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Sobre o Autor:

André C. Rocha

André C. Rocha

Apaixonado pela NBA desde que viu o Dream Team em 92, torcedor do Bulls e defensor da tese de que "73 não vale nada sem um título". Desde de 2014 tem um tumblr sobe esportes e que tem como assunto principal o basquete: http://entrequatrolinhas.tumblr.com

NBA divulga calendário da temporada 2017-18. Confira quais são os jogos imperdíveis!

Reedição das finais, retornos de ex-jogadores à suas cidades anteriores, duelos entre as promessas do draft. Anote na agenda os jogos imperdíveis na NBA

POR André C. Rocha dia
NBA divulga calendário da temporada 2017-18. Confira quais são os jogos imperdíveis!
Jogadores vendo divulgação para a imprensa durante o ASG (Foto: facebook NBA.com)

A NBA divulgou seu calendário de jogos para a temporada 2017-18.

Confira todos os jogos no site oficial da NBA.

A temporada vai começar 10 dias mais cedo do que em 2016 para tentar espaçar mais os jogos, diminuir os jogos em noites consecutivas e com isso evitar que jogadores sejam poupados, principalmente nas partidas da TV (relembre polêmica sobre isso na temporada 2016-17).

Seguem destaques e 20 jogos imperdíveis com a respectiva justificativa.

Celtics vs Cavs

Dia 17/10 - Quicken Loans Arena - Cleveland, OH

NBA divulga calendário da temporada 2017-18. Confira quais são os jogos imperdíveis!
LeBron encara marcação de Jaylen Brown (Foto: Elsa-Getty Images)

Na abertura da temporada já veremos a reedição da Final do Leste em 2017. Adiciona-se à isso a chegada de Gordon Hawyard no elenco dos Celtics e a necessidade de ver como estará o time de Cleveland após toda a polêmica envolvendo LeBron James e Kyrie Irving (se o armador não for trocado até lá), além de vermos como a torcida receberá o 4 vezes All Star. Será uma bela forma de "matar a saudade" do melhor basquete do mundo.

Rockets vs Warriors

Dia 17/10 - ORACLE Arena - Oakland, CA

NBA divulga calendário da temporada 2017-18. Confira quais são os jogos imperdíveis!
James Harden contra Klay Thompson e Zaza Pachulia (Foto: Troy Taormina - USA Today Sports)

No 1º dia também veremos pela 1ª vez o novo Rockets da dupla James Harden e Chris Paul. E o time texano encara nada menos que os atuais campeões, em duelo entre o time de melhor campanha da NBA na temporada passada contra o 3º colocado do Oeste. É uma rodada realmente para acabar com qualquer crise de abstinência. Ainda mais depois de termos visto também a estreia dos Cavs.

Celtics vs 76ers

Dia 20/10 - Wells Fargo Center - Philadelphia, PA

NBA divulga calendário da temporada 2017-18. Confira quais são os jogos imperdíveis!
Jayson Tatum supera Markelle Fultz na Summer League (Foto: AP News)

Antes do último draft os Celtics e Sixers trocaram de posição e com isso Markelle Fultz acabou em Philadelphia, enquanto Boston selecionou Jayson Tatum. E já no dia 20/10 temos a chance de ver ambos em ação para avaliar se as escolhas das franquias se mostram acertadas. Cabe lembrar que na última Summer League Tatum os Celtics levaram a melhor sobre Fultz e os 76ers

Pelicans vs Kings

Dia 26/10 - Golden 1 Center - Sacramento, CA

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Anthony Davis e DeMarcus Cousins antes da ida do pivô para Nova Orleans (Foto: Steve Yeater - Associated Press)

O retorno de DeMarcus Cousins à Sacramento com a camisa dos Pelicans. O próprio pivô declarou recentemente que está contando os dias para esse reencontro com a franquia que o trocou em meio ao último All Star Weeekend.

Warriors vs Spurs

Dia 02/11 - AT&T Center - San Antonio, TX

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Kevin Durant parte pra cima de Kawhi Leonard (Foto: si.com)

O 1º duelo entre os 2 times de melhor campanha na NBA nas últimas 2 temporadas. Os Warriors seguem como time a ser batido, mas, apesar de nenhuma contratação bombástica (apenas Rudy Gay chegou com algum destaque), não dá pra menosprezar o elenco que Gregg Popovich tem em mãos, especialmente Kawhi Leonard, LaMarcus Aldridge e Pau Gasol.

Nets vs Lakers

Dia 03/11 - Staples Center - Los Angeles, CA

NBA divulga calendário da temporada 2017-18. Confira quais são os jogos imperdíveis!
D'Angelo Russell e Brook Lopez foram trocados por Lakers e Nets (Foto: nba.com)

O reencontro de D´Angelo Russell com a franquia que o draftou na 2ª posição em 2015, mas que o trocou com os Nets para "abrir espaço" para Lonzo Ball. O perfil de Russell, somada aos seus últimos comentários de que "não se importa com a opinião" de Magic Johnson sobre ele indicam que ele deve querer "mostrar serviço" diante da ex-equipe. E isso torna o duelo entre ele e Lonzo Ball muito interessante.

76ers vs Lakers

Dia 15/11 - Staples Center - Los Angeles, CA

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Julius Randle supera a defesa dos Sixers (Foto: nba.com)

O 1º duelo entre as 2 primeiras escolhas do último draft: Markelle Fultz e Lonzo Ball. Certamente ambos tentarão provar seu talento no início do que pode ser uma nova rivalidade na NBA. E claro, ambos cercados de jovens talentos, reunidos pelas 2 franquias nas últimas temporadas com campanhas ruins, mas que lhe valeram boas escolhas de draft em sequência.

Warriors vs Thunder

Dia 22/11 - Chesapeake Energy Arena - Oklahoma City, OK

NBA divulga calendário da temporada 2017-18. Confira quais são os jogos imperdíveis!
Durant e Westbrook em seu 1° duelo na última temporada (Foto: Erza Shaw-Getty Images)

Dia 22 de novembro reserva no calendário mais uma visita de Kevin Durant à Oklahoma. Será que a hostilidade vista na 1ª temporada do craque com a camisa dos Warriors permanecerá? Ou será que o tempo ajudou a curar a mágoa dos torcedores do Thunder? E como será o reencontro do MVP das Finais (KD) com o MVP da temporada (Russell Westbrook)? Será que eles realmente "fizeram as pazes"? Pode ser que em novembro tenhamos essa resposta.

Thunder vs Pacers

Dia 13/12 - Bankers Life Fieldhouse - Indianapolis, IN

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Paul George e Andre Roberson serão companheiros de equipe a partir de 2017-18 (Foto: Brian Spurlock-USA Today Sports)

O 1º duelo de Paul George contra os Pacers será em 25/10/17, mas será em 13 de dezembro que o camisa 13 vai visitar pela 1ª vez Indiana após sua troca com o OKC Thunder. Será que a torcida vai receber bem o melhor jogador da franquia nos últimos anos ou será que veremos algo parecido com o que Durant encontrou em Oklahoma temporada passada? No caso houve uma troca e não uma opção como agente livre, mas ainda assim cabe a dúvida sobre a receptividade...

