Sobre o Autor:

Thiago Colman

Thiago Colman

Acompanha a NBA desde 2006, torce pelo maior campeão da liga com 17 títulos, acredita que números não valem nada, se não vierem junto com anéis.

Prévia: Boston Celtics x Milwaukee Bucks

Apesar das várias lesões, o Boston Celtics vem bem para essa disputa de playoffs, Milwaukee Bucks espera contar com todo potencial de Giannis Antetokounmpo

POR Thiago Colman dia

O Boston Celtics não teve que jogar no primeiro dia da pós-temporada, mesmo assim o time não terá tempo suficiente para curar seus jogadores machucados. Mesmo assim, o time vem jogando bem e vai enfrentar o atlético Milwaukee Bucks. Há muitos confrontos na primeira rodada deste ano bons, mas esse deve ser um dos melhores.

O número 2 Boston Celtics teve um caminho difícil para conquistar a segunda colocação no leste, e eles serão recompensados ​​enfrentando o nº 7 Milwaukee Bucks. Este é um confronto intrigante e mostra como o Celtics está tentando desafiar as probabilidades na pós-temporada, enquanto o Bucks tenta ser uma grande surpresa.

Terminando a temporada com 55 vitórias e 27 derrotas, o Celtics conquistou a segunda posição no Leste, apesar de uma temporada cheia de todos os tipos de lesões, incluindo os All-Stars Gordon Hayward e Kyrie Irving. Quanto ao Bucks, eles terminaram a temporada regular com 44 vitórias e 38 derrotas. Foi uma temporada tumultuada, cheia de lesões e com mudança de treinador, mas eles estão de volta aos playoffs pelo segundo ano seguido.

Antes do jogo 1, aqui está tudo o que você precisa saber sobre um dos combates mais emocionantes do Leste:

Boston Celtics (55-27) x Milwaukee Bucks (44-38)

Jogo 1 de Celtics x Bucks

  • Data: Domingo, 15 de Abril
  • Horário: 14:00 (Horário de Brasília)
  • Local: TD Garden em Boston
  • TV: Sem transmissão
  • Ver online: NBA League Pass

Jogos da série:

  • Jogo 1 em Boston: Domingo, 15 de Abril, 14:00 (BOS 113x107 MIL)
  • Jogo 2 em Boston: Terça, 17 de Abril, 20:00
  • Jogo 3 em Milwaukee: Sexta, 20 de Abril, 22:30
  • Jogo 4 em Milwaukee: Domingo, 22 de Abril, 14:00
  • Jogo 5 em Boston: A ser anunciado (se for necessário)
  • Jogo 6 em Milwaukee: A ser anunciado (se for necessário)
  • Jogo 7 em Boston: A ser anunciado (se for necessário)

Jogos na temporada regular: Empatados em 2-2

Resultados nos playoffs da temporada passada: O Celtics foi derrotado nas finais da Conferência Leste pelo Cleveland Cavaliers, já o Bucks foi eliminado na primeira rodada dos playoffs pelo Toronto Raptors.

Jogadores machucados: Gordon HaywardKyrie Irving e Daniel Theis estão fora da temporada no Celtics, e Marcus Smart talvez volte depois do dia 27 de Abril. 

Provável quinteto titular do Boston Celtics: Terry Rozier, Jaylen BrownJayson TatumAl Horford e Aron Baynes

Provável quinteto titular do Milwaukee Bucks: Eric Bledsoe, Tony Snell, Khris Middleton, Giannis Antetokounmpo e John Henson

Boston ganha se:

Eles forem capazes de pontuar bem. Mesmo com as lesões, o Celtics ainda é um forte time defensivo, e há poucas dúvidas de que o final do piso será um problema. Mas sem Hayward e Irving, assim como Smart, que é mais conhecido por atuar na defesa, mas também é bom no ataque, o Celtics pode ter problemas para marcar pontos. Se seus jovens jogadores forem capazes de lidar com o aumento da pressão dos playoffs e conseguirem pontuar bastante, eles devem ganhar esta série. 

Milwaukee ganha se:

Giannis assumir o comando do time e a defesa do Bucks minar o Celtics. O Greek Freak será o jogador mais talentoso em quadra, e o Bucks precisa dele para ganhar. Não há razão para esperar que ele jogue mal, mas o Bucks não pode deixar seu principal jogador descansar nessa série dos playoffs. Além disso, eles precisarão muito de sua defesa, que tem sido ruim às vezes nesta temporada, para intensificar e sufocar o Celtics.

Palpite: Boston Celtics vence o Milwaukee Bucks por 4 a 2.

 

Por que Shaq nunca ganhou mais de 1 MVP?

Shaquille O'Neal sempre foi conhecido por ser um dos melhores pivôs da história da NBA, saiba porque ele ganhou apenas 1 troféu de MVP em toda sua carreira

POR Thiago Colman dia
Por que Shaq nunca ganhou mais de 1 MVP?
Shaquille O'Neal foi um dos pivôs mais dominantes na NBA. (Créditos: Bleacher Report)

Shaquille O'Neal é um dos maiores jogadores da história da NBA. Ele também é um dos jogadores mais sensíveis e que marcaram a história da NBA.

