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Sobre o Autor:

André C. Rocha

André C. Rocha

Apaixonado pela NBA desde que viu o Dream Team em 92, torcedor do Bulls e defensor da tese de que "73 não vale nada sem um título". Desde de 2014 tem um tumblr sobe esportes e que tem como assunto principal o basquete: http://entrequatrolinhas.tumblr.com

Com Goran Dragic eleito o MVP do torneio, confira o impacto dos jogadores da NBA no Eurobasket 2017

Goran Dragic, da campeã Eslovênia, foi o MVP; Bogdan Bogdanovic e Pau Gasol estiveram no time ideal; e 11 dos 15 cestinhas do Eurobasket 2017 jogam na NBA

POR André C. Rocha dia
Com Goran Dragic eleito o MVP do torneio, confira o impacto dos jogadores da NBA no Eurobasket 2017
Pau Gasol, Bogdan Bogdanovic, Dragic (MVP), Doncic e Shved formaram o time ideal da Euro 2017 (Fotos: fiba.com)

O Eurobasket 2017 acabou no último domingo com uma campeã inédita: a Eslovênia!

Com Goran Dragic eleito o MVP do torneio, confira o impacto dos jogadores da NBA no Eurobasket 2017
Eslovênia leva o 1° título continental (Foto: FIBA.com)

Já o 2° lugar, pelo 3° torneio seguido (Mundial, Olimpíada e agora a Euro), ficou com a Sérvia, enquanto a 3a colocada Espanha foi medalhista pelo 6° torneio seguido e pela 9a vez nas últimas 10 edições (não fica fora do pódio desde 2007).

Além das 3 primeiras colocadas, podemos destacar também positivamente a campanha da Letônia, que terminou em 5º lugar, com sua melhor posição desde 1939.

Já entre as decepções do torneio podemos listar a Lituânia em 9° (após 2 vices campeonatos) e a França em 12º (após a prata em 2011, o ouro em 2013 e o bronze em 2015).

Já individualmente, a maioria dos destaques ficou por conta de jogadores que atuam na NBA.

O MVP do torneio foi o armador Goran Dragic, do Miami Heat!

Com Goran Dragic eleito o MVP do torneio, confira o impacto dos jogadores da NBA no Eurobasket 2017
Dragic foi o 3° cestinha do Eurobasket (Foto: FIBA.com)

Líder da invicta seleção eslovena o veterano de 9 anos na NBA acabou o torneio com médias de 22.6 pontos, 4.4 rebotes, 5.1 assistências, 1.6 roubos, 48.2% nos arremessos e 38.5% nas bolas de 3.

E o brasileiro Leandrinho Barbosa, seu companheiro nos tempos de Phoenix Suns, o parabenizou via twitter:

Além do camisa 3, mais 2 jogadores que atuam no melhor basquete do mundo entraram no quinteto ideal: Pau Gasol, da Espanha e do San Antonio Spurs, e Bogdan Bogdanovic, da Sérvia e que vai se juntar nessa temporada ao Sacramento Kings!

O pivô espanhol teve médias de 17.4 pontos e 7.8 rebotes e ainda marcou história na edição de 2017 ao se tornar o maior pontuação da história do Eurobasket.

Já o jovem sérvio, foi o principal nome na campanha de sua seleção até a decisão, com médias de 20.4 pontos, 5 rebotes, 3.6 assistências e 1.2 roubos de bola.

Os outros 2 nomes no time ideal foram, o russo Aleksei Shved e a jovem promessa eslovena Luka Doncic.

Shved, que já teve passagem apagada pela NBA, foi o cestinha do torneio com média de 24.3 pontos, além de 5.9 assistências.

Já Doncic, do Real Madrid, tem apenas 18 anos e é um dos nomes cotados para ser a 1ª escolha do draft de 2018 da NBA. Suas médias no torneio foram de 14.3 pontos, 8.1 rebotes e 3.6 assistências.

Após o título e a seleção, o camisa 77 mostrou seu respeito e admiração pelo outros craques do torneio:

Olhando para além do time ideal, o impacto dos jogadores da NBA também ficou evidente na lista de cestinhas do torneio.

Afinal, Shved foi o cestinha, mas além dele, apenas mais 3 jogadores de fora da liga americana estiveram no TOP15 de maiores pontuadores da Euro: Tornike Shengelia (da Geórgia, em 8° com média de 18.8 ppj), Gabe Olaseni (da Grã-Bretanha, em 11º, com 16.8) e David Vojvoda (da Hungria, em 12º com 16).

Segue a lista completa (em negrito os jogadores da NBA):

  1. Aleksei Shved - Rússia - 24.3 ppj
  2. Dennis Schroder - Alemanha - 23.7 ppj (Hawks)
  3. Kristaps Porzingis - Letônia - 23.6 ppj (Knicks)
  4. Goran Dragic - Eslovênia - 22.6 ppj (Heat)
  5. Bojan Bogdanovic - Croácia - 22.5 ppj (Pacers)
  6. Bogdan Bogdanovic - Sérvia - 20.4 ppj (Kings)
  7. Lauri Markkanen - Finlândia - 19.5 ppj (Bulls)
  8. Tornike Shengelia - Geórgia - 18.8 ppj
  9. Marco Belinelli - Itália - 17.9 ppj (Hawks)
  10. Pau Gasol - Espanha - 17.4 ppj (Spurs)
  11. Gabe Olaseni - Grã-Bretanha - 16.8 ppj
  12. Cedi Osman - Turquia - 16 ppj (Cavs)
  13. David Vojvoda - Hungria - 16 ppj
  14. Evan Fournier - França - 15.8 ppj (Magic)
  15. Jonas Valanciunas - Lituânia - 15.8 ppj (Raptors)

Desses nomes cabe destacar a grande campanha do alemão Dennis Schroder (2° cestinha do torneio com 23.7 prontos, além de 5.6 assistências), que liderou os germânicos até as quartas de final e deve ser a nova cara da franquia do Atlanta Hawks.

Além dele, cabe citar também o feito do ala-pivô Kristaps Porzingis, que vai para sua terceira temporada pelo New York Knicks, e que foi o principal responsável pelo brilhante desempenho da Letônia, com 23.6 pontos, 5.9 rebotes, 1.9 tocos, 53.4% nos arremessos e 37.5% nas bolas de 3.

Por fim, cabe destacar outros 2 jovens que, assim como Bogdan Bogdanovic, vai estrear na NBA em 2017. O 1° é o ala-pivô Lauri Markannen, do Chicago Bulls, que conduziu a surpreendente Finlândia na primeira fase e acabou com médias de 19.5 pontos, 5.7 rebotes, 53.3% nos arremessos e 47.8% nas bolas de 3.

Já o 2° jovem e último destaque que faremos é Cedi Osman, da Turquia e que defenderá o Cleveland Cavaliers. Com médias de 16 pontos, 5 rebotes e 3.8 assistências, ele foi o grande nome turco na competição.