Spurs vs Rockets

Dia 15/12 - Toyota Center - Houston, TX

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Toco decisivo nos segundos finais do Jogo 5 dos Playoffs de 2017 (Foto: For The Win-USA Today Sports)

Será o 1° reencontro entre os times texanos após a vitória dos Spurs nos playoffs da temporada passada (4 a 2). Será a chance de ver como James Harden reagirá diante dos rivais após o "apagão" no final da série, especialmente após o toco incrível que ele levou de Manu Ginobili na prorrogação do Jogo 5. Só que dessa vez ele terá que enfrentar ainda Kawhi Leonard, que estava lesionado naquele confronto.

Dia 25/12 - Rodada de Natal

76ers vs Knicks - Madison Square Garden - New York, NY

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Será que Melo enfrentará Embiid na Rodada de Natal? (Foto: For The Win-USA Today Sports)

Veremos os Sixers e sua "molecada" de volta à rodada de Natal da NBA após 16 anos. Com isso, Joel Embiid, Dario Saric, Ben Simmons e Markelle Fultz terão a chance de aparecer em um jogo com grande apelo de mídia. Do outro lado veremos um time dos Knicks em busca de uma nova identidade, não se sabe se ainda com Carmelo Anthony, mas certamente com Kristaps Porzingis como destaque.

Cavs vs Warriors - ORACLE Arena - Oakland, CA

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Curry e James na Rodada de Natal em 2016 (Foto: Jason Miller- GettyImages)

A reedição das 3 últimas finais da NBA acontecerá novamente na rodada de Natal. Em 2015 vitória dos Warriors por 89 a 83, em 2016 vitória dos Cavs por 109 a 108. Agora, assim como nas Finais do ano passado, teremos a decisão dessa "série melhor de 3" entre os grandes rivais dos últimos anos. Stephen Curry, Kevin Durant, Klay Thompson, Draymond Green, LeBron James, Kevin Love e Kyrie Irving (pelo menos por enquanto) nos brindarão mais uma vez com uma dos maiores reuniões de talentos da NBA na atualidade.

Wizards vs Celtics - TD Garden - Boston, MA

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Isaiah Thomas e John Wall nos playoffs de 2017 (Foto: Maddie Meyer- Getty Images)

Pela 1ª vez na história os Celtics farão um jogo de Natal como mandantes. E será em um duelo contra os Wizards, em uma das maiores rivalidades atualmente dentro da Conferência Leste da NBA. Alguns dos últimos encontros entre os times foram bastante pegados e dessa vez teremos a chance de ver o duelo entre John Wall e Isaiah Thomas não nos playoffs, mas em uma data especial do calendário da NBA.

Rockets vs Thunder - Chesapeake Energy Arena - Oklahoma City, OK

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Harden invade o garrafão do Thunder nos playoffs de 2017 (Foto: Troy Taormina-USA Today Sports)

Mais um duelo entre Russell Westbrook e James Harden, os 2 principais nomes na corrida pelo Prêmio de MVP na temporada passada, agora na rodada de Natal da NBA. Nos últimos playoffs os Rockets levaram a melhor por 4 a 1, mas vamos ver agora o impacto no duelo das chegas de Chris Paul a Houston e da Paul George à Oklahoma City.

Timberwolves vs Lakers - Staples Center - Los Angeles, CA

NBA divulga calendário da temporada 2017-18. Confira quais são os jogos imperdíveis!
Karl-Anthony Towns encara Julius Randle (Foto: Jesse Johnson-USA Today Sports)

A escolha dos Wolves para a rodada da Natal é um indício dos "novos tempos da NBA", a partir da próxima temporada. A adição de Jimmy Butler e a chegada de reforços como Jeff Teague e Jamal Crawford para jogar ao lado de Andrew Wiggins e Karl-Anthony Towns colocam muita expectativa sobre Minnesota. Já a escolha pelos Lakers traz muito do impacto esperado pela chegada de Lonzo Ball à NBA, na 1ª grande ação do presidente Magic Johnson.

Raptors vs Cavs

Dia 11/01 - Air Canada Centre - Toronto, ON

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Será que veremos um duelo Irving Lowry ou será que o camisa já vai ter deixado os Cavs? (Foto: Yahoo Sports- Getty Images)

O reencontro entre Cavs e Raptors após a "varrida" dos últimos playoffs. Cabe lembrar que tanto Kyle Lowry, quanto DeMar Derozan, os astros dos Raptors, disseram que a eliminação nos playoffs pelo 2º ano consecutivo teve um grande motivo: LeBron James (confira aqui e aqui). Vamos ver como ambos se comportam nesse novo confronto com os Cavs.

Dia 15/01 - Martin Luther King Day

Warriors vs Cavs - Quicken Loans Arena - Cleveland, OH

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Durant e LeBron nas Finais de 2017 (Foto: NBA.com)

O 2º duelo entre Cavs e Warriors na temporada também não poderia deixar de ser destacado. Nas últimas 3 temporadas sempre vimos uma vitória para cada lado no confronto. Vamos aguardar para saber o que acontecerá em 2017-18.

Rockets vs Clippers - Staples Center - Los Angeles, CA

NBA divulga calendário da temporada 2017-18. Confira quais são os jogos imperdíveis!
James Harden marca Blake Griffin (Foto: clutchpoints.com)

A 1ª visita de Chris Paul a Los Angeles após sua ida para Houston. Os times já terão se enfrentado pela 1ª vez em 20/12, mas em janeiro será o reencontro de CP3 com a torcida dos Clippers.

Wolves vs Bulls

Dia 09/02 - United Center - Chicago, IL

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Andrew Wiggins contra Dwyane Wade (Foto: fansided.com)

Será o retorno de Jimmy Butler à Chicago, após ter sido mandado para Minnesota. Vamos aguardar as homenagens da torcida e da franquia ao camisa 21. Não se sabe se Dwyane Wade ainda será um Bull até lá.

Celtics vs Jazz

Dia 28/03 - Vivint Smart Home Arena - Salt Lake City, UT

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Isaiah Thomas contra Raulzinho e Rudy Gobert (Foto: Associated Press)

O 1º confronto entre Gordon Hayward e o Utah Jazz ocorrerá em 15 de dezembro, em Boston, mas não dá pra destacar a 1ª visita do camisa 20 à Salt Lake City vestindo o manto celta. Vamos ver como a torcida do Jazz receberá o jogador, que defendeu a equipe em suas primeiras 7 temporadas na NBA.