Do 3 peat no Los Angeles Lakers com Kobe Bryant, a suas queixas sobre ganhar apenas um prêmio de MVP, Shaq reclamou recentemente que não sabia porque tinha ganho apenas um prêmio de melhor jogador da NBA na TNT, segundo ele, era para ele ter conquistado mais MVPs, principalmente no anos de 2005 e 2006.

Abaixo, segue uma análise de dados e comentários detalhando por que Shaq ganhou apenas um prêmio de MVP.

1992-1993 – Ano de calouro

  • Shaq na votação de MVP: 7°
  • Vencedor: Charles Barkley

Shaq era um calouro e o Magic teve 50% de aproveitamento na temporada regular. Charles Barkley, Jordan e Hakeem foram os principais candidatos ao troféu de MVP, com Barkley vencendo o prêmio.

1993-1994: O ano do sonho

  • Shaq na votação de MVP: 4° (com 21 anos)
  • Vencedor: Hakeem Olajuwon

Shaq teve estatísticas monstruosas (29/13) em sua segunda temporada e jogando os 81 jogos, o Magic terminaria a temporada com 50 vitórias. No entanto, seu desempenho não é páreo para Hakeem Olajuwon, que lidera o Rockets para a segunda melhor temporada na história da NBA (naquele tempo). Scottie Pippen, que termina em terceiro na corrida pelo MVP, leva o Bulls a 55 vitórias sem Michael Jordan.

1994-1995: Tão longe e tão perto

  • Shaq na votação de MVP: 2°
  • Vencedor: David Robinson

Shaq tem outro ano de estatísticas monstruosas, e provavelmente uma de suas melhores temporadas, com média de 29/11 (ele jogou 79 jogos), levando o Magic a 57 vitórias. Infelizmente, ele perde o MVP votando com folga para David Robinson, que tem médias de 28/11 e 3 tocos por jogo enquanto liderava o Spurs para a melhor temporada daquele ano. Hakeem, que terminou em 5º no MVP, vinga Robinson e Shaq nos playoffs ao derrotar ambos e conquistar seu segundo anel e segundo prêmio de MVP das Finais.

1995-1996: Lesões e o retorno do "GOAT"

  • Shaq na votação de MVP: 9°
  • Vencedor: Michael Jordan (Temporada 72-10 do Bulls)

Shaq jogou apenas 54 jogos e não tinha chance de ganhar o prêmio de MVP. Penny Hardaway termina em terceiro lugar na corrida pelo MVP porque o Magic ainda terminou com 60 vitórias. David Robinson termina em segundo. O ano pertence inequivocamente a Michael Jordan, que volta da aposentadoria para ter médias de 30/7/4, além de levar o Bulls a um recorde de 72 vitórias.

1996-1997: Los Angeles e mais lesões

  • Shaq na votação de MVP: 9°
  • Vencedor: Karl Malone (escolha controversa considerando que o Bulls venceu 69 jogos e Jordan era claramente o melhor jogador atuando na liga)

Com grandes expectativas em seus ombros após sua transferência para o Los Angeles Lakers, Shaq está, mais uma vez, machucado na maior parte da temporada e joga apenas 51 jogos, eliminando suas chances de ser MVP.

[Curiosidade: este foi o ano em que Kobe com 18 anos cometeu 3 air-balls contra o Jazz, começando assim a Lenda da Mamba Negra.]

1997-1998: Mais jogos perdidos

  • Shaq na votação de MVP: 4°
  • Vencedor: Michael Jordan (Com 34 anos)

Shaq mais uma vez perde mais de 20 jogos na temporada regular, embora o Lakers ganhe mais de 60 jogos e tenha em quadra 4 All Stars (Eddie Jones, Van Exel, Kobe e Shaq). Karl Malone e Payton fizeram uma ótima temporada (com mais de 80 jogos), mas perderam para Michael Jordan o troféu de melhor jogador da temporada, já com 34 anos, que tem médias de 29/6/4 para o time do Bulls que perdeu Scottie Pippen por metade da temporada.

1998-1999: Lockout diminuiu a temporada

  • Shaq na votação de MVP: 6°
  • Vencedor: Karl Malone (com 35 anos)

Em uma temporada encurtada com apenas 50 jogos disputados (para não mencionar metade dos jogadores aparecendo lamentavelmente fora de forma), Shaq tem uma boa média de 26/11, mas ganha muito menos reconhecimento do que caras como Malone, Alonzo Mourning, Duncan e Allen Iverson. Malone lidera o Jazz para a melhor temporada da liga (empatado com o Spurs), e Zo lidera o Heat para a melhor campanha no Leste. O Lakers termina em quarto no Oeste em um ano terrivelmente aquém do esperado.

