Sobre o Autor:

André C. Rocha

André C. Rocha

Apaixonado pela NBA desde que viu o Dream Team em 92, torcedor do Bulls e defensor da tese de que "73 não vale nada sem um título". Autor dos perfis Entrequatrolinhas no FB (facebook.com/entrequatrolinhas) e TWT (twitter.com/andre_c_rocha).

Maiores salários da temporada 2018-19 da NBA

Listamos os 15 maiores salários da NBA na temporada 2018-19

POR André C. Rocha dia
Maiores salários da temporada 2018-19 da NBA
Esses são os donos dos maiores salário da temporada 2018-19 da NBA (Montagem: Sobe a Bola8

Na era dos super times e dos super contratos – e onde o teto salarial parece cada vez ser menos importante para algumas franquias -, listamos os maiores salários na temporada 2018-19 da NBA.

Veja aqui a lista dos maiores contratos da história.

Confira o TOP15:

1. Stephen Curry | $37,457,154 | Golden State Warriors

Maiores salários da temporada 2017-18 da NBA
(Foto: twitter mundo ESPN)

2. LeBron James | $35,654,150 | Los Angeles Lakers

Maiores salários da temporada 2017-18 da NBA
(Foto: nba.com)

3. Chris Paul | $35,654,150 | Houston Rockets

Maiores salários da temporada 2017-18 da NBA
(Foto: Yahoo Sports)

4. Russell Westbrook | $35,350,000 | Oklahoma City Thunder

Maiores salários da temporada 2017-18 da NBA
(Foto: yurtspor.com)

5. Blake Griffin | $32,088,932 | Detroit Pistons

Maiores salários da temporada 2017-18 da NBA
(Foto: Sporting News)

6. Gordon Hayward | $31,214,295 | Boston Celtics

Maiores salários da temporada 2017-18 da NBA
(Foto: Sporting News)

7. Kyle Lowry | $31,000,000 | Toronto Raptors

Maiores salários da temporada 2017-18 da NBA
(Foto: slamonline)

8. Paul George | $30,560,700 | Oklahoma City Thunder

Maiores salários da temporada 2017-18 da NBA
(Foto: NBAE-Getty Images)

9. Mike Conley Jr. | $30,521,115 | Memphis Grizzlies

Maiores salários da temporada 2017-18 da NBA
(Foto: Clutch Points)

10. James Harden | $30,421,854 | Houston Rockets

Maiores salários da temporada 2017-18 da NBA
(Foto: Clutch Fans)

11. Kevin Durant | $30,000,000 | Golden State Warriors

Maiores salários da temporada 2017-18 da NBA
(Foto: USA Today Sports)

12. Paul Millsap | $29,230,769 | Denver Nuggets

Maiores salários da temporada 2017-18 da NBA
(Foto: USA Today Sports)

13. Al Horford | $28,928,709 | Boston Celtics

Maiores salários da temporada 2017-18 da NBA
(Foto: CSNNE)

14. Damian Lillard | $27,977,689 | Portland Trail Blazers

Maiores salários da temporada 2017-18 da NBA
(Foto: kgw.com)

15. DeMar DeRozan | $27,739,975 | San Antonio Spurs

Maiores salários da temporada 2018-19 da NBA
(Foto: Getty Images)

PS - Atualização:

a curiosidade de lista fica com Carmelo Anthony que tinha o 15º maior salário da liga até ser dispensado pelo Atlanta Hawks. E mesmo após a dispensa e a economia de 2.4 milhões acordada com o jogador (o valor pelo qual ele deve assinar pelo mínimo com sua nova franquia), o time de Atlanta segue com um salário de mais de 25 milhões para um jogador que sequer se apresentou à franquia.

19. Carmelo Anthony | $25,417,140 (salário após o "buyout") | Atlanta Hawks

Maiores salários da temporada 2017-18 da NBA
(Foto: USA Today Sports)

Fonte: www.sportrac.com

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Kawhi Leonard por DeMar DeRozan - A troca onde pode dar tudo certo ou tudo errado

DeRozan não queria deixar o Canadá, Kawhi queria ir para a Califórnia, Spurs não queriam se desfazer do seu astro e Raptors precisavam fazer algo. E agora?

POR André C. Rocha dia
Kawhi Leonard por DeMar DeRozan - A troca onde pode dar tudo certo ou tudo errado
DeRozan marca Leonard no ASG de 2017 (Foto: Bob Donnan-USA TODAY Sports)

DeMar DeRozan foi a 9ª escolha do draft de 2009 e desde então defendeu o Toronto Raptors por 9 temporadas, com médias de 19.7 pontos em 675 jogos de temporada regular e 21.9 pontos em 51 jogos de playoffs.

O ala-armador nesse período participou 4 vezes do All Star Game e foi eleito para o 3º Time Ideal da liga em 2017 e para o 2º em 2018, sendo o recordista histórico dos Raptors em jogos, minutos, arremessos convertidos e tentados, lances livres convertidos e tentados e pontos.