Curiosidades sobre o calendário:

  • A temporada começará 10 dias mais cedo;
  • Não haverão mais séries de 4 jogos em 5 noites para nenhuma franquia;
  • O máximo de jogos em um período de 30 dias será de 17;
  • As séries de 5 jogos em 7 noites foram diminuídas para menos da metade da última temporada;
  • Todos os times jogarão 2 back-to-back jogos a menos;
  • As viagens para jogos únicos na estrada foram diminuídas em quase 20%;
  • Haverão mais jogos aos finais de semana (19 a mais) , a maioria deles acontecendo aos sábados;
  • Os Warriors são o time com mais transmissões nos EUA (TNT, ABC, ESPN e NBA TV) com 43 jogos;
  • Na sequência temos o novo "super time" do Houston Rockets com 40;
  • O 3º lugar fica com o tricampeão do Leste Cleveland Cavaliers com 39 jogos;
  • Em 4º temos o Thunder do MVP Westbrook com 37;
  • O efeito Lonzo Ball colocou os Lakers em 5º com 35 jogos transmitidos;
  • Wolves (10º com 25 jogos) e Sixers (11º com 23) também subiram na lista;
  • Os Bulls terão apenas 5 jogos transmitidos, sendo apenas um na ESPN (os outros 5 serão na NBA TV) e é apenas o 26º da lista; e,
  • Magic, Pacers, Hawks e Nets terão apenas jogos transmitidos pela NBA TV, com 4, 2, 2 e 2, respectivamente.
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Número de jogos de cada equipe com transmissão para os EUA (Imagem: facebook)

#IloveThisGame

Todos os novos uniformes da Nike dos times da NBA para a temporada 2017-18

Segue compilação do todos os uniformes da NBA produzidos pela Nike e divulgados para a temporada 2017-18

POR André C. Rocha dia
Todos os novos uniformes da Nike dos times da NBA para a temporada 2017-18
A Nike vai produzir a partir da temporada 2016-17 as Camisas da NBA (Imagem: sneakers news)

Em junho de 2017 a NBA anunciou uma parceria com a Nike para a confecção dos uniformes das 30 franquias da liga a partir da temporada 2017-18.

O acordo tem duração de 8 anos e foi assim definido pelo Comissário da NBA Adam Silver: "É um novo paradigma na estrutura de divulgação global da NBA. Como fornecedora exclusiva de material a Nike será fundamental em nossos esforços de divulgar o jogo globalmente, enquanto utilizamos a mais moderna tecnologia em nosso uniformes e produtos".

Após diversas especulações sobre as novas camisas a Nike fez uma divulgação oficial sobre o material dos uniformes, sua criação e sobre novos conceitos que vão além dos uniformes "de mandante" e "de visitante"

E as últimas semanas as franquias passaram e divulgar os uniformes gradativamente.

Segue complicação de todos os modelos.

ATLANTA HAWKS

Os Hawks ainda não fizeram um anúncio oficial dos novos uniformes, mas via twitter reproduziram as fotos dos seus calouros no ensaio para os cards da Panini.

BOSTON CELTICS

BROOKLYN NETS

CHARLOTTE HORNETS

Única equipe que não estampará o logo da Nike, mas sim o da subsidiária Jordan, marca em homenagem ao proprietário da equipe.

Mais detalhes em: Hornets divulgam novos uniformes.

CHICAGO BULLS

Primeira equipe a divulgar que o uniforme que anteriormente era o de visitante (vermelho) passará a ser o principal.

CLEVELAND CAVALIERS

Os Cavs apresentaram seus novos uniformes com a inclusão do patrocínio da Goodyear.

DALLAS MAVERICKS

DENVER NUGGETS

DETROIT PISTONS

GOLDEN STATE WARRIORS

Os Warriors foram os primeiros a ter seu novo uniforme revelado e com o ensaio da Panini vimos mais detalhes do manto da "dub nation".

HOUSTON ROCKETS

Curiosamente os uniformes dos Rockets foram divulgados primeiro no vídeo de lançamento do jogo NBA LIVE 18, que terá James Harden na capa:

Mas logo depois foram confirmados oficialmente:

INDIANA PACERS

Os Pacers foram uma das franquias que mais inovaram nos novos uniformes:

LA CLIPPERS

LOS ANGELES LAKERS

Os Lakers foram a primeira equipe a apresentar 3 modelos de uniforme:

MEMPHIS GRIZZLIES

MIAMI HEAT

O Miami Heat também ainda não fez o anúncio oficial, mas o uniforme pode ser visto no álbum da Panini e no preview do NBA 2K18.

MILWAUKEE BUCKS

O time de Milwaukee divulgou ainda o "patch" com o patrocínio da Harley Davidson:

MINNESOTA TIMBERWOLVES

Seguindo a reformulação do visual da franquia, os Wolves foram outra equipe que fizeram mudanças drásticas nos uniformes:

NEW ORLEANS PELICANS

NEW YORK KNICKS

OKLAHOMA CITY THUNDER

ORLANDO MAGIC

Mais uma franquia sem o anúncio oficial, mas com fotos do ensaio de calouros da Panini.

PHILADELPHIA 76ERS

Os Sixers trouxeram em sua nova camisa uma homenagem à cidade de Philadelphia:

PHOENIX SUNS

Os Suns trouxeram uma camisa inspirada em modelos do passado da franquia:

PORTLAND TRAIL BLAZERS

Mais detalhes em: Blazers divulgam novos uniformes.

SACRAMENTO KINGS

SAN ANTONIO SPURS

TORONTO RAPTORS

A primeira divulgação foi feita pela 2K Sports quando da escolha de DeMar DeRozan para a capa da edição 2018 do jogo NBA 2K no Canadá:

E o uniforme apareceu ainda nas fotos dos calouros da Panini:

UTAH JAZZ

WASHINGTON WIZARDS

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E se as coisas tivessem sido diferentes com o "Dream Team" nos Jogos Olímpicos de Barcelona?

No aniversário de 25 anos da Final Olímpica de Barcelona, o "The Undefeated" apresenta 5 cenários com diferentes possibilidades para o "Dream Team"

POR André C. Rocha dia
E se as coisas tivessem sido diferentes com o
Shaquille O´Neal não foi para Barcelona e foi o MVP do Mundial de Basquete em 1994 (Foto: USA Basketball)

Há 25 anos a seleção americana de basquete vencia a Croácia na Final dos Jogos Olímpicos de Barcelona por 117 e 85 e levava a medalha de ouro para casa.

Veja o jogo na íntegra aqui.

Era a coroação do "Dream Team", o "Time dos Sonhos", para muitos a maior equipe esportiva de todos os tempos. Aquele time venceu todos os seus jogos por uma margem de 43.8 pontos por jogo e teve um impacto gigantesco dentro e fora da quadra. Era a 1ª vez que os jogadores profissionais da NBA defendiam o USA Team e depois de Barcelona o basquete nunca mais foi o mesmo.

Na Final os cestinhas do jogo foram os croatas Drazen Petrovic (24 pontos) e Dino Radja (23), com destaque também para Toni Kukoc (16) - os 3 com passagens pela NBA posteriormente. Já pelo lado americano o nome do jogo foi Michael Jordan (22 pontos), seguido pelo cestinha do time nos Jogos Charles Barkley (17) e por Patrick Ewing (15).

Era a consagração do time comandado por Jordan, Magic Johnson e Larry Bird.

Porém, agora, 25 anos depois o repórter Justin Teasley, do "The Undefeated" publicou uma matéria no estilo "O que aconteceria se", apresentando possíveis realidades alternativas para o Dream Team.

Vamos dar uma olhada.

O que aconteceria se os americanos tivessem levado a medalha de ouro no Jogos de Seul em 1988?

