreu com uma lesão no ombro e atuou em apenas 4 jogos com médias de 6 pontos, 33.3% nos arremessos e 50% nos lances livres em 19 minutos.

Será que toda a expectativa sobre ele foi em vão ou será que os Sixers, após pouparem outros calouros, como o próprio Simmons, Joel Embiid e Nerles Noel por temporadas inteiras, erraram por colocar Fultz em quadra lesionado?

Isso o tempo dirá.

Como aspecto positivo cabe citar a chegada do veterano "gatilho" JJ Redick que tem cumprido seu papel e até aqui tem médias de 15.4 pontos, 43.9% nos arremessos, 42.4% nas bolas de 3 e 93% nos lances livres.

Phoenix Suns

Melhor: contratação do calouro Mike James

Pior: saída de Eric Bledsoe

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Mike James deixa pra trás o brasileiro Raulzinho (Foto: NBA.com)

Mike James chegou à NBA aos 27 anos após rodar pela Europa. E o armador aproveitou as ausências de Brandon Knight e Eric Bledsoe para conseguir minutos na rotação do time de Phoenix e tem apresentado boas médias (12.3 pontos, 4 assistências, 38.6% nos arremessos e 35.7% nas bolas de 3 em 24.4 minutos).

E falando em Bledsoe, não dá pra criticar a forma com que os Suns perderam mais um armador... Após Gordan Dragic e Isaiah Thomas, agora foi Bledsoe que saiu de forma conturbada da franquia do Arizona, que em troca conseguiu apenas Greg Monroe, para uma rotação que já conta com ouros 5 jogadores para as posições 4 e 5...

Portland Trail Blazers

Melhor: saída de Allen Crabbe

Pior: saída de Allen Crabbe

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Blazers apostaram apenas na manutenção do trio Lillard, Nurkic e McCollum (Foto: Sam Forencich/Getty Images)

Portland Trail Blazers apostou na manutenção de seu elenco e no fortalecimento do núcleo formado por Damian LillardCJ McCollum e Jusuf Nurkic. Com isso era necessário aliviar as contas, já que na última "off season" os Blazers ultrapassaram o teto salarial da liga.

E a opção para isso foi enviar Allen Crabbe para os Nets, em um movimento acertado financeiramente.

Porém, a saída de Crabbe reduziu as alternativas do elenco, já que o ala foi titular do time de Portland nas 3 últimas temporadas e em 2016-17 teve médias de 10.7 pontos, 46.8% nos arremessos e 44.4% nas bolas de 3.

Sacramento Kings

Melhor: seleção de De´Aaron Fox

Pior: chegada de George Hill

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
De´Aaron Fox assumiu a vaga de titular nos Kings e conseguiu sua primeira cesta da vitória contra os Sixers (Foto: NBC Sports)

Na última temporada os Kings trocaram DeMarcus Cousins e passaram a apostar no futuro e em um time repleto de jovens talentos. E a última peça em destaque desse quebra-cabeça é o armador De´Aaron Fox, o 5º escolhido no último dtaft. O camisa 5 vem com médias de 12.3 pontos e 5.5 assistências em 27 minutos.

Já o veterano Hill chegou para ser um dos líderes da "molecada", ao lado de Zach Randolph e Vince Carter. Porém, após sua melhor temporada em pontos na carreira (16.9, pelo Jazz), o armador tem conseguido apenas 7.8 pontos em 26.2 minutos.

San Antonio Spurs

Melhor: chegada de Rudy Gay

Pior: nada

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Rudy Gay tem aproveitado o espaço na ausência de Kawhi Leonard (Foto: AP Photo/Ronald Cortes)

O San Antonio Spurs segue atuando com precisão no mercado, como tem sido comum nos últimos 20 anos na liga. E nessa temporada a chegada de Rudy Gay parece ter sido mais um acerto do time do Texas. O camisa 22 vem sendo o 2º cestinha do time, na ausência de Kawhi Leonard, com 13.5 pontos em 23.2 minutos.

Além disso, os Spurs mantiveram os experientes Pau Gasol, Patty MillsManu Ginobili, e ainda assinaram uma extensão contratual com LaMarcus Aldridge. 