1999-2000: Ano do MVP

  • Shaq na votação de MVP: 1° (finalmente!)
  • Vencedor: The Big Aristotle

Estimulado pelas motivações Zen de Phil Jackson e apoiado pelo rápido desenvolvimento de Kobe, um Shaq comprometido atinge o máximo de seu potencial e vence o prêmio de MVP quase por unanimidade (alguns votos para Allen Iverson). Durante a temporada regular, Shaq joga 40 minutos por jogo e tem médias de 30/14, levando o Lakers a 67 vitórias.

2000-2001: A narrativa de Iverson

  • Shaq na votação de MVP: 3°
  • Vencedor: Allen Iverson

O Lakers tropeça um pouco durante a temporada regular, terminando com um recorde de 56 vitórias e 26 derrotas, o time principalmente conseguiu recuperar seu bom basquete na segunda metade da temporada. Infelizmente para Shaq, as brigas com a mídia e as lutas de ego com Kobe significaram que a principal narrativa do MVP naquele ano foi a história da redenção de Allen Iverson. Iverson joga muito e leva o Sixers a uma improvável primeira posição na conferência leste enquanto vence a mesma quantidade de jogos que o Lakers. Duncan, que termina em segundo no prêmio de MVP, leva o Spurs ao melhor recorde no Oeste. Shaq teve médias para ser MVP neste ano, mas Kobe tem médias de 29/6/5 durante a temporada regular, pelo início lento do Lakers, esse não era o seu ano.

2001-2002: Mais alguns jogos perdidos

  • Shaq na votação de MVP: 3°
  • Vencedor: Tim Duncan

Shaq tem médias de 27/11, mas só joga 67 jogos, que, no contexto MVP, normalmente não é suficiente. O Lakers termina na terceira posição no Oeste e Tim Duncan é considerado o MVP porque ele joga todos os 82 jogos e tem estatísticas monstruosas. Este ano foi realmente complicado para Shaq vencer, ainda mais tendo Jason Kidd brilhando (que fazia milagre pelo Nets) e Duncan, jogando como Duncan, sendo fora de série.

2002-2003: Cura no tempo certo

  • Shaq na votação de MVP: 5° (atrás de Kobe)
  • Vencedor: Tim Duncan

Shaq joga 67 jogos e se "cura no tempo certo", mesmo com médias de 28/11 ao final da temporada, ele não tem chances de vencer o troféu de MVP, já que Kobe jogou todos os 82 jogos e tem médias de 30/7/6, enquanto Duncan lidera o Spurs na melhor temporada regular daquele ano.

2003-2004: O Super-Time original

  • Shaq na votação de MVP: 6°
  • Vencedor: Kevin Garnett

Shaq está visivelmente mais cansado nesse ano e, mais uma vez, joga 67 jogos. Com Karl Malone e Gary Payton na equipe perseguindo títulos, e com as preocupações de Kobe Bryant como se não houvesse amanhã (o caso de agressão sexual estava pairando sobre sua cabeça durante toda a temporada), o Lakers termina em segundo lugar no Oeste, mas os números de Shaq diminuem para 22/12.

Kevin Garnett foi de longe o melhor jogador da liga nesta temporada e aparece na votação de maneira quase unânime do MVP que ele recebe de maneira justa.

2004-2005: O ano mais controverso

  • Shaq na votação de MVP: 2° (muito perto)
  • Vencedor: Steve Nash

Em seu ano de mudança para o Heat "Eu deveria ter vencido o prêmio de MVP", um Shaq rejuvenescido joga 73 jogos, acumula médias de 23/10, e leva o Miami Heat a 59 vitórias, com um Dwyane Wade coadjuvante. Isso também foi na época em que todo o mundo dos esportes odiava Kobe (pois "empurrou Shaq e Phil Jackson para fora de Los Angeles"), então Shaq teve muita torcida para conseguir o prêmio de MVP, ao contrário de Kobe.

Era uma escolha fácil para ser MVP certo?

Errado, Wade (o “coadjuvante” deste time) teve médias de 24/5/7 e era igualmente valioso enquanto jogava mais alguns jogos do que o Shaq. A única razão pela qual Wade é visto como um “coadjuvante” neste momento, apesar de ter números igualmente impressionantes, é porque ele é um jogador de segundo ano na liga e ainda não entrou na consciência coletiva dos fãs da NBA (ele faria isso nas finais de 2006), então sua narrativa não ganha nenhuma consideração ao troféu de MVP.

No topo da ascensão de D-Wade, a campanha para o MVP de Shaq está lidando com a temporada revolucionária dos sete segundos ou menos Phoenix Suns. Essa equipe maluca liderada por um canadense de cabelos frouxos não só vence mais 33 jogos que no ano anterior e termina com a melhor temporada geral (62 vitórias), como também anima os torcedores e membros da mídia em todas as outras equipes (Spurs/Pistons) o time joga com uma defesa sufocante e consegue manter os adversários fazendo cerca de 80-90 pontos em cada jogo.