E se as coisas tivessem sido diferentes com o "Dream Team" nos Jogos Olímpicos de Barcelona?
Danny Manning e David Robinson disputam bola com Arvidas Sabonis em 88 (Foto: Don Sutherland)

Segundo Teasley essa é a principal pergunta envolvendo o Dream Team.

Afinal, em 1988 os Estados Unidos foram apenas bronze, após serem derrotados nas semifinais pela União Soviética e foi essa resultado que levou à mudança que autorizou a participação dos profissionais da NBA nas olimpíadas.

Quem era contrário à decisão perguntava: "Você quer ver os melhores do mundo atropelarem todos os outros"? E a resposta foi sim para 56 dos 69 votantes na FIBA. Era, para Boris Stankovic, secretário-geral da FIBA "a entrada triunfante do basquetebol olímpico no século 21".

E realmente isso mudou o esporte.

Quer dizer que se não fosse a derrota na Coréia do Sul, talvez os jogadores da NBA nunca tivessem disputados os Jogos?

Possivelmente não.

Mas com a autorização para os atletas da NBA, jogadores como Magic Johnson, Karl Malone e Isiah Thomas logo se dispuseram a defender a seleção. Malone chegou a dizer: "Eu iria num piscar de olhos e pagaria minha própria passagem".

Uma exceção ao desejo de ir à Barcelona? Michael Jordan, mas isso mudou na sequência...

O que aconteceria se Jordan mantivesse sua posição e não se unisse ao Dream Team?

E se as coisas tivessem sido diferentes com o "Dream Team" nos Jogos Olímpicos de Barcelona?
Jordan decola diante de Angola (Foto: Mike Powell - Getty Images)

Um fator crítico na formação do Dream Team sempre foi a relação entre Jordan e Thomas.

E isso foi totalmente confirmado por MJ em um documentário sobre o Time dos Sonhos lançado em 2012, onde Jordan diz: "Essa foi uma das exigências que fiz. Que Isiah não tivesse na equipe".

A rivalidade entre ambos vinha desde 1985, mas, na verdade, pela forma com que Thomas conduziu sua carreira, a rejeição era geral. O que também foi assumido por Magic Johnson em seu livro “When the Game was ours“. Magic disse: “Falávamos o que era politicamente correto para a mídia na época em relação a Isiah, mas a real é que nenhum de nós gostaria de contar com Thomas naquele time. Nosso elenco era um grupo que se gostava, que apesar da rivalidade entre os times tinha um apreço gigantesco internamente, e ter alguém que havia brigado com todo mundo na década anterior não faria o menor sentido. Isiah colheu o que plantou, matando ele próprio as suas chances de jogar no Dream Team".

Mas voltando à Jordan, em 1989, quando começaram as especulações sobre a permissão dos profissionais nas olimpíadas, ele havia dito que não gostaria de jogar, pois já tinha uma medalha de ouro (em 1984). Para ele a única exceção seria "se o time que montassem não tivesse chance de ganhar", o que não era o caso.

Porém, em 1991 Magic disse que estava tentando convencer Michael a se juntar ao Dream Team, enquanto Isiah, um dos primeiros nomes ligados à seleção negava a disputa com o camisa 23 do Chicago Bulls.

"Quem não quer jogar com os melhores e vencer"? (Michael Jordan)

Só que em setembro daquele ano o nome de Jordan estava entre os 10 convidados oficialmente para formar o time, enquanto o de Thomas não.

E em março de 1992 o nome de Jordan era confirmado nos Jogos.

Não que sua ausência tivesse influência na conquista da medalha de ouro, mas certamente não haveria o mesmo impacto de mídia trazido pelo maior jogador de todos os tempos.

O que aconteceria se Shaquille O´Neal tivesse sido selecionado como o universitário do elenco no lugar de Christian Laettner?

E se as coisas tivessem sido diferentes com o "Dream Team" nos Jogos Olímpicos de Barcelona?
Shaq encara Duncan em amistoso contra universitários em 96 (Foto: USA Baskettbal)

Christian Laettner era o maior nome do basquete universitário americano em 1992, apesar de não ser uma unanimidade por sua postura (com direito até a documentário da ESPN).

Bicampeão de forma consecutiva por Duke e dono do arremessos do título, o ala-pivô era uma escolha natural após a decisão de incluir um jogador que ainda não havia chegado á NBA no elenco do Dream Team.

Porém, a escolha de Shaquille O´Neal como 1º do draft de 1992 e a forma como ambos desenvolveram suas carreiras a partir dali fazem a pergunta parecer mais óbvia do que era à época.

Só que Shaq teria dividido seu minutos com Pat Ewing e David Robinson e isso poderia fazer com que ele tivesse minutos e participação reduzida tal qual Laettner. Mas que seria legal ver ele exercer a dominância que logo viria a demonstrar pelo Orlando Magic em Barcelona, ah, isso seria.

Só que o momento de O´Neal chegaria logo e ele foi o MVP do Mundial de Basquete em 1994 (18 pontos e 8.5 rebotes em apenas 17 minutos de média) e campeão olímpico em Atlanta (96) ao lado dos membros do Dream Team Barkley, Robinson, Malone, Scottie Pippen e John Stockton. E ainda teve ao seu lado nomes como "Penny" Hardaway, Grant Hill, Hakeem Olajuwon e Gary Payton.

Pena que não o vimos ao lado de Magic, Bird e Jordan.

Veja aqui os melhores momentos de Shaq pela seleção americana.

O que aconteceria se Dominique Wilkins não tivesse rompido o tendão de aquiles?

E se as coisas tivessem sido diferentes com o "Dream Team" nos Jogos Olímpicos de Barcelona?
Wilkins enterra contra a Espanha no Mundial de 94 (Foto: Andrew D. Bernstein - Getty Images)

Dominique Wilkins foi um dos maiores nomes da NBA nos anos 80 e 90. Bicampeão do torneio de enterradas (1985 e 1990) em duelos contra Michael Jordan, Wilkins é um dos 5 "não pivôs" a ter médias superiores a 26 pontos por 10 temporadas consecutivas. Ao seu lado apenas Jerry West, Jordan, Allen Iverson e LeBron James.

"The Human Highlight Show", no entanto, não conseguiu sucesso por seus times, o que não o impedia de ser um sério candidato a ser membro do Dream Team, na vaga que posteriormente foi ocupada por Clyde Drexler.

Só que uma lesão no tendão de aquiles em janeiro de 1992, quando vinha com médias de 28.1 pontos por jogo, encerrou sua temporada e acabou com os sonhos de ir para Barcelona.

Wikins acabou compondo a seleção campeã mundial em 1994 (12.6 pontos em 16.5 minutos), mas ficará para sempre a pergunta sobre como seria sua participação do Dream Team. Era a 2ª vez que ele perdia a chance de jogar ao lado de Magic Johnson, já que em 1982 o Los Angeles Lakers optou por selecionar James Worthy ao invés de Wilkins no draft da NBA.

O que aconteceria se Magic Johnson não tivesse sido liberado para jogar?