Toronto Raptors

Melhor: renovação de Kyle Lowry

Pior: saída de Cory Joseph

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Cory Joseph deixou o Canadá rumo à Indiana (Foto: Duane Burleson - AP Photo)

Kyle Lowry queria um contrato máximo nessa "off season". Porém, o All Star não recebeu nenhuma oferta nesse sentido e os Raptors acabaram renovando com ele por 3 anos e 100 milhões de dólares, no que poderia ser considerado uma "pechincha". 

Dessa forma, ainda que o camisa 7 venha deixando a desejar nessa temporada (apenas 12.9 pontos contra os 22.4 em 2016-17), podemos dizer que a permanência de Lowry tenha sido a melhor movimentação do time canadense.

Só que o time de Toronto acabou perdendo seu principal reserva para a armação com a saída de Cory Joseph para Indiana. Com isso o jovem Delon Wright acabou conquistando mais espaço, mas a experiência do canadense Joseph pode fazer falta, especialmente nos playoffs.  

Utah Jazz

Melhor: chegada de Ricky Rubio

Pior: saída de Gordon Hayward

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
Rubo vem com sua melhor temporada em pontuação na NBA (Foto: AP Photo/Chris Carlson)

Utah Jazz tentou o que estava a seu alcance para tentar manter seu craque Gordon Hayward em Salt Lake City. Porém, o ala acabou optando em ir para Boston e se juntar ao seu técnico na universidade de Butler Brad Stevens.

Ou seja, a pior transação do Jazz não foi escolha do time, mas de sua antiga estrela.

E uma das tentativas de reforçar o time para manter Hayward tem dado certo. Afinal, o espanhol Ricky Rubio chegou à Utah e, ainda que venha com sua menor marca de assistências na carreira (6 contra uma média de 8.4 em 6 temporadas pelos Wolves), vem conseguindo seu recorde de pontos (15.8).

Washington Wizards

Melhor: extensão contratual de John Wall

Pior: saída de Bojan Bogdanovic

Melhores e piores transações de cada franquia da NBA para a temporada 2017-18
John Wall doutrinou Lonzo Ball no duelo contra o calouro dos Lakers (Foto: Getty Images - USA Today Sports)

Os Wizards confiaram no elenco já montado ao redor de John Wall e Bradley Beal para seguir brilhando no topo do Leste. E para isso mantiveram o agente livre restrito Otto Porter Jr, além de assinarem uma renovação pelo contrato máximo com o craque Wall.

Porém, o banco do time pode continuar sendo seu calcanhar de Aquiles e o nome que pode fazer mais falta na rotação do técnico Scott Brooks é o croata Bogdanovic, que foi para os Pacers.

#ILoveThisGame

Giannis Antetokounmpo começa a temporada "voando" e pode ser MVP

Nos 3 primeiros jogos da temporada Giannis Antetokounmpo tem médias de 38.3 pontos, 9.7 rebotes, 5 assistências, 2.7 roubos de bola e 67.2% nos arremessos

POR André C. Rocha dia
Giannis Antetokounmpo começa a temporada
Antetokounmpo rouba a bola e parte para enterrada diante dos Blazers nos segundos finais (Foto: Gary Dineen-NBAE via Getty Images)

Giannis Antetokounmpo começou a temporada 2017-18 com tudo!

O grego liderou o Milwaukee Bucks a 2 vitórias nos primeiros 3 jogos - e foi o grande destaque individual também na derrota diante dos Cavs. Até aqui suas médias são de 38.3 pontos, 9.7 rebotes, 5 assistências, 2.7 roubos de bola e 67.2% nos arremessos em 38.3 minutos por partida.

Números impressionantes e que mostram que Giannis - eleito o Jogador que Mais Evoluiu na temporada 2016-17 - ainda tem margem para crescer ainda mais e que o desafio feito a ele por Kobe Bryant de ser o MVP dessa temporada não é algo inalcançável.

Resta saber se o jovem de 22 anos, que disse acreditar que poderia ser sim o MVP já em 2017-18, conseguirá manter esse ritmo em suas atuações, ou até quando conseguirá. Mas o certo é que, caso continue assim, Antetokounmpo pode ser favorito ao Prêmio de MVP, ou, no mínimo, a um bicampeonato no Prêmio de Jogador que Mais Evoluiu.