Este contexto é importante porque, em um mundo de ataques chatos e metódicos, Nash e o Suns fizeram 110 pontos por jogo como uma equipe renovada e foram os queridinhos daquele ano na liga.

No centro de toda essa revolução estava Steve Nash, que dirigia o motor Suns como Stephen Curry, conduziu os Warriors em 2016. Tudo começou e terminou com Nashty Nash e o improvável MVP que fez 16 pontos e 12 assistências por jogo com estatísticas de 50/43/89. Alguns argumentam que as médias de 26/9 de Amare foram mais valiosas, mas sem Nash armando o Suns, a equipe não estaria a todo vapor. Eu recomendo que você assista alguns jogos do Suns nesse ano para ver como Nash ditou o ataque e mudou o fluxo do jogo do time.

Embora eu concorde que Shaq teve uma ótima chance de ganhar o MVP (apesar do surgimento de Wade), eu não acho que ele tenha sido "roubado" em qualquer sentido. Ele terminou em segundo, mesmo que Dirk tenha tido estatísticas e vitórias igualmente impressionantes. No entanto, a influência de Nash no Suns, o início dos revolucionários Seven Seconds ou Less Offense, e as 62 vitórias do time de Phoenix fizeram dele o melhor candidato a MVP.

Desculpe, Shaq.

2005-2006: A temporada fantasma "Eu deveria ter sido MVP"

  • Shaq na votação de MVP: N/A (não se qualificou)
  • Vencedor: Steve Nash

Eu adoro falar sobre esta temporada, porque faz você perceber o quanto da história de Shaq falando várias vezes na TNT que Nash não deveria ter vencido MVP sobre ele "duas vezes" não é verdade.

A segunda vez que ele está falando isso é na temporada de 2006, onde aconteceram as seguintes coisas:

  • Shaq jogou incríveis 59 jogos

  • Shaq não era nem o top 10 na votação do MVP, com caras como Elton Brand, Shawn Marion e Tony Parker ganhando votos sobre ele

  • D-Wade teve uma média de 27/6/7 e jogou 75 jogos em comparação com os 20/9 de Shaq em 59 jogos

Shaq não estava nem perto de ser um candidato a MVP este ano. Foi uma corrida entre Nash, LeBron (que terminou em segundo), Dirk e Kobe. O campeão do povo era claramente Kobe, já que ele tinha uma das temporadas mais memoráveis ​​de todos os tempos. O problema com Kobe foi que o Lakers terminou em 7º e ainda houve muita reação da mídia em relação à narrativa “dele ter empurrado Shaq para fora da cidade”.

Então, por que Nash ganhou mais um troféu MVP, você pergunta? Bem, por um lado, o Suns perdeu Amare na maior parte da temporada. Você sabe, Amare tinha feito 26/9 no ano anterior. Ah, e o Suns perdeu Quentin Richardson e Joe Johnson, duas peças enormes do quebra-cabeça ofensivo do SSOL. De alguma forma, Nash ainda conseguiu manter o navio funcionando, e Phoenix ganhou 54 jogos, enquanto Nash aumentou suas médias para 19 pontos por jogo e 11 assistências por jogo.

Na minha humilde opinião, Dirk teve uma temporada digna de MVP, assim como Kobe e LeBron. Na realidade, esses caras têm mais uma queixa sobre esta temporada do que qualquer outra pessoa, mas você não os ouve dizer uma palavra sobre isso. É engraçado para mim que Shaq pense que ele deveria ter ganho MVP em um ano, em que ele não estava nem no top 10 de votação.

2006-2007 – Aposentadoria: os anos irrelevantes

Após o título de 2006, a produtividade e o impacto geral de Shaq no jogo começaram a diminuir. Ele não é mais top 5 na disputa pelo MVP em qualquer outro momento de sua carreira e de alguma forma se transforma no The Big Journeyman no final, prometendo títulos em Phoenix, Cleveland e Boston (nenhum desses times ganhou o troféu Larry O'Brien).

Conclusão:

Shaq terminou no top 3 da MVP por 4 vezes, ganhando o troféu uma vez. Fora daqueles anos, ele ficou machucado na maior parte da temporada, ou era um calouro, não bom o suficiente em comparação com outros candidatos, ou depois de seu auge. Nos anos em que ele terminou no top 3, ele fez temporadas memoráveis, mas em cada caso, ele não era o favorito para vencer.

O ano que ele realmente foi o favorito claro (1999-2000), ele ganhou praticamente por unanimidade, apesar de não ter conquistado mais prêmios de MVP, Shaq é certamente um dos pivôs mais dominantes a passar pela NBA.

Boston Celtics e as baixas com lesão

O time do Celtics perderá Daniel Theis pelo resto da temporada, já Marcus Smart tem uma lesão em seu polegar

POR Thiago Colman dia
Boston Celtics e as baixas com lesão
Daniel Theis não joga mais nessa temporada. (Créditos: NBA.com)

Antes que o Boston Celtics realizasse uma breve treino na segunda-feira, o treinador do time, Brad Stevens reuniu sua equipe, pelo menos aqueles que estavam saudáveis ​​o suficiente para estar lá, e lhes deu uma mensagem rápida.