E se as coisas tivessem sido diferentes com o "Dream Team" nos Jogos Olímpicos de Barcelona?
Magic comemora no pódio após receber a medalha (Foto: Mike Powell-ALLSPORT)

Em 1991-92 o HIV era um vírus ainda totalmente desconhecido e que trazia muitos medos e dúvidas. O próprio companheiro do seleção Karl Malone chegou a dizer que não gostaria de dividir a quadra com Magic.

E menos de 1 ano antes da estreia americana nos Jogos de Barcelona Earvin "Magic" Johnson havia anunciado que era portador do vírus da AIDS e que se afastaria das quadras - vale muito a pena conferir o documentário "The announcement", que retrata toda a situação vivenciada pelo ídolo do esporte Magic Johnson.

E até fevereiro de 1992 não se sabia se o Comitê Olímpico Internacional (COI) autorizaria a participação de atletas detentores do HIV nos Jogos Olímpicos.

A autorização veio, Magic foi confirmado no Dream Team e dias depois disputou o All Star Game da NBA de 1992. Uma atuação histórica, 25 pontos, 9 assistências, o Prêmio de MVP e uma bola de 3 que fez o jogo terminar antes do relógio zerar - confira aqui.

Mas e se o COI não permitisse a Johnson ir aos Jogos?

Além de toda a questão emocional envolvida, a ausência de Magic implicaria nas ausências também de Bird e Jordan.

Ou seja, será que esse time sem os 3 maiores nomes da época poderia ser chamado de Dream Team?

Isso nunca saberemos...

Ainda bem!

Enfim, são conjecturas e possibilidades que não aconteceram e que não se sabe como seria caso acontecessem.

Então o que nos cabe é relembrar, para os nostálgicos como eu que acompanharam os Jogos ao vivo, e admirar as jogadas que mudaram para sempre os rumos de um basquete cada vez mais globalizado após 1992.

Obrigado Christian Laettner, David Robinson, Patrick Ewing, Larry Bird, Scottie Pippen, Michael Jordan, Clide Drexler, Karl Malone, John Stockton, Chris Mullin, Charles Barkley e Magic Johnson!!!

#ILoveThisGame

Kyrie Irving, Neymar, o individual e o coletivo

Irving e Neymar jogavam com o melhor jogador da sua época e conquistaram títulos, mas parece que isso não foi suficiente para a satisfação pessoal de ambos

POR André C. Rocha dia
Kyrie Irving, Neymar, o individual e o coletivo
Kyrie Irving e Neymar Jr tem muito mais em comum do que podíamos imaginar (Fotos: Getty Images)

Um jovem e talentoso esportista, de 25 anos, muito conhecido por sua habilidade, seus dribles e também por seu poder de decisão.

Jogou os últimos anos em uma equipe de ponta, sempre conquistando vitórias e brigando por títulos, além de ser bem sucedido por sua seleção nacional. Foi campeão olímpico nos Jogos Olímpicos do Rio 2016.

E de quebra teve a chance de jogar (e aprender) ao lado do maior jogador de sua época.

Se você acompanha a NBA e está por dentro das notícias dos últimos dias certamente você pensou em Kyrie Irving e seu pedido para ser trocado pelo Cleveland Cavaliers.

Já se você é fã de futebol, sem dúvida fez relação ao brasileiro Neymar e sua saída do Barcelona rumo ao Paris Saint Germain, pela estratosférica quantia de 821.6 milhões de reais.

O valor é tão absurdo que em dólares (438 milhões) supera em 100 milhões os salários de 10 dos maiores nomes da NBA somados:

Vamos falar então um pouco de ambos.

Kyrie Irving foi campeão da NBA em 2016, com direito ao arremesso que decidiu o Jogo 7, e disputou 3 Finais da liga de forma consecutiva. O 4 vezes All Star e Calouro do Ano em 2012 conquistou ainda o campeonato mundial de basquete em 2014 (sendo nomeado o MVP do torneio) e a medalha de ouro olímpica em 2016.

Já Neymar Jr é jogador do Barcelona desde 2013 e desde então conquistou 1 Supercopa da Espanha, 2 Campeonatos Espanhois, 3 Copas do Rei, 1 Liga dos Campeões, 1 Supercopa da UEFA e 1 Mundial de Clubes da FIFA. Neymar ainda venceu a Copa das Confederações em 2013 e ajudou o Brasil a conquistar o inédito ouro olímpico em 2016.

Ou seja, guardadas as devidas proporções (quanto à quantidade de campeonartos disputados), é inegável que ambos podem ser considerados sucessos em seus clubes e seleções.

Mas se você analisar bem, nesse mesmo período não existem prêmios individuais nem para Irving, que havia sido MVP do All Star Game em 2014, nem para Neymar, que havia recebido em 2012 o prêmio de Bola de Ouro "Hors Concurs" do Campeonato Brasileiro (foi retirado da disputa por ser considerado bem acima dos adversários). Em 2015 o brasileiro foi o 3º colocado no prêmio Bola de Ouro da FIFA, mas havia sempre uma "sombra" de um companheiro de equipe à sua frente. No mesmo ano Kyrie teve sua 1ª e única seleção para um Time Ideal da NBA (o 3º time).

No caso de Neymar a sombra vinha de Lionel Messi, que entre outros prêmios individuais foi eleito o Melhor Jogador do Mundo 5 vezes desde 2009, a última delas já ao lado de Neymar (2015). O argentino, de 30 anos, tem no currículo ainda quase 30 títulos pelo Barça, sendo sua maior "dívida" a conquista de algum trofeu com a camisa de sua seleção (Messi foi eleito o Melhor Jogador da Copa de 2014, mas a Argentina acabou com o vice-campeonato). Seu único título pela argentina foi a Olímpiada de 2008.

Kyrie Irving, Neymar, o individual e o coletivo
Neymar reverencia seu ídolo Messi (Foto: neymarjr.net)

E a sombra de Irving tem, mais uma vez guardadas as devidas proporções, o mesmo "tamanho" e vem de LeBron James.

"The King" já foi tricampeão da NBA, 3 vezes MVP das Finais, 4 vezes MVP da NBA (a primeira em 2009, ano em que o "brilho" de Messi também despontou), tem 13 participações consecutivas no All Star Game, foi 2 vezes MVP do All Star Game, tem 13 seleções seguidas para os Times Ideais da NBA (11 pro 1º time), já foi cestinha do campeonato e calouro do ano. E pela seleção americana o jogador de 32 anos tem 2 medalhas de ouro olímpicas (2008 e 2012, além do bronze de 2004).

Kyrie Irving, Neymar, o individual e o coletivo
LeBron cumprimenta Kyrie após o título dos Cavs em 2016 (Foto: Eric Risberg-AP Photo)

Como todos esses números e prêmios mostram, são 2 craques que realmente "ofuscam" quem está a seu redor devido à sua tamanha dominância - no caso de Messi em eterno "duelo" com o rival Cristiano Ronaldo.

Se Barça e Cavs vencem o mérito vai para Messi e James...

Se perdem, os coadjuvantes é que não fizeram sua parte...

E esse papel de coadjuvante não parece ser suficiente para Neymar e para Kyrie Irving. Ambos vencem jogos (e títulos), estão sempre na mídia, tem seu talento e contribuição reconhecidos, mas nunca são os alvos dos verdadeiros holofotes. Pelo menos não de forma definitiva.