No 1º jogo dos Bucks, uma vitória sobre os Celtics e 37 pontos, 13 rebotes, 3 assistências, 3 roubos e 13-22 nos arremessos. Confira:

Na sequência uma derrota para os Cavs, mas 34 pontos, 8 rebotes, 8 assistências, 1 toco, 3 roubos e 15-22 nos arremessos. Confira:

E na 3ª partida, vitória sobre os Blazers. 44 pontos, 8 rebotes, 4 assistências, 2 tocos, 2 roubos e 17-23 nos arremessos, com direito a roubo de bola, cravada e toco para Giannis nos segundos finais...

Mais decisivo impossível!!!

E depois do jogo o camisa 34, que nesse jogo chegou ao seu recorde de pontos na carreira, ainda autografou a bola da partida e a dedicou ao seu pai, que faleceu em um ataque cardíaco fulminante antes do início dessa temporada - o que até o tirou de parte da pré-temporada.

"Essa vai para o meu pai. Essa noite conquistamos a vitória e eu marquei 44 pontos", escreveu o fenômeno grego, em referência ao pai que tinha apenas 54 anos.

Giannis prosseguiu: "É especial. Preciso seguir em frente e me motivar para jogar duro pela minha família, especialmente meu pai, pois ele amava me ver jogar. Isso é apenas o começo. Não terminei ainda. Temos ainda 79 jogos e os playoffs, eu espero. É apenas o começo. Espero que ele nos veja lá de cima e fique orgulhoso de nós".

Agora é aguardar e acompanhar até onde vai essa "fase" exuberante do "The Greek Freak"! Motivação não lhe falta...

E após 3 rodadas (em alguns casos apenas 2), seguem outros destaques ao redor da liga:

  • Kristaps Porzingis - New York Knicks - 0 vitórias e 2 derrotas - médias de 32 pontos, 8.5 rebotes, 1 toco, 48.9% nos arremessos e 38.5% nas bolas de 3;
  • Anthony Davis - New Orleans Pelicans - 1 vitória e 2 derrotas - médias de 31.7 pontos, 16.7 rebotes, 2 roubos, 1.7 tocos, 53.2% nos arremessos e 45.5% nas bolas de 3;
  • Blake Griffin - Los Angeles Clippers - 2 vitória e 0 derrotas - médias de 29 pontos, 10 rebotes, 1.5 roubos, 52.8% nos arremessos e 54.5% nas bolas de 3;
  • Stephen Curry - Golden State Warriors - 1 vitória e 2 derrotas - médias de 29 pontos, 4.7 rebotes, 5 assistências, 47.1% nos arremessos e 41.9% nas bolas de 3;
  • DeMarcus Cousins - New Orleans Pelicans - 1 vitória e 2 derrotas - médias de 28.3 pontos, 11.7 rebotes, 5 assistências, 1 roubo, 3.3 tocos e 45.9% nos arremessos; e,
  • James Harden - Houston Rockets - 3 vitórias e 0 derrotas - médias de 27.7 pontos, 4 rebotes, 8.7 assistências, 1.7 roubos de bola, 44.4% nos arremessos e 38.9% nas bolas de 3.

Vamos ver quem seguirá na corrida pelo Prêmio de MVP...

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Com Goran Dragic eleito o MVP do torneio, confira o impacto dos jogadores da NBA no Eurobasket 2017

Goran Dragic, da campeã Eslovênia, foi o MVP; Bogdan Bogdanovic e Pau Gasol estiveram no time ideal; e 11 dos 15 cestinhas do Eurobasket 2017 jogam na NBA

POR André C. Rocha dia
Com Goran Dragic eleito o MVP do torneio, confira o impacto dos jogadores da NBA no Eurobasket 2017
Pau Gasol, Bogdan Bogdanovic, Dragic (MVP), Doncic e Shved formaram o time ideal da Euro 2017 (Fotos: fiba.com)

O Eurobasket 2017 acabou no último domingo com uma campeã inédita: a Eslovênia!

Com Goran Dragic eleito o MVP do torneio, confira o impacto dos jogadores da NBA no Eurobasket 2017
Eslovênia leva o 1° título continental (Foto: FIBA.com)

Já o 2° lugar, pelo 3° torneio seguido (Mundial, Olimpíada e agora a Euro), ficou com a Sérvia, enquanto a 3a colocada Espanha foi medalhista pelo 6° torneio seguido e pela 9a vez nas últimas 10 edições (não fica fora do pódio desde 2007).