Isso tudo sem falar em nomes como Marc Gasol, Joffrey LauvergneRicky Rubio, Mindaugas Kuzminskas, Davis Bertrans, Nikola Vucevic e outros europeus que já conquistaram ou buscam seu espaço na NBA e que são destaques em suas seleções.

#ILoveThisGame

Como Danny Ainge construiu o Boston Celtics de Al Horford, Gordon Hayward e Kyrie Irving

De Paul Pierce, Ray Allen, Kevin Garnett a Al Horford, Gordon Hayward e Kyrie Irving. Veja as negociações que levaram à atual formação do Boston Celtics

POR André C. Rocha dia
Como Danny Ainge construiu o Boston Celtics de Al Horford, Gordon Hayward e Kyrie Irving
Times dos Celtics em 2008 e novas estrelas para 2017 (Fotos: Getty Images e AP Photo - Montagem: Sobe a Bola)

A NBA ficou surpresa com a troca que levou Kyrie Irving para o Boston Celtics, em uma das negociações mais impressionantes do mercado em 2017.

Saiba tudo sobre o mercado da NBA aqui.

Afinal, a troca envolveu os Celtics e seu rival nas Finais do Leste na última temporada, o Cleveland Cavaliers. Foi ainda a 1ª vez que a liga teve uma troca envolvendo 2 jogadores com médias superiores a 25 pontos por jogo na temporada anterior. Kyrie teve 25.2, enquanto o baixinho Isaiah Thomas, eleito pelos companheiros o jogador mais decisivo em 2016-17, teve 28.9 pontos por jogo e foi o 3º cestinha do campeonato.

E essa pode ter sido a "cereja do bolo" na reconstrução dos Celtics, que tenta voltar a ser campeão pela 1ª vez após 2008, no auge daquele time formado por Paul Pierce, Kevin Garnett e Ray Allen.

Vejamos então como foi a transformação daquele time no atual pelas mãos do cartola Danny Ainge.

2013 - A troca mais "injusta" da história recente da NBA

Nets receberam: Kevin Garnett, Paul Pierce, Jason Terry, D.J. White, Escolhas de 1ª e de 2ª rodada no draft de 2017 (Kyle Kuzma - enviado para os Lakers na aquisição de D´Angelo Russell - e Aleksandar Vezenkov)

Celtics receberam: Keith Bogans, MarShon Brooks, Kris Humphries, Kris Joseph, Gerald Wallace, escolhas de 1ª rodada no draft de 2014 (James Young), 2016 (Jaylen Brown), 2017 (trocada com os 76ers - Markelle Fultz) e 2018 (enviada para os Cavs)

Em 2013 o Brooklyn Nets era um time buscando uma nova identidade e que fez uma aposta alta para tentar ser campeão imediatamente.

Para isso, adquiriram Deron Williams, Joe Johnson e entenderam que a tacada final era uma troca com os Celtics na qual eles adquiriam Garnett, o recém aposentado Pierce e Jason Terry.

Como Danny Ainge construiu esse Boston Celtics de Al Horford, Gordon Hayward e Kyrie Irving
Pierce, Ganett e Terry em sua apresentação em Brooklyn (Foto: Patrick E. McCarthy-newsday.com)

Porém, a proposta não deu certo e aquele time foi se desfazendo aos poucos, com o último movimento culminando com a saída de Brook Lopez para os Lakers nessa "off season". Os Nets acabaram abrindo mão de seu futuro por um presente que não deu os resultados esperados.

Já pelo lado dos Celtics, Ray Allen já havia saído do time em 2012 e agora era o começo do "acúmulo de ativos" para tentar contratar algum astro, o que aconteceu no último negócio da franquia agora em 2017. Tacada "certeira" de Danny Ainge.

2013 - A chegada de Brad Stevens

Em 2013 o técnico Doc Rivers deixou Boston rumo à Los Angeles e naquele momento Ainge fez outra aposta certeira.

Contratou um jovem técnico universitário que levou o time de Butler a 4 playoffs da NCAA e foi 2 vezes vice-campeão (2010 e 2011). Era a chegada de Brad Stevens, então com apenas 36 anos, à NBA.

O jovem treinador iria reconstruir a franquia e a prova de que o "projeto" deu certo foi a melhor campanha da Conferência Leste na temporada 2016-17, temporada em que foi o técnico da Seleção do Leste no All Star Game.

2014 - O fim da "Era Rondo" em Boston

Mavericks receberam: Dwight Powell e Rajon Rondo

Celtics receberam: Jae Crowder, Jameer Nelson, Brandan Wright, escolha de 1ª rodada em 2016 (Guerschon Yabusele), escolha de 2ª rodada em 2016 (Demetrius Jackson) e $13 milhões em uma "trade exception"

Rondo era o último integrante daquele núcleo vitorioso e que estava se desfazendo e Ainge entendeu que deveria seguir em frente com a reformulação e o enviou para Dallas. No Texas o armador teve uma passagem turbulenta e desde então sua carreira tem sido marcada por contratos de uma temporada.

Enquanto isso os Celtics entre os vários itens do pacote (alguns deles que nem chegaram a estrear na NBA) adquiriam Jae Crowder - uma peça importante na formação da equipe atual, além de ótima moeda de troca, como acabamos de conferir na troca por Kyrie Irving.

2015 - A chegada de Isaiah à Boston

Suns recebeam: Marcus Thornton e escolha de 1ª rodada no draft de 2016 (Skal Labissiere)

Celtics receberam: Gigi Datome, Jonas Jerebko e Isaiah Thomas

Apesar do seu talento, Isaiah Thomas foi um jogador sempre "subestimado" em razão da sua altura (1.75 m).

Última escolha do draft de 2011, foi eleito para o 2º Time de Calouros em sua temporada de estreia e chegou a ter em sua terceira temporada com os Kings média de 20.3 pontos por jogo, mas acabou sendo trocado com o Phoenix Suns. No Arizona disputou apenas 46 jogos - após uma artroscopia no joelho - e teve médias de 15.2 pontos em 25.7 minutos, antes de ser enviado para Boston.

Chegou à Boston como um reserva de luxo, que era muito útil liderando o 2º pelotão do time com sua explosão e teve em sua primeira temporada média de 19 pontos em apenas 26 minutos em 21 jogos. Já na temporada seguinte assumiu o papel de titular e líder do time, sendo selecionado 2 vezes para o All Star Game e eleito para o 2º Time Ideal da NBA em 2017.