"Isto é o que vocês estão fazendo durante todo o ano", disse ele, "Porque vamos contar com todos vocês".

O Celtics lida com inúmeras lesões e doenças durante toda esta temporada, mas na segunda-feira o time recebeu mais um duro golpe.

O pivô reserva Daniel Theis, que passou de um desconhecido para uma revelação durante sua temporada de calouro, foi diagnosticado com o menisco rasgado. Ele está considerando várias opções de cirurgia e deve perder o resto desta temporada.

Além disso, o ala-armador Marcus Smart torceu o polegar direito ao brigar por uma bola solta no jogo de domingo contra o Pacers.

Ele está passando por exames adicionais, mas é esperado que ele fique fora do time por tempo indeterminado.

Os Celtas já estão sem o ala-armador Jaylen Brown, que sofreu uma concussão feia na vitória sobre o Timberwolves na última quinta-feira. Além disso, o armador Kyrie Irving deixou o jogo de domingo com dores no joelho esquerdo e não treinou nesta segunda-feira, e parece ser cada vez mais provável que ele descanse durante pelo menos alguns dias.

"Eu presumo que vamos andar lentamente", disse Stevens.

O pivô Al Horford ficou em casa na segunda-feira enquanto ele se recupera de uma doença, por isso não está claro quando ele estará disponível para Stevens, não se sabe se ele jogará contra o Washington Wizards na quarta-feira, mas ele ficará de sobreaviso.

A boa notícia para os Celtics é que sua posição na Conferência Leste está quase garantida. Eles estão em segundo lugar, 3 jogos e meio atrás do Toronto Raptors. Suas esperanças já escassas de alcançar Toronto provavelmente acabaram, mas o time continua sete jogos à frente do Pacers, que ocupa o terceiro lugar. Com apenas 15 jogos restando para a temporada regular terminar, é quase certo que existe uma grande lacuna a superar, mesmo com os ferimentos de Boston.

No entanto, esse súbito aumento de problemas é preocupante para uma equipe que parecia encontrar um ritmo após o intervalo do All-Star Weekeng, quando teve de volta vários de seus jogadores, tirando claro Gordon Hayward.

"Estamos equipados e vamos batalhar, em acho que é a maneira certa que você tem que olhar para isso", disse Stevens. "Eu nunca estive em uma temporada que tem sido assim."

Stevens disse que é improvável que o Celtics contratasse um jogador imediatamente, principalmente porque eles não têm mais lugar no time, então eles teriam que rescindir o contrato de alguém. Mas há uma cláusula que poderia permitir que Boston assinasse com um jogador graças a uma exceção de lesão, como no caso de Hayward (Greg Monroe foi contratado assim).

Se três jogadores perderem três jogos seguidos simultaneamente, um funcionário da NBA determina que é provável que esses três jogadores e um quarto jogador tenham chances de perder mais 10 dias, Boston pode adicionar um jogador extra no time. Esta seria uma confluência improvável de eventos, mas dada as recentes baixas no time de Boston, é possível que isso aconteça.

O Celtics já chamaram de volta Guerschon Yabusele, do Maine Red Claws, e o armador Kadeem Allen, eles estiveram com a equipe no fim de semana.

O Celtics pensou que Theis teve uma lesão leve no joelho durante a derrota para o Pacers na noite de domingo, mas depois percebeu que sua perna se curvou para trás.

Theis, que assinou um contrato de dois anos no verão passado depois de jogar profissionalmente na Alemanha, vinha com médias de 5,3 pontos e 4,3 rebotes em 14,9 minutos por jogo. Seu maior valor pode ter sido sua habilidade e versatilidade como defensor.

"Ele joga de maneira muito esforçada, ele é como uma esponja", disse Terry Rozier. "Ele aprendeu tão rapidamente vindo da Europa e depois ter que vir aqui e jogar de maneira diferente. Eu sei que não é a coisa mais fácil de se fazer, mas ele fez o melhor dele."

O Celtics têm alguns reforços, apesar disso. O time gastou a exceção de salário da lesão de Hayward no dia 8 de fevereiro, ao assinar com o agente livre Greg Monroe, e ele deverá ter um papel maior no time graças a ausência de Theis.

Depois de um começo silencioso, Monroe encontrou recentemente um ritmo no ataque. Nos últimos cinco jogos, ele está com médias de 10,4 pontos enquanto acerta 64,7% dos arremessos.

Enquanto Theis é um defensor longo, ágil e versátil, Monroe é mais um pontuador qualificado que joga embaixo do garrafão. Como tal, Stevens reconheceu que o Celtics podem alterar seu estilo de jogo um pouco nas próximas semanas. Mas ele disse que o time ainda tem alguma flexibilidade.