Além das 3 primeiras colocadas, podemos destacar também positivamente a campanha da Letônia, que terminou em 5º lugar, com sua melhor posição desde 1939.

Já entre as decepções do torneio podemos listar a Lituânia em 9° (após 2 vices campeonatos) e a França em 12º (após a prata em 2011, o ouro em 2013 e o bronze em 2015).

Já individualmente, a maioria dos destaques ficou por conta de jogadores que atuam na NBA.

O MVP do torneio foi o armador Goran Dragic, do Miami Heat!

Com Goran Dragic eleito o MVP do torneio, confira o impacto dos jogadores da NBA no Eurobasket 2017
Dragic foi o 3° cestinha do Eurobasket (Foto: FIBA.com)

Líder da invicta seleção eslovena o veterano de 9 anos na NBA acabou o torneio com médias de 22.6 pontos, 4.4 rebotes, 5.1 assistências, 1.6 roubos, 48.2% nos arremessos e 38.5% nas bolas de 3.

E o brasileiro Leandrinho Barbosa, seu companheiro nos tempos de Phoenix Suns, o parabenizou via twitter:

Além do camisa 3, mais 2 jogadores que atuam no melhor basquete do mundo entraram no quinteto ideal: Pau Gasol, da Espanha e do San Antonio Spurs, e Bogdan Bogdanovic, da Sérvia e que vai se juntar nessa temporada ao Sacramento Kings!

O pivô espanhol teve médias de 17.4 pontos e 7.8 rebotes e ainda marcou história na edição de 2017 ao se tornar o maior pontuação da história do Eurobasket.

Já o jovem sérvio, foi o principal nome na campanha de sua seleção até a decisão, com médias de 20.4 pontos, 5 rebotes, 3.6 assistências e 1.2 roubos de bola.

Os outros 2 nomes no time ideal foram, o russo Aleksei Shved e a jovem promessa eslovena Luka Doncic.

Shved, que já teve passagem apagada pela NBA, foi o cestinha do torneio com média de 24.3 pontos, além de 5.9 assistências.

Já Doncic, do Real Madrid, tem apenas 18 anos e é um dos nomes cotados para ser a 1ª escolha do draft de 2018 da NBA. Suas médias no torneio foram de 14.3 pontos, 8.1 rebotes e 3.6 assistências.

Após o título e a seleção, o camisa 77 mostrou seu respeito e admiração pelo outros craques do torneio:

Olhando para além do time ideal, o impacto dos jogadores da NBA também ficou evidente na lista de cestinhas do torneio.

Afinal, Shved foi o cestinha, mas além dele, apenas mais 3 jogadores de fora da liga americana estiveram no TOP15 de maiores pontuadores da Euro: Tornike Shengelia (da Geórgia, em 8° com média de 18.8 ppj), Gabe Olaseni (da Grã-Bretanha, em 11º, com 16.8) e David Vojvoda (da Hungria, em 12º com 16).

Segue a lista completa (em negrito os jogadores da NBA):

  1. Aleksei Shved - Rússia - 24.3 ppj
  2. Dennis Schroder - Alemanha - 23.7 ppj (Hawks)
  3. Kristaps Porzingis - Letônia - 23.6 ppj (Knicks)
  4. Goran Dragic - Eslovênia - 22.6 ppj (Heat)
  5. Bojan Bogdanovic - Croácia - 22.5 ppj (Pacers)
  6. Bogdan Bogdanovic - Sérvia - 20.4 ppj (Kings)
  7. Lauri Markkanen - Finlândia - 19.5 ppj (Bulls)
  8. Tornike Shengelia - Geórgia - 18.8 ppj
  9. Marco Belinelli - Itália - 17.9 ppj (Hawks)
  10. Pau Gasol - Espanha - 17.4 ppj (Spurs)
  11. Gabe Olaseni - Grã-Bretanha - 16.8 ppj
  12. Cedi Osman - Turquia - 16 ppj (Cavs)
  13. David Vojvoda - Hungria - 16 ppj
  14. Evan Fournier - França - 15.8 ppj (Magic)
  15. Jonas Valanciunas - Lituânia - 15.8 ppj (Raptors)

Desses nomes cabe destacar a grande campanha do alemão Dennis Schroder (2° cestinha do torneio com 23.7 prontos, além de 5.6 assistências), que liderou os germânicos até as quartas de final e deve ser a nova cara da franquia do Atlanta Hawks.