Como Danny Ainge construiu esse Boston Celtics de Al Horford, Gordon Hayward e Kyrie Irving
Isaiah deixou os playoffs de 2017 com lesão no quadril (Foto: Adam Glanzman-Getty Images)

Entre seus feitos pela franquia de Massachusetts, o camisa 4 chegou a ter um jogo de 52 pontos (4ª maior pontuação da história da franquia); se tornou o 3º Celtics com a maior média de pontos em um mês (32.9 pontos por jogo em janeiro de 2017, atrás apenas de Paul Pierce com 33.5 em fevereiro de 2006 e Larry Bird com 33.1 em fevereiro de 1988 - Pierce terá sua camisa 34 aposentada na próxima temporada, enquanto Bird já eternizou a camisa 33); se tornou o jogador de Boston com mais jogos seguidos com pelo menos 20 pontos (43), superando marca da lenda John Havlicek em 1971-72; se tornou apenas o 3º jogador de Boston a ter 200 bolas de 3 em uma temporada, ao lado de Pierce e Antoine Walker; é o recordista da franquia em jogos consecutivos com pelo menos uma bola de 3 (50); e, se tornou apenas o 6º jogador da história a ter 2000 pontos em uma temporada pelos Celtics.

Soma-se a isso a identificação gerada com a torcida, em especial após toda a situação envolvendo a morte de sua irmã em meio à 1ª rodada dos playoffs de 2017, quando mostrou uma dedicação e entrega invejáveis, e vemos porque o baixinho Isaiah deve ficar marcado na história de Boston, apesar de apenas 3 temporadas como um Celtic. 

2016 - Chegada de Al Horford

Na agência livre de 2016 os Celtics adquiriram o pivô Al Horford.

O dominicano, 2 vezes campeão da NCAA, vinha de 2 seleções consecutivas para o All Star Game (tem 4 no total) e vinha de 4 temporadas consecutivas com pelo menos 15.2 pontos e 7.2 rebotes em média com a camisa do Atlanta Hawks.

Como Danny Ainge construiu esse Boston Celtics de Al Horford, Gordon Hayward e Kyrie Irving
Horford vai para 2ª temporada com os Celtics (Foto: csnne.com)

Seu estilo de jogo e sua versatilidade encaixaram perfeitamente no esquema do técnico Brad Stevens e ele é o único titular do time em 2016-17 que permanecerá para 2017-18.

Suas médias na última temporada foram de 14 pontos, 6.8 rebotes e 5 assistências em 32.3 minutos.

2016 - Escolha de Jaylen Brown com a 3ª posição no draft

Um dos possíveis nomes do futuro na franquia, Jaylen Brown atuou em 78 jogos em sua primeira temporada, sendo titular em 20 oportunidades. Teve média de 6.6 pontos em 17.2 minutos, com destaque para os 19 pontos diante dos Cavs em 3 de novembro (seu 1º jogo como titular) e para os 20 pontos diante do Magic em 27 de janeiro (recorde na carreira).

Cabe destacar também os 19 pontos em 24 minutos do camisa 7 no Jogo 2 das Finais da Conferência Leste de 2017 diante dos Cavs, mostrando que o jovem tem muito porencial.

Brown foi ainda eleito para o 2º Time de Calouros em sua 1ª temporada.

2017 - Foco em Jayson Tatum

76ers receberam: 1ª escolha do draft de 2017 (Markelle Fultz)

Celtics receberam: 3ª escolha no draft de 2017 (Jayson Tatum) e ou a escolha de 1ª rodada dos Lakers em 2018 (protegida nas posições 2 a 5) ou a melhor entre as escolhas de Philadelphia ou Sacramento na 1ª rodada do draft de 2019

Ainda devido ao "pacote" da troca com os Nets, os Celtics levaram a 1ª escolha do draft de 2017.

Porém, após os treinos com os jogadores e considerando suas opções no elenco, Danny Ainge estava focado na aquisição do ala Jayson Tatum, - Ainge disse que o selecionaria de qualquer jeito. E para isso julgou que não "precisaria" da 1ª escolha, que já era praticamente "garantida" a Markelle Fultz.

Com isso Boston fez uma troca com os Sixers - que queria Fultz -, viram os Lakers escolherem Lonzo Ball, levaram Tatum e ainda tem uma outra escolha TOP em 2018 ou 2019.

Apos ser alvo de muita especulações nas ultimas semanas, Tatum comemorou sua permanência em Boston e a não inclusão nas negociações por Kyrie, o que mostra que a franquia aposta nele e em Jaylen Brown.

Como Danny Ainge construiu esse Boston Celtics de Al Horford, Gordon Hayward e Kyrie Irving
Jayson Tatum e Jaylen Brown são apostas e não foram disponibilizados na troca por Kyrie (Foto: John Tlumacki-The Boston Globe)

2017 - Reencontro de Brad Stevens e Gordon Hayward

Gordon Hayward foi o grande nome treinado por Brad Stevens nos Butler Bulldogs. Por isso, ao se tornar agente livre, muito ligaram o craque do Jazz aos Celtics. E eles estavam certos.

Como Danny Ainge construiu esse Boston Celtics de Al Horford, Gordon Hayward e Kyrie Irving
Stevens e Hayward na época de Butler Bulldogs (Foto: AP Photo-CSNNE)

Hayward aceitou um contrato máximo de Boston e tentará "quitar uma dívida" com o treinador por ter decidido ir para a NBA após ambos serem vice-campeões universitários. O camisa 20, inclusive, disse isso em sua carta de despedida para a torcida de Utah.

2017 - Nem tudo é perfeito

Celtics recebem: Marcus Morris

Pistons recebem: Avery Bradley

Para receber o contrato de Hayward, os Celtics tiveram que envolver Avery Bradley em uma troca com os Pistons, onde receberam Marcus Morris.

Com isso o time trocou um salário de 8.8 milhões de dólares por um de 5 milhões, gerando o espaço necessário.

Nada contra o irmão gêmeo de Markieff, que pode contribuir com Boston com seu estilo de jogo que pode encaixar bem com Horford, mas Bradley era um jogador muito identificado com a franquia - o último remanescente daquele time com Garnett, Pierce e Rondo.

Além disso, Bradley, que foi eleito para o 2º time de defesa em 2013 e para o 1º em 2016, vem de sua melhor temporada na carreira em pontos (16.3), rebotes (6.1), assistências (2.2) e minutos (33.4), tendo liderado o time ofensivamente em alguns jogos em 2016-17.

Porém, por estar em seu último ano de contrato, Ainge decidiu "perder" Bradley para "ganhar" Hayward.

2017 - Kyrie Irving ganha um time "pra chamar de seu" 

Celtics recebem: Kyrie Irving

Cavaliers recebem: Isaiah Thomas (via PHX), Jae Crowder (via DAL), Ante Zizic, escolha de 1ª dos Nets no draft de 2018 e escolha de 2ª rodada em 2020.

Já falamos um pouco no começo desse texto sobre alguns detalhes curiosos dessa troca, uma das poucas nos últimos tempos onde parece que todos podem ter se dado bem imediatamente - algo raro em trocas envolvendo grandes estrelas, vide as trocas que levaram Jimmy Butler para Minnesota e Paul George para OKC, por exemplo.