E devido à sua grande identificação com a franquia canadense, DeRozan assinou com os Raptors um contrato de 5 anos e 139 milhões de dólares em 2016, sem sequer ouvir propostas de outras equipes.

Era uma história de sucesso com um provável final feliz para esse casamento entre jogador e franquia, certo?

Errado...

Afinal, pelo 3º ano consecutivo o time de Toronto foi eliminado pelos Cavs nos playoffs, com direito a 2 varridas. Ou seja, algo "precisava" ser feito por lá e, além do técnico Dwane Casey, acabou "sobrando" para DeMar.

Kawhi Leonard por DeMar DeRozan - A troca onde pode dar tudo certo ou tudo errado
Os Cavs foram o terror dos Raptors de DeRozan, Lowry e Casey nos últimos anos (Foto: sbnation.com)

Kawhi Leonard foi a 15º escolha do draft de 2011 e desde então defendeu o San Antonio Spurs por 7 temporadas com médias de 16.3 pontos em 407 jogos de temporada regular e 16.5 pontos em 87 jogos de playoffs.

O ala nesse período foi 2 vezes All Star, 3 vezes selecionado para o 1º Time de Defesa, 2 vezes escolhido o Melhor Defensor do Ano, 2 vezes eleito para o Time Ideal, campeão da NBA em 2014 e MVP das Finais.

E tudo isso na franquia mais vitoriosa da NBA nas últimas 2 décadas, com a qual poderia assinar um contrato "Super Máximo" nessa "off season".

Outra história de sucesso com um provável final feliz para esse casamento entre jogador e franquia, certo?

Errado...

Afinal, na temporada 2017-18 Kawhi jogou apenas 9 partidas devido a uma lesão no quadríceps e tudo que envolveu essa lesão e a maneira como a situação foi tratada pelo jogador e pelo time texano acabou gerando uma situação insustentável. Com isso Leonard acabou declarado seu desejo de ser trocado e sua intenção de ir para Los Angeles.

E na última semana, tanto Raptors como Spurs parecem ter encontrado uma solução para seus "problemas" e acertaram uma troca entre ambos, envolvendo ainda Danny Green por parte de San Antonio e Jakob Poeltl e uma escolha de draft por parte de Toronto.

Agora sim, tudo certo para todos os envolvidos, certo?

Bem... Mais ou menos.

DeRozan ficou muito chateado por ter sido trocado pelos Raptors e usou suas redes sociais para criticar o time do Canadá pela decisão de se desfazer dele, dizendo, inclusive, que haviam lhe dito que não o trocariam.

E do outro lado, parte da imprensa disse que Kawhi estaria até mesmo cogitando não jogar a próxima temporada, por estar insatisfeito com o destino conseguido pelos Spurs.

O Toronto Raptors conseguiu um jogador - Kawhi - que, em forma, é talvez um dos 5 ou 10 melhores jogadores da NBA na atualidade e que ficou em 3º na corrida pelo prêmio de MVP em 2017. Enquanto isso, os Spurs trocaram um jogador que não queria estar ali por um dos grandes pontuadores da liga - DeRozan -, em seu auge técnico e com pelo menos mais 2 anos de contrato pela frente.

O que esperar então dos Raptors?

LeBron James deixou o Leste. Então inegavelmente o caminho para as Finais da NBA está mais fácil para qualquer um de seus adversários.

Mesmo assim, Toronto quis agir.

E conseguiram um jogador que, para muitos, é o melhor "two way player" da NBA. Um defensor de elite e também um ótimo pontuador. E de quebra adicionaram Danny Green, que é outro bom defensor e que pode acrescentar no quesito arremessos longos - talvez a grande "deficiência" do ataque de DeRozan.

E a perda de Poeltl não será sentida, pois o austríaco ainda é uma "promessa".

Desta forma, um time que já teve uma das melhores defesas da NBA - o único entre os 5 primeiros tanto em eficiência defensiva, quanto ofensiva - adicionou mais 2 grandes defensores e não terá mais LeBron pela frente.

Assim, o time que teve a melhor campanha de sua história e liderou o Leste em 2017-18 tem tudo para continuar brigando com Celtics e Sixers pelo topo.

E se Leonard voltar próximo de sua melhor forma, podem conseguir uma equipe ainda mais equilibrada, uma vez que já tiveram o melhor banco da NBA em 2018.

Seria então o momento de chegar à tão sonhada Final da NBA?

Esse parece ser o objetivo do cartola Masai Ujiri, que abriu mão do grande astro que queria estar lá - nomes como Damon Stoudamire, Vince Carter, Tracy McGrady e Chris Bosh deixaram o Canadá por vontade própria - para tentar convencer o craque Kawhi Leonard de que vale a pena permanecer com o time após a próxima temporada.