Além dele, cabe citar também o feito do ala-pivô Kristaps Porzingis, que vai para sua terceira temporada pelo New York Knicks, e que foi o principal responsável pelo brilhante desempenho da Letônia, com 23.6 pontos, 5.9 rebotes, 1.9 tocos, 53.4% nos arremessos e 37.5% nas bolas de 3.

Por fim, cabe destacar outros 2 jovens que, assim como Bogdan Bogdanovic, vai estrear na NBA em 2017. O 1° é o ala-pivô Lauri Markannen, do Chicago Bulls, que conduziu a surpreendente Finlândia na primeira fase e acabou com médias de 19.5 pontos, 5.7 rebotes, 53.3% nos arremessos e 47.8% nas bolas de 3.

Já o 2° jovem e último destaque que faremos é Cedi Osman, da Turquia e que defenderá o Cleveland Cavaliers. Com médias de 16 pontos, 5 rebotes e 3.8 assistências, ele foi o grande nome turco na competição.

Isso tudo sem falar em nomes como Marc Gasol, Joffrey LauvergneRicky Rubio, Mindaugas Kuzminskas, Davis Bertrans, Nikola Vucevic e outros europeus que já conquistaram ou buscam seu espaço na NBA e que são destaques em suas seleções.

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Como Danny Ainge construiu o Boston Celtics de Al Horford, Gordon Hayward e Kyrie Irving

De Paul Pierce, Ray Allen, Kevin Garnett a Al Horford, Gordon Hayward e Kyrie Irving. Veja as negociações que levaram à atual formação do Boston Celtics

POR André C. Rocha dia
Como Danny Ainge construiu o Boston Celtics de Al Horford, Gordon Hayward e Kyrie Irving
Times dos Celtics em 2008 e novas estrelas para 2017 (Fotos: Getty Images e AP Photo - Montagem: Sobe a Bola)

A NBA ficou surpresa com a troca que levou Kyrie Irving para o Boston Celtics, em uma das negociações mais impressionantes do mercado em 2017.

Saiba tudo sobre o mercado da NBA aqui.

Afinal, a troca envolveu os Celtics e seu rival nas Finais do Leste na última temporada, o Cleveland Cavaliers. Foi ainda a 1ª vez que a liga teve uma troca envolvendo 2 jogadores com médias superiores a 25 pontos por jogo na temporada anterior. Kyrie teve 25.2, enquanto o baixinho Isaiah Thomas, eleito pelos companheiros o jogador mais decisivo em 2016-17, teve 28.9 pontos por jogo e foi o 3º cestinha do campeonato.

E essa pode ter sido a "cereja do bolo" na reconstrução dos Celtics, que tenta voltar a ser campeão pela 1ª vez após 2008, no auge daquele time formado por Paul Pierce, Kevin Garnett e Ray Allen.

Vejamos então como foi a transformação daquele time no atual pelas mãos do cartola Danny Ainge.

2013 - A troca mais "injusta" da história recente da NBA

Nets receberam: Kevin Garnett, Paul Pierce, Jason Terry, D.J. White, Escolhas de 1ª e de 2ª rodada no draft de 2017 (Kyle Kuzma - enviado para os Lakers na aquisição de D´Angelo Russell - e Aleksandar Vezenkov)

Celtics receberam: Keith Bogans, MarShon Brooks, Kris Humphries, Kris Joseph, Gerald Wallace, escolhas de 1ª rodada no draft de 2014 (James Young), 2016 (Jaylen Brown), 2017 (trocada com os 76ers - Markelle Fultz) e 2018 (enviada para os Cavs)

Em 2013 o Brooklyn Nets era um time buscando uma nova identidade e que fez uma aposta alta para tentar ser campeão imediatamente.

Para isso, adquiriram Deron Williams, Joe Johnson e entenderam que a tacada final era uma troca com os Celtics na qual eles adquiriam Garnett, o recém aposentado Pierce e Jason Terry.