E, mesmo sendo jovens, a forma como eles chegaram até esse ponto de suas carreiras faz isso incomodar.

Kyrie Irving, Neymar, o individual e o coletivo
Kyrie com o troféu de MVP do All Star Game em 2014 (Foto: nba.com)

Irving foi a 1ª escolha do draft de Cleveland em 2011 e era a peça chave de uma reconstrução para uma franquia que estava órfã de seu maior craque, justamente LeBron James - que levou seu talentos para a Flórida em 2010. Ele era o foco, era ao seu redor que os Cavs estavam reunindo talento e nos seus 3 primeiros anos na liga ele conseguia evoluir e levar o time mais para frente.

Só que em 2014 James decide "voltar" para casa e obviamente os Cavs fazem de tudo para recebê-lo da melhor forma e remontam o time que estavam construindo ao redor de Kyrie. Irving continuou lá, com status de estrela e com números em alguns momentos ainda melhores do que quando conduzia o time. Isso sem falar nos resultados...

Ou alguém em sã consciência acha que na temporada 2014-15 os Cavs de Irving/Tristan Thompson/Dion Waiters/Anthony Bennett/Anderson Varejão poderiam chegar às Finais de NBA?

Só que nada em Cleveland era mais sobre Kyrie... Tudo era (e sempre será) sobre LeBron... Até mesmo a incerteza quanto ao futuro a cada final de contrato do camisa 23.

Kyrie Irving, Neymar, o individual e o coletivo
Kyrie Irving no arremesso decisivo nas Finais de 2016 (Foto: nba.com)

E isso incomodou o jovem armador. E para ele é hora de buscar um lugar para dar a sua cara, ainda que longe do topo por um tempo.

Por sua vez, Neymar desde muito jovem foi "construído" para brilhar. O brasileiro, assim como LeBron James, é TAMBÉM um produto da mídia (E aqui não quero que ninguém me entenda mal. Isso não é nenhuma crítica ou qualquer forma de menosprezar o talento absurdo de LeBron ou do filho do senhor Neymar).

Ambos estiveram em destaque desde muito cedo, foram jovens sobre os quais se depositou muita esperança e que, mais uma vez guardadas as devidas proporções, deram os resultados esperados. Ambos foram construídos para serem a maior estrela de sua constelação e isso o brasileiro não encontrava ao lado do craque argentino.

Kyrie Irving, Neymar, o individual e o coletivo
Neymar comemora penalti decisivo diante da Alemanha na Final da olimpíada (Foto: Murad Sezer - Reuters)

Com isso, ainda que esteja jogando ao lado de um ídolo (Messi) e ganhando tudo, não ser o centro das atenções é algo que incomoda Neymar - ainda que ele diga que a ida para o PSG não foi buscando protagonismo.

Ele nunca soube como era não ser o foco. Ninguém lhe ensinou a ser assim.

Então com uma oportunidade surgindo lhe pareceu que era hora de alçar novos vôos. E para isso ele precisava sair de um time consolidado e sempre temido para um que ainda busca se firmar entre os "grandes" da Europa. Um desafio que Neymar também precisa provar que pode vencer. Mostrar que pode levar o PSG ao topo.

Kyrie Irving, Neymar, o individual e o coletivo
Neymar teve atuação incrível na vitória por 6 x 1 do Barcelona diante do PSG na Champions League (Foto: Getty Images)

E quem vai dizer que Kyrie e Neymar estão errados?

Claro que ambos querem se manter no topo, mas eles também querem reconhecimento.

Querem brilhar sem ter nenhuma sombra lhes ofuscando. Ambos são jovens e ainda tem muita coisa pra fazer e conquistar. E mesmo se esse passo não se mostrar o melhor, ainda podem buscar outras alterativas e quem sabe se juntar a outros "super times" (não que no caso do brazuca o time francês não seja um super time no papel, mas precisa provar isso também na prática).

A visão deles no momento é essa e a quem gosta de seus talentos resta admirar e torcer para que encontrem o que estão buscando.

Independente do dinheiro, independente das críticas.

O momento é mais do que colocar o individual acima do coletivo, como alguns tem dito. É sobre ser o indivíduo que "conduz o coletivo" a algum lugar.

Pois mesmo jovens eles chegaram em um ponto em que não é mais sobre vencer, mas sim sobre "legado".

Não que ser coadjuvante seja algo ruim e temos provas em ambos os esportes que mostram o sucesso de jogadores que "assumiram esse papel" (por exemplo Scottie Pippen ao lado de Michael Jordan, Bebeto ao lado de Romário).

E por falar em Pippen, o ex-jogador, multi-campeão pelo Chicago Bulls, defendeu recentemente a escolha de Irving, assim como Kevin Durant - alvo de muitas críticas ao fazer um movimento contrário ao do camisa 2, saindo de um time onde era o grande astro para ser campeão com os Warriors. KD disse: "Eu só quero que os caras da liga sejam felizes onde estão e se divirtam jogando bola".

E os 2 não foram os únicos, nomes como Damian Lillard e Richard Jefferson (seu companheiro nos Cavs) disseram respeitar a posição de Kyrie, o que mostra que a situação não é tão absurda como alguns dão a entender.

Então, se a posição atual não satisfaz mais a Neymar ou à Kyrie, que eles sejam felizes em suas novas escolhas (Neymar em Paris e Kyrie onde quer que seja, caso ele realmente consiga ser trocado).

E o próprio Lionel Messi usou as redes sociais para desejar sucesso a Neymar - assim como muitos outros jogadores do Barcelona.

"Foi um prazer enorme ter divido estes anos contigo, meu amigo. Desejo-te muita sorte nesta nova etapa da tua vida", disse o argentino.

Vale a pena também ver o vídeo de despedida feito pelo craque Neymar:

 

La vida de un deportista se mueve por desafíos. Algunos son impuestos, otros son fruto de nuestras decisiones. El Barcelona ha sido más que un desafío. Jugaba con aquellos cracks en el video juego. Llegué a Catalunya a los 21 años, lleno de desafíos. Recuerdo mis primeros días en el Club, compartiendo el vestuario con ídolos como Messi, Valdés, Xavi, Iniesta, Puyol, Piqué, Busquets y otros con la expectativa de jugar en un Club que es “més que un club”. El @fcbarcelona es una nación que representa a Catalunya! Tuve el honor de actuar con el mayor atleta que he visto en mi vida y estoy seguro que no veré a otro mejor, @leomessi se convirtió en mi compañero, amigo dentro y fuera del terreno de juego. Orgulloso de jugar contigo. Formé un ataque con @leomessi y @luissuarez9 que ha quedado para la historia. He conquistado todo lo que un deportista puede conquistar. He vivido momentos inolvidables! Vivo en una ciudad que es más que una ciudad, es una patria. Amo Barcelona y Catalunya. Pero un deportista (YO) necesita desafíos. Y por segunda vez en mi vida le llevaré la contraria a mi papa. Papa, entiendo y respeto tu opinión, pero mi decisión está tomada, te pido que me apoyes como siempre lo has hecho. El @fcbarcelona y Catalunya estarán siempre en mi corazón pero necesito nuevos desafíos. He aceptado la propuesta del @psg para buscar nuevas conquistas y ayudar al Club a alcanzar los títulos que la afición espera. Me han presentado un plan de carrera osado y me veo preparado para este desafío. Agradezco el cariño de la afición blaugrana y todo lo que he aprendido con los deportistas con quien he compartido vestuario. Asimismo siento en mi corazón que ha llegado el momento de irme. El @psg será mi nueva casa durante los próximos años y trabajaré para hacer honor a la confianza que depositan en mi futbol. Cuento mucho con el apoyo de todos. Aficionados, de mis amigos, de los profesionales que me acompañan y de mi familia, que ha sufrido mucho con problemas que han ocurrido en este periodo de mi carrera y merecen paz. Es una decisión difícil, pero tomada con la madurez de mis 25 años. @fcbarcelona , gràcies per tot! @psg , J'arrive! Que Dios nos bendiga y nos proteja!