Foi mais um exemplo do grande negócio que é a NBA... 

E a comprovação de a "maldição do NBA 2K" existe mesmo.

E, se tudo mais falhar, após a temporada 2019-2020, Kyle Lowy, Jonas Valanciunas e Serge Ibaka terão seus contratos encerrados, no que pode ser a reconstrução dos Raptors após todos esses anos de "quase la" - que foram os melhores da franquia canadense desde sua entrada na NBA em meados dos anos 90.

O que esperar então dos Spurs?

Os Spurs tinham que resolver a situação de Kawhi Leonard...

E após o clima se tornar insustentável, acabaram conseguindo a melhor troca da NBA dos últimos anos por um craque que pediu para sair de uma franquia - algo mais Spurs impossível.

Afinal, o melhor nome que Kings conseguiram na troca por DeMarcus Cousins foi Buddy Hield; os Cavs conseguiram apenas um Isaiah Thomas "bichado" na troca por Kyrie Irving; os Knicks conseguiram somente Enes Kanter na troca por Carmelo Anthony; e, o Victor Oladipo dos Pacers não era o que se imaginava no momento da troca por Paul George.

Ou seja, conseguir um jogador que vem de 3 participações seguidas no ASG e de 2 nomeações para os times ideias e que tem apenas 28 anos foi uma "cartada de mestre" do time texano, se aproveitando da necessidade de mudança dos Raptors.

Algo muito melhor do que receber pacotes de jovens jogadores que poderiam vir dos Lakers ou dos Sixers, por exemplo.

Até porque, a composição do elenco dos Spurs exigia uma reposição imediata.

LaMarcus Aldridge tem 33 anos, Manu Ginobili faz 41 essa semana, Pau Gasol tem 38, Patty Mills faz 30 em agosto, Rudy Gay tem 31 e Marco Belinelli chega ao time aos 32.

Isso sem falar no técnico Gregg Popovich, que para muitos tem apenas mais 2 temporadas antes de anunciar sua aposentadoria - seu contrato com a franquia acaba em 2020, quando ele terá 71 anos.

Desta forma, o time que durante grande parte da última temporada ficou na 3ª posição do Oeste adicionou um All Star em troca de um jogador que já teve uma maior importância no elenco (Green). E se considerarmos que as únicas outras saídas importantes foram do veterano Tony Parker e de Kyle Anderson, dá pra dizer que ainda existem grandes perspectivas pela frente - mesmo diante dos reforços dos adversários.

Ainda mais considerando que eles tem em DeRozan, Gay, Gasol e Aldridge grande arremessadores de meia distância, uma jogada desvalorizada na NBA atual, mas que pode fazer a diferença contra times que cada vez mais priorizar o jogo de garrafão ou de longa distância.

E como Kawhi não esteva mesmo à disposição, eles acionam um jogador que nas últimas 3 temporadas teve médias de 23.5, 27.3 e 23 pontos por jogo. 

O que vai acontecer com Kawhi?

Kawhi Leonard por DeMar DeRozan - A troca onde pode dar tudo certo ou tudo errado
Kawhi "sorrindo" ao lado de Masai Ujiri (Foto: twitter Raptors)

Aqui a grande questão é física. Mas é inegável que o jogador pode contribuir muito com o time.

Além disso, apesar de todo seu silêncio, espera-se que seu interesse seja mostrar que ainda é um jogador de elite na NBA.

Seja para continuar no Canadá, seja para migrar para LA em 2019.

Caso ele fique, seguirá o exemplo de Paul George, que era dado como certo exatamente nos Lakers, assim como Leonard.

O que vai acontecer com DeRozan?

A troca já aconteceu. Então agora, após toda sua reverência aos Raptors, é bola pra frente.

"Palavras não podem expressar o que você significa pra mim. Eu era uma criança de 19 anos quando nos conhecemos, mas você me abraçou e me fez um dos seus. Sou muito grato pelo amor e paixão que você me deu nos últimos 9 anos. O que eu sempre quis foi multiplicar isso por 10 vezes para mostrar o quanto eu lhe aprecio. Obrigado, Toronto! Obrigado, Canadá!"

Resta ver como será seu encaixe no esquema já definido de Popovich.

E a expectativa é de que ele seja um líder pontuação, formando uma dupla de respeito com LaMarcus Aldridge e sendo a principal arma no perímetro - mesmo sem ser um especialista em bolas de 3.

O que essa troca trouxe de impacto para o restante da NBA?

LeBron foi para o Oeste e não terá Kawhi pela frente.

Para os demais times da conferência, os Spurs mostraram que seguem vivos no Oeste.

Já no Leste, os Raptors se mantiveram na briga pelas primeiras posições. E Leonard pode dar trabalho para Boston e Philadelphia.

Portanto, para aqueles que dizem que a NBA "perdeu a graça", mais essa troca nos mostra que a melhor liga de basquete do mundo vai seguir nos brindando com grandes jogos e duelos.