Como Danny Ainge construiu esse Boston Celtics de Al Horford, Gordon Hayward e Kyrie Irving
Pierce, Ganett e Terry em sua apresentação em Brooklyn (Foto: Patrick E. McCarthy-newsday.com)

Porém, a proposta não deu certo e aquele time foi se desfazendo aos poucos, com o último movimento culminando com a saída de Brook Lopez para os Lakers nessa "off season". Os Nets acabaram abrindo mão de seu futuro por um presente que não deu os resultados esperados.

Já pelo lado dos Celtics, Ray Allen já havia saído do time em 2012 e agora era o começo do "acúmulo de ativos" para tentar contratar algum astro, o que aconteceu no último negócio da franquia agora em 2017. Tacada "certeira" de Danny Ainge.

2013 - A chegada de Brad Stevens

Em 2013 o técnico Doc Rivers deixou Boston rumo à Los Angeles e naquele momento Ainge fez outra aposta certeira.

Contratou um jovem técnico universitário que levou o time de Butler a 4 playoffs da NCAA e foi 2 vezes vice-campeão (2010 e 2011). Era a chegada de Brad Stevens, então com apenas 36 anos, à NBA.

O jovem treinador iria reconstruir a franquia e a prova de que o "projeto" deu certo foi a melhor campanha da Conferência Leste na temporada 2016-17, temporada em que foi o técnico da Seleção do Leste no All Star Game.

2014 - O fim da "Era Rondo" em Boston

Mavericks receberam: Dwight Powell e Rajon Rondo

Celtics receberam: Jae Crowder, Jameer Nelson, Brandan Wright, escolha de 1ª rodada em 2016 (Guerschon Yabusele), escolha de 2ª rodada em 2016 (Demetrius Jackson) e $13 milhões em uma "trade exception"

Rondo era o último integrante daquele núcleo vitorioso e que estava se desfazendo e Ainge entendeu que deveria seguir em frente com a reformulação e o enviou para Dallas. No Texas o armador teve uma passagem turbulenta e desde então sua carreira tem sido marcada por contratos de uma temporada.

Enquanto isso os Celtics entre os vários itens do pacote (alguns deles que nem chegaram a estrear na NBA) adquiriam Jae Crowder - uma peça importante na formação da equipe atual, além de ótima moeda de troca, como acabamos de conferir na troca por Kyrie Irving.

2015 - A chegada de Isaiah à Boston

Suns recebeam: Marcus Thornton e escolha de 1ª rodada no draft de 2016 (Skal Labissiere)

Celtics receberam: Gigi Datome, Jonas Jerebko e Isaiah Thomas

Apesar do seu talento, Isaiah Thomas foi um jogador sempre "subestimado" em razão da sua altura (1.75 m).

Última escolha do draft de 2011, foi eleito para o 2º Time de Calouros em sua temporada de estreia e chegou a ter em sua terceira temporada com os Kings média de 20.3 pontos por jogo, mas acabou sendo trocado com o Phoenix Suns. No Arizona disputou apenas 46 jogos - após uma artroscopia no joelho - e teve médias de 15.2 pontos em 25.7 minutos, antes de ser enviado para Boston.

Chegou à Boston como um reserva de luxo, que era muito útil liderando o 2º pelotão do time com sua explosão e teve em sua primeira temporada média de 19 pontos em apenas 26 minutos em 21 jogos. Já na temporada seguinte assumiu o papel de titular e líder do time, sendo selecionado 2 vezes para o All Star Game e eleito para o 2º Time Ideal da NBA em 2017.

Como Danny Ainge construiu esse Boston Celtics de Al Horford, Gordon Hayward e Kyrie Irving
Isaiah deixou os playoffs de 2017 com lesão no quadril (Foto: Adam Glanzman-Getty Images)

Entre seus feitos pela franquia de Massachusetts, o camisa 4 chegou a ter um jogo de 52 pontos (4ª maior pontuação da história da franquia); se tornou o 3º Celtics com a maior média de pontos em um mês (32.9 pontos por jogo em janeiro de 2017, atrás apenas de Paul Pierce com 33.5 em fevereiro de 2006 e Larry Bird com 33.1 em fevereiro de 1988 - Pierce terá sua camisa 34 aposentada na próxima temporada, enquanto Bird já eternizou a camisa 33); se tornou o jogador de Boston com mais jogos seguidos com pelo menos 20 pontos (43), superando marca da lenda John Havlicek em 1971-72; se tornou apenas o 3º jogador de Boston a ter 200 bolas de 3 em uma temporada, ao lado de Pierce e Antoine Walker; é o recordista da franquia em jogos consecutivos com pelo menos uma bola de 3 (50); e, se tornou apenas o 6º jogador da história a ter 2000 pontos em uma temporada pelos Celtics.