"Uma das razões pelas quais queríamos contratar Greg foi porque você nunca sabe o que pode acontecer com a profundidade do time", disse Stevens. "Mas então haverá momentos em que jogamos small ball com Theis na 5, e ele conseguiu mudar e fazer alguns desses tipos de coisas. Então você pode ver Semi [Ojeleye] um pouco lá também".

O joelho dolorido de Irving, não deve ser um problema de longo prazo. Mas o Celtics está excessivamente cautelosos para os próximos dias.

"Nós dissemos que se precisamos descansar ou o joelho se tornar um problema, então automaticamente tudo pára e vamos continuar a partir daí", disse Stevens. "o que estamos realmente focados agora é em ter certeza de que o joelho dele fique bom para abril. Eu não sei o que isso significa do ponto de vista de jogar esta semana, na próxima semana, ou qualquer uma dessas coisas", finalizou Brad Stevens.

Este é o fim da dinastia do San Antonio Spurs?

San Antonio foi muito elogiado durante a última década por sempre ir ao playoffs, mas, há sinais de alerta indicando que o time possa passar por rebuilding

POR Thiago Colman dia
Este é o fim da dinastia do San Antonio Spurs?
Seria esse o começo da reconstrução do time de San Antonio? (Créditos: AP)

O San Antonio Spurs é o padrão de sucesso na NBA. Nos últimos 20 anos, eles nunca deixaram de ir aos playoffs, foram seis vezes para as finais, ganharam cinco títulos, e nunca tiveram menos de 60% de aproveitamento na temporada regular. A franquia tem sido um modelo de consistência, mesmo que as mudanças para o futuro ocorram durante a temporada, o time tem um histórico de saber movimentar a bola de maneira bonita, de David Robinson a Tim Duncan para Kawhi Leonard.

Mas o time de San Antonio está no meio de sua pior temporada desde 1996-97, quando eles foram mal na temporada regular e selecionaram Duncan no draft de 97. O time têm tido um aproveitamento mediano desde o dia 12 de dezembro (18-19) e eles estão indo ainda mais mal nos últimos 10 jogos, vencendo apenas 2 partidas e perdendo 8, o seu pior aproveitamento em 10 jogos desde a temporada de 1996-97, de acordo com a ESPN.

As coisas não vão ficar mais fáceis daqui pra frente. O Spurs tem a agenda de jogos restantes mais dura da NBA, com duas partidas para jogar contra o Warriors, Thunder, Rockets, Pelicans e Wizards. Eles também tem apenas dois jogos e meio de vantagem para o oitavo lugar, atualmente ocupado pelo Clippers, e para o nono lugar do Denver Nuggets, e 10 jogos de desvantagem para o Utah Jazz, dois dos últimos 18 jogos do time serão contra a equipe de Salt Lake City.

Das 18 equipes com aproveitamento maior que 50%, apenas Bucks (14-24) e Clippers (11-23) têm uma temporada pior que a do Spurs (13-21). O Spurs vence times com aproveitamento menor que 50% por 8,6 pontos em 100 posses, de acordo com dados fornecidos pela NBA.com/stats, mas o time é superado em 1,8 pontos por 100 posses contra times com aproveitamento maior que 50%. Apenas Knicks, Bulls e Clippers tem uma queda mais significativa com base na força do adversário. É um sinal aterrorizante. Parece sacrilégio dizer, mas o Spurs corre perigo real de não ir para os playoffs.

Dito isso, a equipe não é necessariamente ruim. O time tem 37 vitórias e 27 derrotas na temporada regular, e ocupa o quinto lugar na Conferência Oeste, e tem a segunda melhor defesa da liga, o que é notável, ainda mais considerando que o time vem jogando sem Kawhi Leonard, um jogador eleito duas vezes o melhor jogador defensivo do ano. Aqui vai um lembrete, de pouco mais de um ano atrás, para mostrar que Leonard é um dos melhores jogadores da liga:

Com ou sem Kawhi, o Spurs pode jogar bem contra os melhores times da liga. A última vez que Leonard jogou, foi em 13 de Janeiro, nesse dia o Spurs venceu o Nuggets por 32 pontos. E sem ele, no dia 25 de fevereiro, eles venceram o novo Cavs por 16 pontos. Mas apesar do time jogar bem contra times grandes, o elenco atual está enfrentando um futuro mais incerto do que nunca.

Leonard falou com a imprensa na quarta-feira e disse que espera voltar as quadras "em breve". Essa declaração veio depois de semanas de incertezas sobre o jogador; Jalen Rose da ESPN disse que Leonard "quer sair", e Gregg Popovich sugeriu a Leonard que não volte para as quadras nesta temporada.

Mesmo que Leonard volte, não é razoável esperar que ele, depois de meses sem jogar basquete, decida jogos novamente. Leonard não podia jogar jogos back-to-back quando ele voltou no início deste ano, ele nem estava jogando no mesmo nível superstar que ele jogou na temporada anterior.