Afinal, Kyrie Irving havia pedido para ser trocado pelos Cavs, pois queria deixar a "sombra" de LeBron James, estava chateado com o tratamento recebido em Cleveland e não gostaria de passar por uma nova reformulação no caso de nova saída de King James.

E com essa troca os Celtics recebem a grande estrela para a qual vinham acumulando "ativos", Kyrie Irving consegue o protagonismo que queria em um time de Boston que terá um novo núcleo - dos titulares em 2016-17 apenas Horford permaneceu - e os Cavs conseguem a saída de um jogador insatisfeito recebendo um pacote exatamente como desejavam - ou seja, dos males o menor.

Como Danny Ainge construiu esse Boston Celtics de Al Horford, Gordon Hayward e Kyrie Irving
Kyrie sorridente após sua entrevista de apresentação (Foto: Associeted Press Photo)

Ora, Isaiah Thomas pode não ter o mesmo talento de Irving (a 1ª escolha do mesmo draft em que Thomas foi a 60ª), mas é um All Star e um armador que pode ajudar bastante LeBron e Cia. Já Crowder é um ótimo ala com um ótimo salário (em torno de 7 milhões com mais 3 anos de contrato) que ajudará na rotação dos atuais tricampeões do Leste, enquanto Zizic e as escolhas de draft podem ajudar no futuro da franquia.

Enfim, de modo geral foram essas 10 trocas que montaram a atual espinha dorsal da franquia mais vitoriosa da NBA.

E se os Celtics já lideraram o Leste de forma surpreendente em 2016-17, agora eles esperam dar mais um passo rumo às Finais da NBA. Só que para isso seguem precisando superar um obstáculo chamado LeBron James.

O primeiro encontro entre Cavs e Celtics já será na abertura da temporada 2017-18, no dia 17/10, em um jogo repleto de expectativas - confira mais jogos imperdíveis da próxima temporada aqui.

#ILoveThisGame 

Há 30 anos uma vitória brasileira plantava a semente do Dream Team

Título do Brasil nos Jogos Panamericanos de 87 em Indianápolis, vencendo os Estados Unidos na final colocou em dúvida supremacia americana

POR André C. Rocha dia

O ano era 1987 e o dia 23 de agosto acabou marcado na história não apenas do basquete, mas do esporte brasileiro.

Tudo bem que os Jogos Panamericanos são uma "competição de menor expressão" no âmbito FIBA, mas foi o ápice de uma geração que, se não alcançou os títulos da geração de Amaury Passos, Ubiratan e Wlamir Marques, conquistou um feito até hoje único na história: vencer uma seleção americana de basquete em seus domínios!

E aquela derrota no Pan de 87 foi ainda a semente do Dream Team americano, consolidada após o bronze americano nos Jogos Olímpicos de Seul (88).

Ou seja, aquela virada incrível em Indianápolis foi a 1ª vez que os americanos viram que não eram imbatíveis. E isso ninguém nunca tirará da conta daquele time brasileiro, que muitas outras vezes bateu na trave, mas que fez história nesse jogo.

Guerrinha, Israel, Gerson, Rolando, Cadum, Paulinho Villas Boas, Pipoka, o técnico Ary Vidal, Marcel e acima de tudo Oscar ficaram gravados na memória não apenas brasileira, mas também americana.

Confira vídeo na integra da vitória por 120 a 115 aqui.

Nas palavras do próprio Marcel eles "venceram o invencível".

Antes do jogo ninguém acreditava na vitória e mesmo depois da partida tudo ainda parecia meio inacreditável.

Há 30 anos uma vitória brasileira plantava a semente do Dream Team
Oscar em ação na Final de 87 (Foto: Mark Duncan-AP Photo)

Quando os americanos abriram 22 pontos de vantagem, os jogadores relatam que atletas e torcida americana já comemoravam mesmo antes do apito final. Só que do outro lado Marcel e Oscar fizeram o impossível. Marcaram 77 dos 120 pontos brasileiros, sendo responsáveis por 55 dos 66 pontos marcados no 2° tempo!

Os 2 fizeram chover bolas de 3 no que o próprio site da USA Basketball chama de “uma exibição ofensiva que muitos jamais se esquecerão”. No final do jogo o Brasil teve 13 bolas de 3 convertidas, enquanto o jovem time americano converteu apenas 2.

Era a 1ª vez que os americanos perdiam uma final de campeonato, a 1ª vez que sofriam mais de 100 pontos em um jogo em casa e o fim de uma invencibilidade de 34 partidas.

Oscar acabou o jogo com 46 pontos e 7 de 15 nas bolas de 3 (46.7%), enquanto Marcel teve 31 pontos. Ambos eram os pilares de um time que jogava um basquete moderno, baseado nas bolas de 3 e que atualmente é muito parecido com o jogo que está "na moda" na NBA. O Brasil só podia jogar assim pois tinha Marcel de Souza e Oscar Schmidt.

Recentemente, em entrevista à ESPN, Oscar chegou a comparar aquele estilo de jogo ao do Golden State Warriors atual:

"O jogo do Golden State Warriors hoje é exatamente o jeito que jogava a seleção brasileira na minha geração com o Ary Vidal, sem tirar nem botar nada. Se olhar o jogo do Golden State, eles não olham nem pro rebote. Está livre e já manda pau. Hoje o basquete da NBA joga desta maneira e eu tenho um orgulho danado de ter começado isso daí”.

O ex-jogador e hoje técnico Guerrinha também falou sobre esse estilo de jogo a Fábio Balassiano: "Naquela época tinha um estudo que as seleções chutavam 9 ou 10 bolas de 3 por jogo. Nossa seleção, de 20 a 30. Hoje, na NBA e nas demais equipes, está nesse patamar aí de 20 a 30. Jogávamos, lá atrás, o que se joga hoje".

Há 30 anos uma vitória brasileira plantava a semente do Dream Team
Rolando, Gerson, Guerrinha e Pipoka comemoram (Foto: Mark Duncan-AP Photo)

Os jogadores sabem que esse foi o fator principal para a vitória, primeiro porque os adversários eram muito mais eficientes no jogo perto da cesta, e depois porque foi uma forma de surpreender os adversários. "A gente não fazia contra-ataque, parava na linha dos três e arremessava, pegava o rebote e fazia a cesta se precisasse", relata Oscar.

Marcel expressa muito bem o sentimento do time antes e durante o jogo:

"A verdade é que eu estava morrendo de medo de tomarmos uma porrada deles, uma derrota de 50 pontos. Todo mundo tinha essa sensação. O único que acreditava na nossa vitória era o José Medalha (assistente-técnico do Brasil na época). Os EUA sempre levavam os melhores jogadores que não eram profissionais. Eles sempre eram os melhores. Chegamos no primeiro tempo e perdemos só por 14 pontos. O segundo tempo não começou bem, eles ficaram 24 pontos à frente. Pensei: “Ih, agora vem o ferro”. Então era hora de bater e intimidar. Foi o que fizemos. E eles entraram nessa provocação. Apesar de tudo, nós éramos mais experientes. Foi aí que eles passaram a errar muitos arremessos e nós, ao contrário, acertávamos.Também errávamos, mas tínhamos os pivôs lá dentro do garrafão para pegar os rebotes. Eu e o Oscar tínhamos liberdade para arremessarmos. Quando percebemos estávamos oito pontos na frente deles. Não é uma vantagem muito grande, mas víamos nas caras deles que eles sentiam que poderiam perder o jogo. Eles imaginavam que naquela hora era para estar uns 40 pontos a mais para os EUA".