Ou seja, é uma troca que pode dar certo para todos ou pode não dar certo para nenhum dos envolvidos.

Mas foram apostas válidas de parte a parte.

Em quais situações poderíamos dizer que as coisas deram errado?

Bem, já falamos muito sobre os cenários ideais, mas existem também possibilidades em que tudo pode dar errado. Para todos os envolvidos.

Raptors

Para os Raptors um dos piores cenários é não poder contra com Leonard pelas questões físicas.

Mas pior do que isso seria ter o ala em ação, mas cair nos playoffs de novo de forma decepcionante.

E a 3ª possibilidade negativa seria ter Kawhi voando e ver o craque sair do time ao final do contrato, fazendo com sua chegada seja realmente um contrato "de aluguel".

Spurs

Para os Spurs dar errado seria ver DeRozan não se encaixar no time.

E o caos seria ver o time fora dos playoffs pela 1a vez desde 1997.

Kawhi

Para Leonard o pior cenário é não estar em condições ideais e ver seu valor de mercado cair com mais uma temporada de inatividade.

Até porque isso implicaria também em perdas financeiras, pois ele já perdeu a renovação com os Spurs e pode acabar limitado a uma proposta baixa no ano que vem.

DeRozan

Para o ala-armador a única possibilidade negativa é uma dificuldade de adaptação ao esquema dos Spurs, que comprometeria o melhor momento da sua carreira.

E ver os Raptors em uma eventual Final da NBA seria um duro golpe para o jogador que tanto "sofreu" com a troca.

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Agora é  esperar para ver o que acontece nos próximos meses.

Dentro e fora das 4 linhas...

Que a temporada comece logo.

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Chicago Bulls aposta em Jabari Parker! Mas... Qual o tamanho da aposta?

Jabari Parker tem apenas 23 anos, foi a 2ª escolha do draft de 2014, tem média de 15.3 pontos na carreira, mas disputou apenas 55% dos jogos possíveis

POR André C. Rocha dia
Chicago Bulls aposta em Jabari Parker! Mas... Qual o tamanho da aposta?
Jabari Parker disputa bola com Bobby Portis na temporada 2016-17 (Foto: Benny Sieu-USA TODAY Sports)

Após uma temporada estranha, onde demorou para "entender" que seu objetivo principal era perder para buscar a melhor posição possível no draft, o Chicago Bulls vinha para a temporada 2017-18 com um quarteto jovem e talentoso formado por:

Ou seja, faltava um nome que tivesse esse perfil e assumisse a posição 3 do time titular do técnico Fred Hoiberg.

E é isso mesmo... Faltava...

Afinal, o time de Illinois acertou com Jabari Parker.

O ala volta para casa, já que é natural de Chicago, com a missão de compor esse quinteto promissor e encorpar um time que poderá ir ao mercado novamente em 2019, mas que parece fechado para a próxima temporada.

O Gerente Geral Gar Forman falou sobre a contratação: "Jabari tem 23 anos, tem um encaixe natural no que estamos formando e é um pontuador já testado na NBA. Estamos olhando para a frente e lhe damos as boas vindas de volta para casa".

Parker assinou por 2 anos e 40 milhões de dólares, sendo o 2º ano opcional para a franquia.

Essa flexibilidade dá aos Bulls a chance de "testá-lo" e, caso não corresponda, abortar a experiência e buscar um novo nome no próximo verão americano. Até porque não se sabe se a opção do Milwaukee Bucks em torná-lo agente livre irrestrito, logo antes da assinatura com os Bulls, teve motivação apenas financeira ou se o time de Winsconsin realmente não acreditava mais na recuperação do jogador que selecionou na 2ª posição do draft de 2014, mas que jogou apenas 55% dos jogos possíveis por lá (183 de 328).

Os rumores dizem que os Bucks respeitaram sua vontade de buscar um recomeço em sua carreira e também o retorno para Chicago, mas ninguém pode afirmar que não há mais nada por trás da decisão.

Sua 1ª lesão veio já na 1ª temporada, após apenas 25 jogos disputados.

No 2º ano, 76 jogos, dos quais 72 como titular e o melhor aproveitamento na carreira nos arremessos (49.3%).

Só que em 2017, mais precisamente no dia 08/02, veio a lesão no joelho que interrompeu a melhor temporada do jogador até aqui: 20.1 pontos, 6.2 rebotes, 2.8 assistências, 49% nos arremessos e 36.5% nas bolas de 3, em 33.1 minutos nas 51 partidas disputadas, 50 como titular - Recordes da carreira em pontos, rebotes, assistências e minutos jogados.

Chicago Bulls aposta em Jabari Parker! Mas... Qual o tamanho da aposta?
Parker no chão após a lesão de 2017 (Foto: Jeff Hanisch-USA TODAY Sports)

O retorno aconteceu praticamente um ano depois (02/02) e em 2017-18 Parker jogou 31 partidas (3 como titular) e teve média de 12.6 pontos em 24 minutos, como seu melhor aproveitamento na carreira em bolas de 3 (38.3%).