Soma-se a isso a identificação gerada com a torcida, em especial após toda a situação envolvendo a morte de sua irmã em meio à 1ª rodada dos playoffs de 2017, quando mostrou uma dedicação e entrega invejáveis, e vemos porque o baixinho Isaiah deve ficar marcado na história de Boston, apesar de apenas 3 temporadas como um Celtic. 

2016 - Chegada de Al Horford

Na agência livre de 2016 os Celtics adquiriram o pivô Al Horford.

O dominicano, 2 vezes campeão da NCAA, vinha de 2 seleções consecutivas para o All Star Game (tem 4 no total) e vinha de 4 temporadas consecutivas com pelo menos 15.2 pontos e 7.2 rebotes em média com a camisa do Atlanta Hawks.

Como Danny Ainge construiu esse Boston Celtics de Al Horford, Gordon Hayward e Kyrie Irving
Horford vai para 2ª temporada com os Celtics (Foto: csnne.com)

Seu estilo de jogo e sua versatilidade encaixaram perfeitamente no esquema do técnico Brad Stevens e ele é o único titular do time em 2016-17 que permanecerá para 2017-18.

Suas médias na última temporada foram de 14 pontos, 6.8 rebotes e 5 assistências em 32.3 minutos.

2016 - Escolha de Jaylen Brown com a 3ª posição no draft

Um dos possíveis nomes do futuro na franquia, Jaylen Brown atuou em 78 jogos em sua primeira temporada, sendo titular em 20 oportunidades. Teve média de 6.6 pontos em 17.2 minutos, com destaque para os 19 pontos diante dos Cavs em 3 de novembro (seu 1º jogo como titular) e para os 20 pontos diante do Magic em 27 de janeiro (recorde na carreira).

Cabe destacar também os 19 pontos em 24 minutos do camisa 7 no Jogo 2 das Finais da Conferência Leste de 2017 diante dos Cavs, mostrando que o jovem tem muito porencial.

Brown foi ainda eleito para o 2º Time de Calouros em sua 1ª temporada.

2017 - Foco em Jayson Tatum

76ers receberam: 1ª escolha do draft de 2017 (Markelle Fultz)

Celtics receberam: 3ª escolha no draft de 2017 (Jayson Tatum) e ou a escolha de 1ª rodada dos Lakers em 2018 (protegida nas posições 2 a 5) ou a melhor entre as escolhas de Philadelphia ou Sacramento na 1ª rodada do draft de 2019

Ainda devido ao "pacote" da troca com os Nets, os Celtics levaram a 1ª escolha do draft de 2017.

Porém, após os treinos com os jogadores e considerando suas opções no elenco, Danny Ainge estava focado na aquisição do ala Jayson Tatum, - Ainge disse que o selecionaria de qualquer jeito. E para isso julgou que não "precisaria" da 1ª escolha, que já era praticamente "garantida" a Markelle Fultz.

Com isso Boston fez uma troca com os Sixers - que queria Fultz -, viram os Lakers escolherem Lonzo Ball, levaram Tatum e ainda tem uma outra escolha TOP em 2018 ou 2019.

Apos ser alvo de muita especulações nas ultimas semanas, Tatum comemorou sua permanência em Boston e a não inclusão nas negociações por Kyrie, o que mostra que a franquia aposta nele e em Jaylen Brown.

Como Danny Ainge construiu esse Boston Celtics de Al Horford, Gordon Hayward e Kyrie Irving
Jayson Tatum e Jaylen Brown são apostas e não foram disponibilizados na troca por Kyrie (Foto: John Tlumacki-The Boston Globe)

2017 - Reencontro de Brad Stevens e Gordon Hayward

Gordon Hayward foi o grande nome treinado por Brad Stevens nos Butler Bulldogs. Por isso, ao se tornar agente livre, muito ligaram o craque do Jazz aos Celtics. E eles estavam certos.