"Depois daquele dia, eu passei a acreditar que posso fazer qualquer coisa na vida". (Marcel)

"Esse jogo mudou a minha vida. Nós lutamos contra o impossível e vencemos o invencível. Depois daquele dia, eu passei a acreditar que posso fazer qualquer coisa na vida", disse em 2012 ao site da Liga Nacional de Basquete.

Marcel exalta ainda o fato de que no intervalo já tinham visto aos americanos prepararem a festa do título, além da demora no pódio, pois sequer tinham o hino brasileiro no ginásio:

"Quando percebemos estávamos oito pontos na frente. Foi só administrar o placar. Eles ficaram assustados. Jogar na frente dos Estados Unidos não era raro. O que não acontecia era evitar a virada. No Pan de Caracas, em 1983, também ficamos na frente, mas acabamos perdendo os dois jogos, um por três pontos na última bola e outro por oito pontos. Contra um time que tinha o Michael Jordan. A certeza do título era tão grande que não levaram. A nossa cerimônia era a primeira, antes das mulheres, pois como no feminino os Estados Unidos venceram o Brasil, eles queriam encerrar os Jogos com o hino deles. Tiveram de ir ao estádio do futebol buscar o Hino do Brasil".

Há 30 anos uma vitória brasileira plantava a semente do Dream Team
Marcel abraçae seu irmão Maury após o apito final (Foto: arquivo CBB)

Marcel também faz questão de destacar o impacto daquele vitória além daquele jogo: "O mais importante eu acho que nem é isso. O mais relevante para o basquete mundial foram as mudanças de regras nos Estados Unidos. Lá, eles levam anos para mudar, fazem estudos. A NCAA (basquete universitário americano) não tinha linha de três. Nós ganhamos em agosto e, no fim de novembro, eles já tinham mudado isso. Na final do Pan, os americanos não entendiam como tinham perdido tendo feito mais cestas. Eles praticamente desprezavam o arremesso de três pontos". 

Foi algo tão impensável, que a ficha até demorou a cair para alguns, como relata o ex-pivô Pipoka, também ao site da LNB: "Fizemos escala em Nova Iorque e vimos uma foto do Marcel comemorando na primeira página do New York Times. O comandante do avião da Varig que nos levou de volta para o Brasil nos deu parabéns. Aí nós vimos a importância daquela vitória".

Pikoka foi o 2º brasileiro a vestir a camisa de um time da NBA. Foi uma passagem curta pelo Dallas Mavericks em 1991 (1 jogo oficial com 2 pontos, 2 assistências e 1/2 nos arremessos em 9 minutos), mas que é motivo de orgulho para ele. "Me sinto muito orgulhoso de ter feito parte dessa história e de ter contribuído ao menos um pouco para que o nome do Brasil entrasse na NBA", disse à Fábio Balassiano em 2016.

Mas o maior orgulho de sua bela carreira foi em 87: "Eu fico muito orgulhoso de ter feito parte desse grupo, que foi feito na base da amizade. Cada um sabia o seu lugar na equipe. Cada chute é um chute, dizíamos. Tinham aqueles que tocavam o piano e aqueles que carregavam. Mas todo mundo encarava isso numa boa. Por isso, esse ouro foi a nossa recompensa pelo grupo que formamos".

Além de Pipoka, outro jogador do Brasil com passagem na NBA naquele grupo foi o também pivô Rolando Ferreira, 26º escolhido no draft de 1988 pelo Portland Trail Blazers. Porém, ele também não teve muito espaço e jogou apenas 11 partidas com minutos limitados (34 no total) antes de ser dispensado pelo time - ainda foi colocado na lista de contundidos, fingindo uma lesão antes disso.

Curiosamente os craques Oscar e Marcel não jogaram na liga americana e Oscar, selecionado pelo New Jersey Nets em 1984, optou por não ir para os Estados Unidos para não ser impedido de defender o Brasil.

"Eu falei ‘Eu não vou lá, mas vou mostrar que eu sou bom nesse negócio’. Fiz o camp deles, uma semana de treino, uma semana de jogo. Joguei dois jogos contra o Charles Barkley, ele no Philadelphia, e matei todo mundo. Cheguei pro técnico antes do campeonato começar e falei ‘aqui é um ponto por minuto hein’. Me ofereceram um contrato. Não estava nem na previsão do New Jersey Nets isso. Seria o primeiro estrangeiro do mundo a jogar na NBA", disse o eterno camisa 14 à ESPN.

E caso ele tivesse topado, dificilmente o título do Pan em 1987 traria tanto orgulho aos brasileiros.

Falando em NBA, apesar de não serem profissionais à época, aquele time americano de 87 teve vários atletas que chegaram à liga: Rex Chapman, Pervis Ellison, Danny Manning e em especial David Robinson, entre outros.

Há 30 anos uma vitória brasileira plantava a semente do Dream Team
Oscar encara marcação de David Robinson (Foto: Mark Duncan-AP Photo)

Robinson, bi-campeão olímpico posteriormente (1992 e 1996, após o bronze em 1988), teve 20 pontos e 10 rebotes naquela final em limitados 15 minutos devido às faltas cometidas. O membro do Hall da Fama do basquete disse em 2014 ao Globo Esporte.com:

"Aquela derrota foi fundamental para que os EUA criassem o Dream Team". (David Robinson)

"Aquela derrota foi fundamental para que os Estados Unidos criassem o Dream Team para as Olimpíadas de Barcelona 1992. Quando perdemos para o Brasil, nós vimos o quanto o basquete internacional havia evoluído. Eu até me sinto lisonjeado por ter perdido aquela final do Pan para o Brasil e jamais esqueci daquele dia. Depois, nós ainda acabamos ficando com a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Seul 1988 e ficou realmente claro que precisaríamos criar a seleção mais forte possível".

O Almirante também elogiou Marcel e Oscar: "Marcel e Oscar jogaram muito bem, todas as bolas deles acabavam caindo e o Brasil mereceu aquela vitória. O Oscar brilhou realmente. Não jogamos o suficiente para vencê-los e os brasileiros ganharam na nossa casa, em Indianápolis. Foi um jogo fenomenal para o Brasil. Impressionou todo mundo naquela época".