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"A vida de um atleta é movida por desafios. Alguns são impostas a nós, outros são frutos de uma decisão nossa para mantermos a luz que ilumina a nossa carreira, que é intensa, mas curta.

O Barcelona foi mais que um desafio. Um sonho de criança que jogava com aqueles craques no videogame. Cheguei na Catalunha com 21 anos, cheio de desafios. Até hoje lembro dos meus primeiros dias no clube, dividindo vestiário com ídolos como Messi, Xavi, Valdés, Iniesta, Puyol, Piqué, Busquets, entre outros. E na expectativa de atuar em um clube que é "més que un club". O Barcelona é uma nação, que representa a Catalunha.

Tive a honra de atuar com o maior atleta que vi na vida, e tenho certeza que não verei outro enquanto eu viver: Leo Messi. Virou meu parceiro, amigo dentro e fora de campo. Foi uma grande honra jogar com você. Foi meu ataque com Messi e Suárez que fez história. Conquistei tudo que um atleta poderia conquistar. Vivi momentos inesquecíveis. Moro em uma cidade que é mais que uma cidade. É uma pátria. Amo Barcelona e amo a Catalunha. Mas um atleta, como eu, preciso de desafios.
 
Pela segunda vez na vida contrariei meu pai. Pai, entendo e respeito a sua opinião. A minha decisão está tomada, espero que você me apoie como sempre fez.

O Barcelona e o Catalunha estarão sempre no meu coração. Mas preciso de novos desafios. Aceitei a proposta do Paris para tentar novas conquistas e ajudar o clube a alcançar os títulos que sua torcida espera.

Me apresentaram um plano de carreira muito ousado. E me sinto pronto para esse desafio. Agradeço o carinho da maravilhosa torcida 'blaugrana' e a tudo que aprendi com os grandes atletas com quem dividi o vestiário. Mas sinto em meu coração que é hora de partir.
O Paris será minha casa nos próximos anos. Trabalharei para honrar toda a confiança depositada em meu futebol.

Conto muito com o apoio de todos vocês, torcedores que estão comigo desde 2009, dos meus amigos, dos profissionais que me acompanham, e principalmente da minha família, que sofreu muito com alguns problemas que ocorreram neste período na minha carreira, e que hoje merece paz.

É uma decisão muito difícil, mas foi tomada com maturidade que acumulei nos meus 25 anos.

'Barcelona, gracies per tot'!

'Paris, J'arrive!'

Que Deus nos abençoe e nos proteja"

Agora resta aguardar as novidades do caso Kyrie.

E torcer para que os dois também possam voltar atrás, caso percebam que tomaram a decisão errada. Sem e pressão e o turbilhão de sentimentos trazidos pela paixão que muitas vezes invade o mundo do esporte.

Afinal, ainda que às vezes seja "mais que um jogo", no fundo, no fundo, seja o basquete, seja o futebol, são "apenas um jogo".

Kyrie Irving, Neymar, o individual e o coletivo
Neymar foi às Finais da NBA. Será que ele conversou com Kyrie? (Foto: Ezra Shaw-Getty Images)

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Adam Silver diz que expansão da NBA pode estar próxima e que Seattle está no radar

Adam Silver diz em entrevista ao The Players Tribune que expansão da NBA está próxima e abre possibilidade para o retorno do Seattle Supersonics

POR André C. Rocha dia
Adam Silver diz que expansão da NBA pode estar próxima e que Seattle está no radar
Kemp e Payton comemoram vitória durante a temporada 1995-96 (Foto: Rod Mar - The Seattle Times)

A última expansão da NBA ocorreu em 2004, quando o Charlotte Bobcats se tornou a 30ª equipe da liga.

Adam Silver diz que expansão da NBA pode estar próxima e que Seatlle está no radar
Emeka Okafor foi calouro do ano em 2004 (Foto: Streeter Lecka-Getty Images)

Cabe lembrar que Charlotte já havia sido a casa dos Hornets até eles se mudarem para New Orleans. Os Hornets ainda passarem por Oklahoma entre 2005 e 2007 devido aos estragos do furacão Katrina em Nova Orleans, até que em 2013 a franquia passou a adotar o nome de New Orleans Pelicans. Com isso em 2014 Charlotte "recuperou" o nome e a história por trás do nome Charlotte Hornets.

Adam Silver diz que expansão da NBA pode estar próxima e que Seatlle está no radar
Chris Paul atuando pelo New Orleans Hornets (Foto: John McCusker-The Times-Picayune)

Falando dessa passagem dos Hornets por Oklahoma, ela foi tão bem sucedida que em 2008, após brigas entre os proprietários do Seattle Supersonics e legisladores da cidade de Seattle, os Sonics se mudaram para OKC e passaram a se chamar Oklahoma City Thunder. A nova franquia levou consigo todo o histórico conquistado em Seattle, mas tal qual ocorreu com Charlotte tudo isso "voltaria" caso surgisse uma nova equipe na cidade.

Adam Silver diz que expansão da NBA pode estar próxima e que Seatlle está no radar
Gary Payton é um dos maiores nomes da história dos Sonics (Foto: sports.yahoo.com)

Mas voltando ao presente, há tempos a NBA discute a possibilidade de novas equipes entrarem no campeonato. Afinal, em que pese as críticas sobre o elevado número de atletas, uma possível queda de qualidade e as questões envolvendo datas e quantidade de jogos, para a liga pode ser vantajoso alcançar novos mercados e conquistar novos fãs.

Claro que as expansões podem ser complicadas e que times como os canadenses Vancouver Grizzlies (atualmente em Memphis) e Toronto Raptors, além do já citado Bobcats, sofreram em seus primeiros anos até conseguirem uma maior relevância e chegarem aos playoffs.

Porém, mas mais uma vez parece que o olhar da NBA está vislumbrando a entrada de novas franquias na liga.

Adam Silver diz que expansão da NBA pode estar próxima e que Seatlle está no radar
Byron Scott foi para Vancouver via draft de expansão (Foto: Rocky Widner-Getty Images)
Adam Silver diz que expansão da NBA pode estar próxima e que Seatlle está no radar
Damon Stoudamire foi calouro do ano em 96 (Foto: Rocky Widner-Getty Images)

E prova disso foi a declaração dada pelo comissário Adam Silver ao ala-armador CJ McCollum, dos Blazers, em entrevista para o "The Players Tribune". A conversa completa pode ser vista aqui (em inglês).