Na temporada passada Parker disputou também pela 1ª vez jogos de playoffs (7), com média de 10 pontos por jogo na série de 7 jogos diante dos Celtics.

Hoiberg falou com empolgação ao "The Athletic" sobre a adição de Parker:

"Nós nos sentimos muito bem com isso. É um pontuador reconhecido e vejo muita versatilidade em seu jogo. Ele pode jogar em várias posições, na posição 3, na posição 4. E na defesa, se olharmos para o que temos construído nas últimas semanas... Bem... Podemos fazer isso com Jabari".

O comandante disse ainda que o reforço tem as ferramentas necessárias para ajudar o time de Chicago:

"Ele já mostrou competência em sua movimentação e também como pontuador. Ele é ótimo em transição. Ele vai se encaixar muito bem com a maneira que queremos jogar e em como queremos nos colocar em quadra. Ele finaliza muito bem dentro do garrafão e melhorou seu aproveitamento nas bolas de 3 pontos ao longo de sua carreira. Com certeza é uma boa opção para nós".

O vídeo abaixo mostra seus melhores momentos na última temporada:

Foi a 2ª grande aposta dos Bulls nessa "off season", já que o time já havia renovado também com Zach LaVine por 4 anos e 78 milhões de dólares.

LaVine foi o 13º escolhido no mesmo draft de Jabari e na última temporada disputou apenas 24 jogos pelos Bulls após a séria lesão que teve quando ainda defendia o Minnesota Timberwolves.

Antes da lesão ele vinha com médias de 18.9 pontos, 3.4 rebotes, 3 assistências, 45.9% nos arremessos e 38.7% nas bolas de 3, em 37.2 minutos nas 47 partidas disputadas, todas como titular - Recordes da carreira em pontos, rebotes, % de arremessos e minutos jogados.

Curiosamente as lesões de LaVine e Parker foram ambas no joelho esquerdo e separadas por apenas 5 dias - Zach se machucou em 03/02/2017.

Na verdade, Fevereiro de 2017 foi um mês onde a bruxa esteve solta na NBA.

Algo similar às lesões de DeMarcus Cousins, John WallKevin LoveKristaps Porzingis em 2018 - todas elas em um curto espaço de tempo entre o final de janeiro e o começo de março.

Voltando ao camisa 8, que vinha evoluindo em cada uma das suas 3 primeiras temporadas na liga, ele teve em 2017-18 seu menor número de minutos desde sua temporada de calouro (27.3) e teve seu pior aproveitamento em arremessos desde que chegou à NBA (38.3% no geral e 34.1% nas bolas de 3). Só que o time de Chicago segue vendo um grande potencial e decidiu apostar em sua manutenção, agora para um temporada em que chegará bem fisicamente e pronto para decolar.

Até porque, caso não o fizesse, o perderia para o Sacramento Kings que havia feito proposta por LaVine.

Ao lado de LaVine e Parker, a franquia tem ainda outros 3 jogadores de loteria no time titular: Dunn (24 anos e 5º em 2016), Markkanen (21 anos e 7º em 2017) e Carter (19 anos e 7º em 2018).

Chicago Bulls aposta em Jabari Parker! Mas... Qual o tamanho da aposta?
Parker marca Markkanen em duelo em 2018 (Foto: nba.com)

Markkanen foi escolhido para o 1º Time de Calouros em 2018 e teve médias de 15.2 pontos, 7.5 rebotes, 43.4% nos arremessos, 36.2% nas bolas de 3 e 84.3% nos lances livres, em 29.7 minutos nos 68 jogos disputados - todos como titular.

Enquanto isso, Dunn melhorou todas as suas estatísticas em Chicago e teve médias de 13.4 pontos (+9.6 se comparado aos seus números como  calouro), 4.3 rebotes (+2.2), 6 assistências (+3.6), 2 roubos (+1), 42.9% (+5.2%) nos arremessos, 32.1% nas bolas de 3 (+3.3%) e 29.3 minutos (+12.2). O armador jogou 52 partidas, 43 como titular.

Já Carter Jr teve médias de 14.6 pontos, 9.4 rebotes e 2.6 tocos na Summer League de 2018.

Há ainda outros 2 nomes também de loteria no banco (Denzel Valentine e Cameron Payne) e mais 2 escolhidos na 1ª rodada (Bobby Portis e Chandler Hutchison).

E de todos eles o mais velho é Valentine, que fará 25 anos em novembro.

Soma-se a isso os experientes Robin Lopez e Justin Holiday e podemos ver um time que pode surpreender na "despedaçada" Conferência Leste.