E tudo isso mostra que não uma vitória qualquer, mas sim um feito que deve ser lembrado e valorizado. E nada melhor do que palavras do emotivo "Mão Santa" Oscar Schmidt para resumir o que foi aquele ouro em Idianápolis:

“Foi a maior alegria e a maior emoção da minha carreira na Seleção. Tenho o maior orgulho de ter participado daquele time". (Oscar)

“Foi a maior alegria e a maior emoção da minha carreira na Seleção. Ganhar aquela final quando ninguém apostava na gente, depois de irmos para o intervalo perdendo de 20 pontos, virar o jogo, vencer a partida e ser campeão dentro da casa deles, metendo 120 pontos, coisa que nunca havia acontecido. Foi demais! Tenho o maior orgulho de ter participado daquele time, daquele grupo que era uma verdadeira família, companheiros que estavam ao meu lado em histórias maravilhosas e conquistas inesquecíveis” disse Oscar ao site da CBB em 2015.

Parabéns a todos os envolvidos no feito de 87!!!

Que possamos comemorar essa data por muito mais do que 30 anos.

Mas que não fique apenas no saudosismo. Ou seja, que essa vitória possa servir de inspiração para a atual e as futuras gerações do Brasil para que nossa seleção possa buscar retomar uma posição de destaque no cenário internacional.

Há 30 anos uma vitória brasileira plantava a semente do Dream Team
Oscar vibra após cesta diante dos atônitos americanos (Foto: Mark Duncan-AP Photo)

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NBA divulga calendário da temporada 2017-18. Confira quais são os jogos imperdíveis!

Reedição das finais, retornos de ex-jogadores à suas cidades anteriores, duelos entre as promessas do draft. Anote na agenda os jogos imperdíveis na NBA

POR André C. Rocha dia
NBA divulga calendário da temporada 2017-18. Confira quais são os jogos imperdíveis!
Jogadores vendo divulgação para a imprensa durante o ASG (Foto: facebook NBA.com)

A NBA divulgou seu calendário de jogos para a temporada 2017-18.

Confira todos os jogos no site oficial da NBA.

A temporada vai começar 10 dias mais cedo do que em 2016 para tentar espaçar mais os jogos, diminuir os jogos em noites consecutivas e com isso evitar que jogadores sejam poupados, principalmente nas partidas da TV (relembre polêmica sobre isso na temporada 2016-17).

Seguem destaques e 20 jogos imperdíveis com a respectiva justificativa.

Celtics vs Cavs

Dia 17/10 - Quicken Loans Arena - Cleveland, OH

NBA divulga calendário da temporada 2017-18. Confira quais são os jogos imperdíveis!
LeBron encara marcação de Jaylen Brown (Foto: Elsa-Getty Images)

Na abertura da temporada já veremos a reedição da Final do Leste em 2017. Adiciona-se à isso a chegada de Gordon Hawyard no elenco dos Celtics e a bomba que foi a troca que levou Kyrie Irving para Boston e Isaiah Thomas e Jae Crowder para Cleveland. Vamos ver como será o reencontro entre LeBron James e Irving e como a torcida receberá o 4 vezes All Star. Será uma bela forma de "matar a saudade" do melhor basquete do mundo.

Rockets vs Warriors

Dia 17/10 - ORACLE Arena - Oakland, CA

NBA divulga calendário da temporada 2017-18. Confira quais são os jogos imperdíveis!
James Harden contra Klay Thompson e Zaza Pachulia (Foto: Troy Taormina - USA Today Sports)

No 1º dia também veremos pela 1ª vez o novo Rockets da dupla James Harden e Chris Paul. E o time texano encara nada menos que os atuais campeões, em duelo entre o time de melhor campanha da NBA na temporada passada contra o 3º colocado do Oeste. É uma rodada realmente para acabar com qualquer crise de abstinência. Ainda mais depois de termos visto também a estreia dos Cavs.

Celtics vs 76ers

Dia 20/10 - Wells Fargo Center - Philadelphia, PA

NBA divulga calendário da temporada 2017-18. Confira quais são os jogos imperdíveis!
Jayson Tatum supera Markelle Fultz na Summer League (Foto: AP News)

Antes do último draft os Celtics e Sixers trocaram de posição e com isso Markelle Fultz acabou em Philadelphia, enquanto Boston selecionou Jayson Tatum. E já no dia 20/10 temos a chance de ver ambos em ação para avaliar se as escolhas das franquias se mostram acertadas. Cabe lembrar que na última Summer League Tatum os Celtics levaram a melhor sobre Fultz e os 76ers

Pelicans vs Kings

Dia 26/10 - Golden 1 Center - Sacramento, CA

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Anthony Davis e DeMarcus Cousins antes da ida do pivô para Nova Orleans (Foto: Steve Yeater - Associated Press)

O retorno de DeMarcus Cousins à Sacramento com a camisa dos Pelicans. O próprio pivô declarou recentemente que está contando os dias para esse reencontro com a franquia que o trocou em meio ao último All Star Weeekend.

Warriors vs Spurs

Dia 02/11 - AT&T Center - San Antonio, TX

NBA divulga calendário da temporada 2017-18. Confira quais são os jogos imperdíveis!
Kevin Durant parte pra cima de Kawhi Leonard (Foto: si.com)

O 1º duelo entre os 2 times de melhor campanha na NBA nas últimas 2 temporadas. Os Warriors seguem como time a ser batido, mas, apesar de nenhuma contratação bombástica (apenas Rudy Gay chegou com algum destaque), não dá pra menosprezar o elenco que Gregg Popovich tem em mãos, especialmente Kawhi Leonard, LaMarcus Aldridge e Pau Gasol.

Nets vs Lakers

Dia 03/11 - Staples Center - Los Angeles, CA

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D'Angelo Russell e Brook Lopez foram trocados por Lakers e Nets (Foto: nba.com)

O reencontro de D´Angelo Russell com a franquia que o draftou na 2ª posição em 2015, mas que o trocou com os Nets para "abrir espaço" para Lonzo Ball. O perfil de Russell, somada aos seus últimos comentários de que "não se importa com a opinião" de Magic Johnson sobre ele indicam que ele deve querer "mostrar serviço" diante da ex-equipe. E isso torna o duelo entre ele e Lonzo Ball muito interessante.

76ers vs Lakers

Dia 15/11 - Staples Center - Los Angeles, CA

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Julius Randle supera a defesa dos Sixers (Foto: nba.com)

O 1º duelo entre as 2 primeiras escolhas do último draft: Markelle Fultz e Lonzo Ball. Certamente ambos tentarão provar seu talento no início do que pode ser uma nova rivalidade na NBA. E claro, ambos cercados de jovens talentos, reunidos pelas 2 franquias nas últimas temporadas com campanhas ruins, mas que lhe valeram boas escolhas de draft em sequência.