Silver disse: "Eu acho que é uma questão sobre qual o momento certo para pensar seriamente em uma expansão. Pense na situação em que estamos na liga agora onde é incrível para mim que, saindo dessas Finais, alguns fãs dizem:'Existe apenas uma boa equipe na liga'".

O Comissário prosseguiu: "E eu estou pensando, bem, se as pessoas realmente acreditam que, embora tenhamos 450 dos melhores jogadores do mundo, eles só consigam formar uma equipe realmente boa, provavelmente não faz sentido expandir em termos de diluição de talento".

"Não quero colocar um prazo, mas em algum momento vamos começar a olhar para o crescimento das franquias. E nesse caso Seattle estará entre as cidades que vamos ver". (Adam Silver)

"Porém, eu realmente não acredito nisso, e acho que essas coisas se corrigem. E não quero colocar um prazo para isso, mas é inevitável que em algum momento vamos começar a olhar para o crescimento das franquias. Sempre foi assim nesta liga".

Por fim, o sucessor de David Stern (o comissário responsável pelo grande crescimento da NBA desde os anos 90), ainda deu grandes esperanças aos fãs de Seattle: "E nesse caso Seattle, sem dúvida, estará dentro da pequena lista de Cidades que vamos ver".

Caso isso aconteça, Seattle traria de volta os Supersonics, algo que muitos fãs da NBA querem desde 2008. Afinal, a franquia tinha uma identidade visual que nunca foi esquecida e que marcou época (sua camisa dos anos 70 foi eleita uma das mais bonitas da história pela ESPN). Além de ter "no currículo" o título da liga em 1979 - atualmente "herdado" pelo Thunder.

Esse desejo do retorno dos Sonics vira e mexe é expressado por fãs nos jogos do Thunder.

Adam Silver diz que expansão da NBA pode estar próxima e que Seatlle está no radar
"Bring Back Our Sonics" gritam os fãs (Foto: Bryan Terry, The Oklahoman)
Adam Silver diz que expansão da NBA pode estar próxima e que Seatlle está no radar
E eles dizem que o Thunder "roubou" seu time (Foto: cnsnw.com)
Adam Silver diz que expansão da NBA pode estar próxima e que Seatlle está no radar
O assunto já virou até um documentário de TV chamado Sonics Gate (Foto: sonicsgate)

Além disso, nomes de um passado recente como Gary Payton (que jogou em Seattle entre 1990 e 2003) e Ray Allen (atleta dos Sonics entre 2003 e 2007), sempre manifestam o desejo de ver Seattle de volta à NBA.

Payton já disse várias vezes que Seattle merece ter novamente um time da NBA. 

Já Allen fez um post recente em sua conta do Instagram dizendo, entre outras coisas, que Seattle é  muito grande para não ter um time na NBA:

 

O último grande momento dos Sonics foi em 1996, quando liderados por Payton e por Shawn Kemp chegaram à Final da NBA perdendo para os Bulls de Michael Jordan. Vale a pena conferir jogadas da dupla com as cores branca, verde e amarela:

Os Supersonics foram ainda a franquia que apresentou para a NBA os MVP's Kevin Durant e Russell Westbrook.

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Durant e Westbrook foram draftados pelos Sonics (Foto: Jennifer Pottheiser-Getty Images)

Outra cidade que sempre é cogitada quando se fala de expansão da NBA é Las Vegas.

Afinal, lá é uma das capitais do entretenimento dos Estados Unidos e um jogo da NBA também um show. Fora isso em 2007 o All Star Game da NBA foi em Vegas e foi um grande sucesso.

Adam Silver diz que expansão da NBA pode estar próxima e que Seatlle está no radar
Apresentação do time do Leste no ASG de Vegas (Foto:Getty Images)

E nos últimos anos a "cidade do pecado" tem sido também palco de um dos torneios da Liga de Verão (Las Vegas Summer League), um evento com maior visibilidade a cada ano e que tem centralizado atenções no período entre cada temporada.

Adam Silver diz que expansão da NBA pode estar próxima e que Seatlle está no radar
A Las Vegas Summer League ganha cada vez mais espaço (Foto: Vegas News)
Adam Silver diz que expansão da NBA pode estar próxima e que Seatlle está no radar
Coach Lue, CP3 e Harden na plateia da LV Summer League (Foto: nba.com)

Já se falou também em uma nova expansão da liga para fora dos Estados Unidos com uma franquia na Cidade do México - que tem recebido nos últimos anos jogos da pré-temporada com o NBA Global Games, sempre com grande público. Só que o atual momento político (pós-Trump) não me parece favorável a isso.

Adam Silver diz que expansão da NBA pode estar próxima e que Seatlle está no radar
Wolves e Rockets no NBA Global Games México em 2015 (Foto: si.com)

Enfim, aguardemos os próximos passos de Silver e da liga para ver se veremos de fato uma expansão. Nada está garantido, mas pelo que ele disse é sim uma possibilidade.

Particularmente, como fã da liga desde os anos 90 eu gostaria muito de ver os Sonics de volta, assim como mesmo torcendo para os Bulls comemorei o retorno da "abelhinha" à Charlotte - ora, nos anos 90 todo mundo tinha algum produto dos Hornets (rs).

Adam Silver diz que expansão da NBA pode estar próxima e que Seatlle está no radar
Boné que foi uma febre no Brasil nos anos 90 (Foto: new era caps br)

Além disso, acho a expansão, desde que bem planejada e estruturada como um caminho quase natural, como disse Silver. O mercado da NBA é cada vez maior e com os tempos os times acabam se reequilibrando. Além do que, hoje em dia o "produto NBA" é um produto mundial - muito disso graças ao Dream Team, que brilhou em Barcelona há exatos 25 anos.

E aos que dizem que a liga hoje está desequilibrada devido à supremacia de Cavs no Leste e Warriors no Oeste, a liga sempre teve equipes dominantes a cada "Era". Os Celtics nos anos 60 (9 títulos), os Lakers nos 80 (5 títulos), os Bulls nos 90 (6 títulos), os Lakers e os Spurs nos anos 2000 (4 e 3 títulos respectivamente)...

Não faltaram também "coadjuvantes de luxo" no passar dos tempos, como os Lakers e seus 6 vice-campeonatos nos anos 60, os mesmos Lakers e os Celtics se alternando nos títulos nos anos 80, Blazers e Jazz 2 vezes vice-campeões nos anos 90 e o Heat com 2 títulos e 2 segundos lugares entre 2011 e 2014.

A questão é que agora, devido ao maior alcance/visibilidade dos jogos e das notícias (e viva a internet!), cada vez mais pessoas veem isso.

Então, aqui do meu canto, eu espero que essas pessoas aproveitem o momento.

E lembrem-se sempre que a NBA, além de um jogo, é um show, um espetáculo, uma forma de entretenimento e também um produto comercial. Todos os milhões de dólares envolvidos que o digam...

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