E se não funcionar, o time ainda terá algo em torno de 35 milhões para investir no mercado em 2019. Valor esse que pode chegar a algo perto de 50 milhões, caso opte por não manter nomes como Portis e Payne.

Tudo isso graças aos contratos de calouros de grande parte dos jogadores.

Vale lembrar que em 2019 teremos entre os agentes livres nomes como:

Enfim, depois de muitas críticas, da confusão em 2017 com as contratações de Dwyane WadeRajon Rondo e após o "acerto" da tão criticada troca de Jimmy B., parece que está surgindo um rumo na cidade dos ventos.

Seja ele certo ou não... 

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Os maiores contratos da história da NBA

Listamos os 15 maiores contratos da história da NBA, considerando o valor total da negociação

POR André C. Rocha dia
Os maiores contratos da história da NBA
Esses são os donos dos maiores contratos da história (Montagem: Sobe a Bola)

Na era dos super times e dos super contratos – e onde o teto salarial parece cada vez ser menos importante para algumas franquias -, listamos os maiores contratos já assinados na história da NBA.

A lista considera o valor total dos contratos em toda a sua extensão.

Confira o TOP15:

1. Russell Westbrook | 5 anos - extensão a partir de 2022-23 | $205,030,000 | Oklahoma City Thunder

Os maiores contratos da história da NBA
(Foto: yurtspor_com)

2. Stephen Curry | 5 anos (2017–22) | $201,158,790 | Golden State Warriors

Os maiores contratos da história da NBA
(Foto: twitter Mundo ESPN)

3. Blake Griffin | 5 anos (2017–22) | $172,174,820 | Detroit Pistons

Os maiores contratos da história da NBA
(Foto: sportingnews.com)

4. James Harden | 4 anos - extensão a partir de 2022-23 | $169,000,000 | Houston Rockets

Os maiores contratos da história da NBA
(Foto: clutchfans.com)

5. John Wall | 4 anos – extensão a partir de 2019-20 | $169,344,000 | Washington Wizards

Os maiores contratos da história da NBA
(Foto:Getty Images)

6. Chris Paul | 4 anos (2018-22) | $159,730,592 | Houston Rockets

Os maiores contratos da história da NBA
(Foto: Houston Chronicle)

7. LeBron James | 4 anos (2018–22) | $153,312,846 | Los Angeles Lakers

Os maiores contratos da história da NBA
(Foto: nba,com)

8. Mike Conley Jr. | 5 anos (2016–20) | $152,605,576 | Memphis Grizzlies

Os maiores contratos da história da NBA
(Foto: clutchpoints.com)

9. Nikola Jokic | 5 anos (2018–23) | $147,710,050 | Denver Nuggets

Os maiores contratos da história da NBA
(Foto: AP Photo)

10. Joel Embiid | 5 anos (2017–22) | $146,450,000 | Philadelphia 76ers

Os maiores contratos da história da NBA
(Foto: USA Today Sports)

11. Andrew Wiggins | 5 anos (2017–22) | $146,450,000 | Minnesota Timberwolves

Os maiores contratos da história da NBA
(Foto: nba.com)

12. Damian Lillard | 5 anos (2016–21) | $139,888,445 | Portland Trail Blazers

Os maiores contratos da história da NBA
(Foto: kgw.com)

13. DeMar DeRozan | 5 anos (2016–21) | $139,000,000 | Toronto Raptors

Os maiores contratos da história da NBA
(Foto: Getty Images)

14. Gordon Hayward | 4 anos (2017-2020) | $138,000,000 | Boston Celtics

Os maiores contratos da história da NBA
(Foto: sportingnews.com)

15. Paul George | 4 anos (2018-22) | $136,911,936 | Oklahoma City Thunder

Os maiores contratos da história da NBA
(Foto: NBAE-Getty Images)

E uma curiosidade, o 16º da lista é Kobe Bryant.

Porém, seu contrato era de 7 anos, o que daria uma média de aproximadamente 19 milhões por ano, bem menos que os 41 milhões em média do contrato de Westbrook.

16. Kobe Bryant | 7 years (2004–11) | $136,400,000 | Los Angeles Lakers

Os maiores contratos da história da NBA
(Foto: Lakers Brasil)

Fonte: www.sportrac.com

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Cousins nos Warriors... Legal, legítimo, injusto ou parte do processo?

A ida de DeMarcus Cousins para o Golden State Warriors e as regras dos agentes livres na NBA

POR André C. Rocha dia
Cousins nos Warriors... Legal, legítimo, injusto ou parte do processo?
O 3º "Splash Brother" chegou à Oakland (Foto: USA Today Sports)

Os grandes nomes entre os agentes livres da NBA não demoraram muito para definir seu futuro nesse verão americano.

E após os anúncios das permanências de Paul George em Oklahoma, Kevin Durant em Golden State e de Chris Paul em Houston, além da decisão de LeBron James ao “levar seus talentos” para o LA Lakers, a NBA foi sacudida pela informação de que DeMarcus Cousins assinou com os Warriors por 1 ano com o praticamente irrisório salário de U$ 5.3 milhões.