Warriors vs Thunder

Dia 22/11 - Chesapeake Energy Arena - Oklahoma City, OK

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Durant e Westbrook em seu 1° duelo na última temporada (Foto: Erza Shaw-Getty Images)

Dia 22 de novembro reserva no calendário mais uma visita de Kevin Durant à Oklahoma. Será que a hostilidade vista na 1ª temporada do craque com a camisa dos Warriors permanecerá? Ou será que o tempo ajudou a curar a mágoa dos torcedores do Thunder? E como será o reencontro do MVP das Finais (KD) com o MVP da temporada (Russell Westbrook)? Será que eles realmente "fizeram as pazes"? Pode ser que em novembro tenhamos essa resposta.

Thunder vs Pacers

Dia 13/12 - Bankers Life Fieldhouse - Indianapolis, IN

NBA divulga calendário da temporada 2017-18. Confira quais são os jogos imperdíveis!
Paul George e Andre Roberson serão companheiros de equipe a partir de 2017-18 (Foto: Brian Spurlock-USA Today Sports)

O 1º duelo de Paul George contra os Pacers será em 25/10/17, mas será em 13 de dezembro que o camisa 13 vai visitar pela 1ª vez Indiana após sua troca com o OKC Thunder. Será que a torcida vai receber bem o melhor jogador da franquia nos últimos anos ou será que veremos algo parecido com o que Durant encontrou em Oklahoma temporada passada? No caso houve uma troca e não uma opção como agente livre, mas ainda assim cabe a dúvida sobre a receptividade...

Spurs vs Rockets

Dia 15/12 - Toyota Center - Houston, TX

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Toco decisivo nos segundos finais do Jogo 5 dos Playoffs de 2017 (Foto: For The Win-USA Today Sports)

Será o 1° reencontro entre os times texanos após a vitória dos Spurs nos playoffs da temporada passada (4 a 2). Será a chance de ver como James Harden reagirá diante dos rivais após o "apagão" no final da série, especialmente após o toco incrível que ele levou de Manu Ginobili na prorrogação do Jogo 5. Só que dessa vez ele terá que enfrentar ainda Kawhi Leonard, que estava lesionado naquele confronto.

Dia 25/12 - Rodada de Natal

76ers vs Knicks - Madison Square Garden - New York, NY

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Será que Melo enfrentará Embiid na Rodada de Natal? (Foto: For The Win-USA Today Sports)

Veremos os Sixers e sua "molecada" de volta à rodada de Natal da NBA após 16 anos. Com isso, Joel Embiid, Dario Saric, Ben Simmons e Markelle Fultz terão a chance de aparecer em um jogo com grande apelo de mídia. Do outro lado veremos um time dos Knicks em busca de uma nova identidade, não se sabe se ainda com Carmelo Anthony, mas certamente com Kristaps Porzingis como destaque.

Cavs vs Warriors - ORACLE Arena - Oakland, CA

NBA divulga calendário da temporada 2017-18. Confira quais são os jogos imperdíveis!
Curry e James na Rodada de Natal em 2016 (Foto: Jason Miller- GettyImages)

A reedição das 3 últimas finais da NBA acontecerá novamente na rodada de Natal. Em 2015 vitória dos Warriors por 89 a 83, em 2016 vitória dos Cavs por 109 a 108. Agora, assim como nas Finais do ano passado, teremos a decisão dessa "série melhor de 3" entre os grandes rivais dos últimos anos. Stephen Curry, Kevin Durant, Klay Thompson, Draymond Green, LeBron James, Kevin Love e agora Isaiah Thomas nos brindarão mais uma vez com uma dos maiores reuniões de talentos da NBA na atualidade.

Wizards vs Celtics - TD Garden - Boston, MA

NBA divulga calendário da temporada 2017-18. Confira quais são os jogos imperdíveis!
Marcin Gortat e Al Horford em uma das muitas disputas de bola do confronto (Foto: sportingnews.com)

Pela 1ª vez na história os Celtics farão um jogo de Natal como mandantes. E será em um duelo contra os Wizards, em uma das maiores rivalidades atualmente dentro da Conferência Leste da NBA. Alguns dos últimos encontros entre os times foram bastante pegados e dessa vez teremos a chance de ver o duelo entre John Wall e o novo armador dos Celtics Kyrie Irving em uma data especial do calendário da NBA.

Rockets vs Thunder - Chesapeake Energy Arena - Oklahoma City, OK

NBA divulga calendário da temporada 2017-18. Confira quais são os jogos imperdíveis!
Harden invade o garrafão do Thunder nos playoffs de 2017 (Foto: Troy Taormina-USA Today Sports)

Mais um duelo entre Russell Westbrook e James Harden, os 2 principais nomes na corrida pelo Prêmio de MVP na temporada passada, agora na rodada de Natal da NBA. Nos últimos playoffs os Rockets levaram a melhor por 4 a 1, mas vamos ver agora o impacto no duelo das chegas de Chris Paul a Houston e da Paul George à Oklahoma City.

Timberwolves vs Lakers - Staples Center - Los Angeles, CA

NBA divulga calendário da temporada 2017-18. Confira quais são os jogos imperdíveis!
Karl-Anthony Towns encara Julius Randle (Foto: Jesse Johnson-USA Today Sports)

A escolha dos Wolves para a rodada da Natal é um indício dos "novos tempos da NBA", a partir da próxima temporada. A adição de Jimmy Butler e a chegada de reforços como Jeff Teague e Jamal Crawford para jogar ao lado de Andrew Wiggins e Karl-Anthony Towns colocam muita expectativa sobre Minnesota. Já a escolha pelos Lakers traz muito do impacto esperado pela chegada de Lonzo Ball à NBA, na 1ª grande ação do presidente Magic Johnson.

Raptors vs Cavs

Dia 11/01 - Air Canada Centre - Toronto, ON

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LeBron encara marcação de DeRozan na temporada 2016-17 (Foto: slamonline.com)

O reencontro entre Cavs e Raptors após a "varrida" dos últimos playoffs. Cabe lembrar que tanto Kyle Lowry, quanto DeMar Derozan, os astros dos Raptors, disseram que a eliminação nos playoffs pelo 2º ano consecutivo teve um grande motivo: LeBron James (confira aqui e aqui). Vamos ver como ambos se comportam nesse novo confronto com os Cavs.

Dia 15/01 - Martin Luther King Day

Warriors vs Cavs - Quicken Loans Arena - Cleveland, OH

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Durant e LeBron nas Finais de 2017 (Foto: NBA.com)

O 2º duelo entre Cavs e Warriors na temporada também não poderia deixar de ser destacado. Nas últimas 3 temporadas sempre vimos uma vitória para cada lado no confronto. Vamos aguardar para saber o que acontecerá em 2017-18.

Rockets vs Clippers - Staples Center - Los Angeles, CA

NBA divulga calendário da temporada 2017-18. Confira quais são os jogos imperdíveis!
James Harden marca Blake Griffin (Foto: clutchpoints.com)

A 1ª visita de Chris Paul a Los Angeles após sua ida para Houston. Os times já terão se enfrentado pela 1ª vez em 20/12, mas em janeiro será o reencontro de CP3 com a torcida dos Clippers.