Como Danny Ainge construiu esse Boston Celtics de Al Horford, Gordon Hayward e Kyrie Irving
Stevens e Hayward na época de Butler Bulldogs (Foto: AP Photo-CSNNE)

Hayward aceitou um contrato máximo de Boston e tentará "quitar uma dívida" com o treinador por ter decidido ir para a NBA após ambos serem vice-campeões universitários. O camisa 20, inclusive, disse isso em sua carta de despedida para a torcida de Utah.

2017 - Nem tudo é perfeito

Celtics recebem: Marcus Morris

Pistons recebem: Avery Bradley

Para receber o contrato de Hayward, os Celtics tiveram que envolver Avery Bradley em uma troca com os Pistons, onde receberam Marcus Morris.

Com isso o time trocou um salário de 8.8 milhões de dólares por um de 5 milhões, gerando o espaço necessário.

Nada contra o irmão gêmeo de Markieff, que pode contribuir com Boston com seu estilo de jogo que pode encaixar bem com Horford, mas Bradley era um jogador muito identificado com a franquia - o último remanescente daquele time com Garnett, Pierce e Rondo.

Além disso, Bradley, que foi eleito para o 2º time de defesa em 2013 e para o 1º em 2016, vem de sua melhor temporada na carreira em pontos (16.3), rebotes (6.1), assistências (2.2) e minutos (33.4), tendo liderado o time ofensivamente em alguns jogos em 2016-17.

Porém, por estar em seu último ano de contrato, Ainge decidiu "perder" Bradley para "ganhar" Hayward.

2017 - Kyrie Irving ganha um time "pra chamar de seu" 

Celtics recebem: Kyrie Irving

Cavaliers recebem: Isaiah Thomas (via PHX), Jae Crowder (via DAL), Ante Zizic, escolha de 1ª dos Nets no draft de 2018 e escolha de 2ª rodada em 2020.

Já falamos um pouco no começo desse texto sobre alguns detalhes curiosos dessa troca, uma das poucas nos últimos tempos onde parece que todos podem ter se dado bem imediatamente - algo raro em trocas envolvendo grandes estrelas, vide as trocas que levaram Jimmy Butler para Minnesota e Paul George para OKC, por exemplo.

Afinal, Kyrie Irving havia pedido para ser trocado pelos Cavs, pois queria deixar a "sombra" de LeBron James, estava chateado com o tratamento recebido em Cleveland e não gostaria de passar por uma nova reformulação no caso de nova saída de King James.

E com essa troca os Celtics recebem a grande estrela para a qual vinham acumulando "ativos", Kyrie Irving consegue o protagonismo que queria em um time de Boston que terá um novo núcleo - dos titulares em 2016-17 apenas Horford permaneceu - e os Cavs conseguem a saída de um jogador insatisfeito recebendo um pacote exatamente como desejavam - ou seja, dos males o menor.

Como Danny Ainge construiu esse Boston Celtics de Al Horford, Gordon Hayward e Kyrie Irving
Kyrie sorridente após sua entrevista de apresentação (Foto: Associeted Press Photo)

Ora, Isaiah Thomas pode não ter o mesmo talento de Irving (a 1ª escolha do mesmo draft em que Thomas foi a 60ª), mas é um All Star e um armador que pode ajudar bastante LeBron e Cia. Já Crowder é um ótimo ala com um ótimo salário (em torno de 7 milhões com mais 3 anos de contrato) que ajudará na rotação dos atuais tricampeões do Leste, enquanto Zizic e as escolhas de draft podem ajudar no futuro da franquia.

Enfim, de modo geral foram essas 10 trocas que montaram a atual espinha dorsal da franquia mais vitoriosa da NBA.

E se os Celtics já lideraram o Leste de forma surpreendente em 2016-17, agora eles esperam dar mais um passo rumo às Finais da NBA. Só que para isso seguem precisando superar um obstáculo chamado LeBron James.

O primeiro encontro entre Cavs e Celtics já será na abertura da temporada 2017-18, no dia 17/10, em um jogo repleto de expectativas - confira mais jogos imperdíveis da próxima temporada aqui.

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