Ou seja, o Golden State Warriors, que já tinha Stephen Curry, Klay Thompson, Durant e Draymond Green, agora tem um 5º All Star em seu elenco.

E os atuais tetracampeões do Oeste e bicampeões da NBA reúnem ainda 4 jogadores campeões pelo US Team nas Olimpíadas do Rio em 2016.

Cousins nos Warriors... Legal, legítimo, injusto ou parte do processo?
Cousins, Klay e KD em ação no Rio (Foto: sportingnews.com)

Claro que o futuro de Cousins, principalmente na temporada 2018-19, está coberto de incertezas, em razão da séria lesão sofrida no tendão de Aquiles em janeiro diante dos Rockets. Até mesmo a data de seu retorno segue imprevista.

Porém, é inegável que sua chegada, em substituição à JaVale McGee (que foi para os Lakers) e Zaza Pachulia (que foi para os Pistons) é um belo upgrade para o time do técnico Steve Kerr – ainda que ele jogue apenas parte de sua capacidade total.

Afinal, na carreira Cousins, para muitos o melhor e mais dominante pivô da NBA na atualidade, tem médias de 21.5 pontos, 11.0 rebotes, 3.2 assistências, 1.43 roubos e 1.22 tocos em 32.3 minutos em 535 jogos (513 como titular).

Na temporada passada o pivô teve médias de 25.2 pontos e os recordes na carreira de 12.9 rebotes e 5.4 assistências, além de 1.65 roubos e 1.58 tocos em 36.2 minutos nos 48 jogos disputados. Ele foi um dos 3 jogadores com médias de pelo menos 25 pontos e 10 rebotes, ao lado de Giannis Antetokounmpo e Anthony Davis e o único com também pelo menos 5 assistências.

Se não tivesse se lesionado, DeMarcus teria disputado seu 4º All Star Game seguido, além de ter sido eleito para o time de calouros em 2010-11 e para o 2º time ideal da liga nas temporadas 2014-15 e 2015-16.

Então os Warriors se tornam imbatíveis com a chegada de Cousins?

Bem... Precisamos ver quando ele voltar às quadras. Afinal, lesões no tendão de Aquiles são críticas para qualquer jogador.

Ainda mais se você tem 2.11 m e 120 kg...

E esse foi um dos motivos que levou Cousins para Oakland.

Muitos times duvidaram da capacidade dele em seu retorno e ele não recebeu propostas antes do Warriors.

Na verdade, pelo que foi divulgado a única proposta foi do próprio New Orleans Pelicans ao final da temporada de 40 milhões de dólares por 2 anos de contrato. Porém, aos 27 anos, o pivô preferiu não aceitar e aguardar o mercado.

Só que não vieram novas propostas e os Pelicans retiraram sua oferta...

Então o pivô falou com seu agente e se ofereceu para os Warriors por um ano e um salário baixo. Era um cenário quase que ideal, com muitas possibilidades de conquistar um anel, quase nenhuma pressão em seu retorno e a possibilidade de conseguir um contrato vantajoso em 2019, após mostrar que está em condições novamente.

“Essa foi a minha carta na manga. Minha jogada de xadrez”. (Cousins)

“Eu estava chocado (por não receber propostas). Eu não acreditava. Foi uma noite dura e emocionalmente pesada. Eu estava f*&%$#! E disse a Jarinn (seu agente), ‘ vamos fazer a ligação’. Ele ficou chocado. É um insulto não receber nenhuma proposta. Mas eu entendo e havia me preparado para isso”, declarou.

“Essa foi a minha carta na manga. Minha jogada de xadrez. Todos ficaram animados com a minha decisão”, concluiu Cousins.

“Espero estar de volta já para o training camp. Isso não foi um comentário para parecer que estou bem para os times”, disse, ratificando o que já havia dito em maio desse ano.

“Me sinto fantástico. O mais estranho é que tem sido duro para mim. Mas estou feliz em me juntar aos campeões”, afirmou o pivô que nunca disputou uma partida de playoff em sua carreira.

Cousins nos Warriors... Legal, legítimo, injusto ou parte do processo?
Cousins jogou 6 temporadas e meia nos Kings antes de ser trocado para os Pelicans (Foto: basketballherald.com)

E para os Warriors não foi nada mal também adicionar um jogador com a qualidade de Cousins a um elenco já repleto de estrelas. Se ele contribuir imediatamente após seu retorno, ótimo. Mas se for uma ajuda apenas pontual em um time acostumado a jogar com formações baixas, tudo bem também.

O custo foi baixo... E o retorno é praticamente certo, independente de em qual medida – nível All Star ou “apenas” um pivô talentoso nos momentos em que o time precise.