Wolves vs Bulls

Dia 09/02 - United Center - Chicago, IL

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Andrew Wiggins contra Dwyane Wade (Foto: fansided.com)

Será o retorno de Jimmy Butler à Chicago, após ter sido mandado para Minnesota. Vamos aguardar as homenagens da torcida e da franquia ao camisa 21. Não se sabe se Dwyane Wade ainda será um Bull até lá.

Celtics vs Jazz

Dia 28/03 - Vivint Smart Home Arena - Salt Lake City, UT

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O "sobrevivente" Marcus Smart encara marcação do brazuca Raulzinho (Foto: John Wilcox - Boston Herald)

O 1º confronto entre Gordon Hayward e o Utah Jazz ocorrerá em 15 de dezembro, em Boston, mas não dá pra destacar a 1ª visita do camisa 20 à Salt Lake City vestindo o manto celta. Vamos ver como a torcida do Jazz receberá o jogador, que defendeu a equipe em suas primeiras 7 temporadas na NBA.

Curiosidades sobre o calendário:

  • A temporada começará 10 dias mais cedo;
  • Não haverão mais séries de 4 jogos em 5 noites para nenhuma franquia;
  • O máximo de jogos em um período de 30 dias será de 17;
  • As séries de 5 jogos em 7 noites foram diminuídas para menos da metade da última temporada;
  • Todos os times jogarão 2 back-to-back jogos a menos;
  • As viagens para jogos únicos na estrada foram diminuídas em quase 20%;
  • Haverão mais jogos aos finais de semana (19 a mais) , a maioria deles acontecendo aos sábados;
  • Os Warriors são o time com mais transmissões nos EUA (TNT, ABC, ESPN e NBA TV) com 43 jogos;
  • Na sequência temos o novo "super time" do Houston Rockets com 40;
  • O 3º lugar fica com o tricampeão do Leste Cleveland Cavaliers com 39 jogos;
  • Em 4º temos o Thunder do MVP Westbrook com 37;
  • O efeito Lonzo Ball colocou os Lakers em 5º com 35 jogos transmitidos;
  • Wolves (10º com 25 jogos) e Sixers (11º com 23) também subiram na lista;
  • Os Bulls terão apenas 5 jogos transmitidos, sendo apenas um na ESPN (os outros 5 serão na NBA TV) e é apenas o 26º da lista; e,
  • Magic, Pacers, Hawks e Nets terão apenas jogos transmitidos pela NBA TV, com 4, 2, 2 e 2, respectivamente.
NBA divulga calendário da temporada 2017-18. Confira quais são os jogos imperdíveis!
Número de jogos de cada equipe com transmissão para os EUA (Imagem: facebook)

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Todos os novos uniformes da Nike dos times da NBA para a temporada 2017-18

Segue compilação do todos os uniformes da NBA produzidos pela Nike e divulgados para a temporada 2017-18

POR André C. Rocha dia
Todos os novos uniformes da Nike dos times da NBA para a temporada 2017-18
A Nike vai produzir a partir da temporada 2016-17 as Camisas da NBA (Imagem: sneakers news)

Em junho de 2017 a NBA anunciou uma parceria com a Nike para a confecção dos uniformes das 30 franquias da liga a partir da temporada 2017-18.

O acordo tem duração de 8 anos e foi assim definido pelo Comissário da NBA Adam Silver: "É um novo paradigma na estrutura de divulgação global da NBA. Como fornecedora exclusiva de material a Nike será fundamental em nossos esforços de divulgar o jogo globalmente, enquanto utilizamos a mais moderna tecnologia em nosso uniformes e produtos".

Após diversas especulações sobre as novas camisas a Nike fez uma divulgação oficial sobre o material dos uniformes, sua criação e sobre novos conceitos que vão além dos uniformes "de mandante" e "de visitante"

E as últimas semanas as franquias passaram e divulgar os uniformes gradativamente.

Segue complicação de todos os modelos.

ATLANTA HAWKS

Os Hawks ainda não fizeram um anúncio oficial dos novos uniformes, mas via twitter reproduziram as fotos dos seus calouros no ensaio para os cards da Panini.

BOSTON CELTICS

BROOKLYN NETS

CHARLOTTE HORNETS

Única equipe que não estampará o logo da Nike, mas sim o da subsidiária Jordan, marca em homenagem ao proprietário da equipe.

Mais detalhes em: Hornets divulgam novos uniformes.

CHICAGO BULLS

Primeira equipe a divulgar que o uniforme que anteriormente era o de visitante (vermelho) passará a ser o principal.

CLEVELAND CAVALIERS

Os Cavs apresentaram seus novos uniformes com a inclusão do patrocínio da Goodyear.

DALLAS MAVERICKS

DENVER NUGGETS

DETROIT PISTONS

GOLDEN STATE WARRIORS

Os Warriors foram os primeiros a ter seu novo uniforme revelado e com o ensaio da Panini vimos mais detalhes do manto da "dub nation".

HOUSTON ROCKETS

Curiosamente os uniformes dos Rockets foram divulgados primeiro no vídeo de lançamento do jogo NBA LIVE 18, que terá James Harden na capa:

Mas logo depois foram confirmados oficialmente:

INDIANA PACERS

Os Pacers foram uma das franquias que mais inovaram nos novos uniformes:

LA CLIPPERS

LOS ANGELES LAKERS

Os Lakers foram a primeira equipe a apresentar 3 modelos de uniforme:

MEMPHIS GRIZZLIES

MIAMI HEAT

O Miami Heat também ainda não fez o anúncio oficial, mas o uniforme pode ser visto no álbum da Panini e no preview do NBA 2K18.

MILWAUKEE BUCKS

O time de Milwaukee divulgou ainda o "patch" com o patrocínio da Harley Davidson:

MINNESOTA TIMBERWOLVES

Seguindo a reformulação do visual da franquia, os Wolves foram outra equipe que fizeram mudanças drásticas nos uniformes:

NEW ORLEANS PELICANS

NEW YORK KNICKS

OKLAHOMA CITY THUNDER

ORLANDO MAGIC

Mais uma franquia sem o anúncio oficial, mas com fotos do ensaio de calouros da Panini.

PHILADELPHIA 76ERS

Os Sixers trouxeram em sua nova camisa uma homenagem à cidade de Philadelphia:

PHOENIX SUNS

Os Suns trouxeram uma camisa inspirada em modelos do passado da franquia:

PORTLAND TRAIL BLAZERS

Mais detalhes em: Blazers divulgam novos uniformes.

SACRAMENTO KINGS

SAN ANTONIO SPURS

TORONTO RAPTORS

A primeira divulgação foi feita pela 2K Sports quando da escolha de DeMar DeRozan para a capa da edição 2018 do jogo NBA 2K no Canadá:

E o uniforme apareceu ainda nas fotos dos calouros da Panini:

UTAH JAZZ

WASHINGTON WIZARDS

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