Leonard sempre pareceu ser o jogador perfeito para substituir Duncan como franchise player do time. Às vezes, ele mesmo é citado como um robô que Popovich programa para jogar a perfeição. Mas as últimas notícias levam a crer que o astro está descontente e quer receber mais da linha Jordan.

As histórias que estamos ouvindo não combinam com a personalidade que construímos dele. Talvez mais importante que isso, seja os primeiros sinais reais que Kawhi pode querer algo diferente do caminho que Duncan tomou em San Antonio. Leonard, se vale de alguma coisa, foi perguntado quarta-feira se ele quer terminar sua carreira com o Spurs. "Sim", ele disse. "com certeza." O rumor que rodeia Leonard estes dias pode não ser nada, mas o fato dele existir é interessante por si só.

Não é como se o Spurs não tivesse passado por isso antes. Duncan esteve "bem perto" de sair de San Antonio em 2000 e se juntar a uma superequipe em Orlando. "Foi um momento que despertou nervosismo. Foi um inferno", disse Popovich em 2010. "Eu nunca deixei de acreditar que ele ia ficar. Eu estava apenas me preparando, por razões de sanidade. Apenas no verão passado, LaMarcus Aldridge pediu para ser trocado, e Popovich teve que ter uma conversa de coração com o seu ala-pivô para poder suavizar as coisas.

Lealdade não existe na NBA, e nós não podemos colocar a culpa nos jogadores, treinadores e nos executivos do timea. Mas ambos Duncan e Aldridge acabaram se reinventando com o time de San Antonio logo depois. A situação incerta de Leonard pode durar até que ele faça o mesmo tipo de compromisso que os dois fizeram.

Mesmo se Kawhi se sentir feliz e assinar um contrato de cinco anos, pelo valor máximo de 219 milhores de dólares, seu histórico de lesões está aumentando de maneira significativa. O problema no quadril de Leonard fez ele perder 18 jogos durante a temporada de 2012-13 e forçou o Spurs a renovar com ele durante a entressafra. Cinco anos depois, ele está de volta e mais problemático do que nunca. A lesão não só manteve o seu candidato potencial a MVP na geladeira, como também alimentou rumores se ele ainda pode jogar basquete de alto nível. Leonard vai ter de provar que pode ser durável novamente.

A franquia também tem grandes decisões a tomar. O Spurs têm um dos times mais velhos da liga, mas a idade não é realmente um problema. Eles foram o elenco mais velho da NBA a ir duas vezes para a final nesta década.

Como Duncan disse depois de vencer as finais após a temporada de 2013-14, "Nada mau para um bando de caras velhos." A diferença agora é que a equipe é velha e vem declinando, além disso o salário dos jogadores vem subindo e o playbook do time desempenha um estilo ofensivo que está se tornando antiquado.

O que faz Popovich especial é a sua capacidade de se adequar a seu elenco para maximizar o rendimento dos jogadores, não forçar os jogadores a jogar muitos minutos também. Mas seus jogadores vem jogando de maneira muito lenta (eles jogam o segundo basquete mais lento dessa temporada, de acordo com NBA.com/stats) e dependem fortemente de jumpers de meia distância (eles tentam arremessar em meia distância mais que todos os times da NBA). A equipe não tem arremessadores de elite ou jogadores que infiltram bem no garrafão. Fazer esse time jogar como o Rockets é o equivalente a tentar fazer Ashton Kutcher ser Steve Jobs.

O Spurs foi um time fora da curva por muito tempo, a franquia tem um elenco de elite desde o começo dos anos 2000 até cerca de meados de 2010. Mas o resto da liga alcançou o basquete deles. Agora parece que o time está declinando.

Claro, o sistema deles pode funcionar na liga de hoje. Não vamos esquecer que o Spurs teve o controle do jogo 1 das finais da Conferência Oeste da última temporada até que Leonard se machucou. Talvez um estilo de ataque com foco em arremessos de média distância possa funcionar com uma defesa construída para parar layups e bolas de 3.

Mas a sua questão de melhorar o time pode ser menos sobre como implantar o esquema em seus jogadores e mais sobre o compromisso financeiro com os jogadores.

O Spurs têm 78.4 milhões de dólares em salários garantidos na próxima temporada, incluindo 22.3 milhões para LaMarcus Aldridge, 12.4 milhões para Patty Mills, e 16 milhões para Pau Gasol. Aldridge acerta quase dois terços de seus tiros de meia distância, mas isso não torna os arremessos dele em uma taxa notavelmente alta (42%, ou o equivalente a 28% das bolas de 3). Após Popovich acertar a situação com Aldridge para ele permanecer no time, o time assinou a renovação de contrato com ele por 72.3 milhões de dólares para os próximos 3 anos em outubro.

O Spurs poderia ter deixado espaço em seu Cap para buscar jogadores na entressafra. Mas eles optaram por renovar com um de seus principais jogadores ao invés de enfrentar as incertezas da agência livre. Aldridge, de 32 anos, tem sido o jogador mais produtivo do Spurs nesta temporada, mas ainda não se pode afirmar que ele é o All-Star certo para jogar com Leonard e fazer o time brigar por títulos.