Claro que Cousins traz também “no pacote” os problemas disciplinares, mas até mesmo isso não parece que pode dar errado nos Warriors – que já tem o “know how” de como lidar com Draymond Green... (rs)

Cousins nos Warriors... Legal, legítimo, injusto ou parte do processo?
Cousins e Green se aproximaram após os Jogos Olímpicos (Foto: sportingnews.com)

Veja o momento em que o grandalhão soube que iria voltar a Califórnia.

Os Warriors estão errados em querer juntar os melhores jogadores possíveis à sua disposição?

Cousins está errado em querer ir para um lugar onde pode voltar tranquilo às quadras, com outros craques ao seu lado?

Me parece que as respostas para ambas as perguntas é NÃO.

Com isso os Warriors agora tem 3 dos 6 maiores cestinhas da NBA nas últimas 3 temporadas.

Então por que a NBA permitiu a ida de Cousins para os Warriors?

Ora, pelo que já foi dito acima, não foi feito nada de errado. Cousins era agente livre irrestrito e poderia ir para qualquer equipe e os Warriors ofereceram a ele o contrato que podiam a um baixo custo. E ele aceitou. O que há de errado nisso em uma NBA que cada vez mais vê os astros migrando entre as equipes?

Claro que os saudosistas falarão sobre fidelidade, identificação com a franquia e cosias desse tipo, mas isso não é mais regra em uma NBA que vê até mesmo Tony Parker deixar o San Antonio Spurs rumo ao Charlotte Hornets.

Agora até mesmo a homenagem de Davis ao usar a camisa de Cousins no ASG parece ter sido em vão.

Mas no fundo, no fundo, a NBA é cada vez mais um grande negócio.

E se alguém falar que no passado a NBA já vetou a ida de Chris Paul para os Lakers, vale lembrar que isso aconteceu porque na época a liga era acionista do New Orleans Hornets e não topou o negócio. Ou seja, não foi a liga que vetou, mas sim os Hornets, por meio de “um de seus donos”.

Então a negociação foi totalmente correta e lembrou alguns movimentos para a formação de outros super times – o que alguns casos nem deu tão certo assim.

As diferenças são:

a)      dessa vez não está sendo formado um super time, mas sim um super time está se tornando mais super ainda; e,

b)      Cousins vai para Oakland aos 27 anos, no que seria seu auge técnico e físico, se não fosse a séria lesão sofrida.

Então acabou a graça da NBA com mais esse reforço para o time mais dominante da liga há 4 anos?

Até isso é discutível...

Apesar do atropelo nas Finais da NBA diante dos Cavs (4 a 0), os Warriors penaram para vencer os Rockets em 7 jogos nas Finais do Oeste. E CP3 segue ao lado do Barba no Rockets que pode ainda adicionar Carmelo Anthony, caso ele seja dispensado pelo Thunder.

Isso sem falar nos Lakers, que não podem ser descartados pelo simples fato de agora terem LeBron James.

Vem aí uma prévia de Space Jam 2???

Já no Leste o Boston Celtics e o Philadelphia 76ers podem chegar às Finais da NBA agora que não tem mais “King” James como empecilho... Resta saber quanto trabalho eles dariam para os Warriors em uma série de 7 jogos.

Isso sem falar na possibilidade de Cousins não render o esperado pelo questão física.

Isso tudo mostra que, no melhor dos cenários, é apenas questão de tempo até mais um título dos Warriors. No entanto, antes mesmo da temporada começar é muito cedo para dar isso como certeza.

E os percalços do próprios Warriors e dos Cavs no ano passado mostram que as certezas podem ser várias variáveis no caminho até se confirmarem...

Ou alguém acha totalmente impossível uma briga entre Green e Cousins, que faça com que o pivô seja trocado no meio da temporada e mine o relacionamento interno dos Warriors?

Não dá para prever ainda o que vai acontecer.

Mas até o momento é tudo alegria pelo lado dos campeões da NBA...

Como mostram as postagens dos jogadores dos Warriors dando as boas-vindas para Cousins.

Cousins nos Warriors... Legal, legítimo, injusto ou parte do processo?
Curry encara Cousins em duelo entre Pelicans e Warriors (Foto: nola.com)

"O 3º 'Splash Brother. Vamos Boogie Cousins". (Curry)

"Grande parceiro". (Andre Iguodala)

"Uau". (Nick Young, que é agente livre, mas ganhou seu 1º anel com os Warriors) 

“Uma cultura vencedora e nossa união nos trouxe DeMarcus Cousins”, disse Durant ao The Undefeated.

E para quem diz que a NBA perdeu a graça, cito as postagens de Joel Embiid após o anúncio de Cousins.

"Bem, a NBA é surpreendente e a melhor liga". 

"Ainda há tempo para mudar de ideia".

"Vamos pegar um DeAndre Jordan e confiar nele".

Vamos abrir a mente pessoal!

Os tempos são outros na NBA dos super times...

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