Os contratos de Gasol e Mills, vão até as temporadas de 2019-20 e 2020-21, os jogadores estarão mais velhos até lá, e pode ser que não contribuam tanto para o time também. Ambos são profissionais sólidos; Mills é um energizador, e Gasol é um estabilizador.

Mas Mills não conseguiu elevar o seu jogo ofensivo, tanto antes como depois de Tony Parker perder os primeiros 19 jogos da temporada por causa de uma cirurgia para reparar uma ruptura do tendão do quadríceps esquerdo. E Gasol ainda faz coisas com Gasol, os 37 anos de idade, mostram visivelmente que ele regrediu ofensivamente. As três renovações vão dificultar a flexibilidade do orçamento de San Antonio neste verão.

Danny Green (10 mi), Rudy Gay (8.8 mi), e Joffrey Lauvergne (1.6 mi) tem a opção de decidir se vão ser agentes livres ou não. Os executivos de San Antonio esperam que eles optem por ser agentes livres. Kyle Anderson, Bryn Forbes, e Davis Bertans serão agentes livres restritos. O contrato de Parker é alto, e ele disse que quer jogar 20 temporadas pelos Spurs, o que significa que a franquia terá de estar disposta a oferecer uma renovação de pelo menos três anos para um jogador de 35 anos de idade, que tem a melhor média na defesa e está arremessando 19.2% das bolas de 3. A menos que o armador veterano esteja disposto a diminuir bem seu salário (ou seja, renovar pelo mínimo), é do interesse de San Antonio renovar o contrato dele?

Se Parker voltar ou não, Dejounte Murray terá de mostrar que ele pode ser um armador titular confiável. Murray, está em sua segunda temporada, ele tem a chance de ser um ótimo defensor e um bom pontuador. Ele ainda tem apenas 21 anos, mas até agora ele tem sido descontroladamente ineficiente no ataque e não confiável na defesa.

Enquanto isso, o armador calouro Derrick White teve alguns grandes jogos na G League, mas tem apenas 16 jogos da NBA. Anderson, Forbes, e Bertans são os melhores jogadores jovens do time de San Antonio.

Mesmo se o time tiver uma temporada ruim, pode ser bom para o Spurs, eles sempre são um dos melhores times a selecionar jogadores no draft, principalmente depois da primeira rodada, mas eles não acertaram um alvo desde que trocaram George Hill por Leonard em 2011.

Enquanto eles construíram uma reputação de encontrar talentos escondidos, eles não encontraram o bastante para ter os próximos Tonys e Manus para serem liderados em torno de um Kawhi saudável. Como resultado, não está claro o que vem a seguir para a franquia.

A aposentadoria de Duncan, junto com o declínio de Parker e Manu Ginobili, forçou San Antonio a voltar-se para a agência livre para adquirir um jogador do calibre de Aldridge pela primeira vez na era Popovich. Se Gay e Lauvergne optarem por continuar, e se o Spurs tiver uma escolha de primeira rodada no draft, o time terá cerca de 12 milhões de dólares em espaço no cap. Com Green sendo um alvo na agência livre e, com vários de seus jogadores reservas também no mercado, seu espaço de cap poderia secar rapidamente.

Houve rumores, principalmente em mídias sociais, sobre se LeBron James consideraria levar seu talento par o Spurs por causa do respeito mútuo entre James e Popovich. Mas rumores indicam que LeBron atualmente tem apenas quatro equipes em sua lista: Cavaliers, Lakers, Rockets, e 76ers.

O mercado de agentes livres irrestritos pode ser mais realistas para o Spurs. Aaron Gordon e Jabari Parker são opções intrigantes; o Spurs poderia fazer isso caber tanto em seu espaço de cap (mesmo se renovar Leonard), se optar por não renovar novamente qualquer contrato pendente de seus agentes livres e se os jogadores com opções decidirem testar o mercado.

Ou talvez o treinador de arremessos Chip Engelland poderia trabalhar sua magia em Marcus Smart ou Julius Randle, ambos terão um valor mais acessível na agência livre. O mercado de agência livre será áspero para jogadores neste verão, assim que uma oportunidade poderia estar lá para que o Spurs escolha um jogador certeiro e misture em seu elenco de uma maneira que os ajuste para ter um sucesso maior na liga.

Os Spurs é construído para escapar do desastre. Popovich tem a admiração de todos na comunidade do basquete. Eles construíram uma cultura em que os jogadores, treinadores e executivos todos se sentem capacitados e respeitados dentro de seus papéis. A equipe ainda é produtiva, apesar de perder seu melhor jogador nessa temporada. Mas nada dura para sempre, e há rachaduras se formando seus pés. As decisões que o Spurs fizer ao longo dos próximos 12 meses irá determinar se eles podem continuar em seu caminho de sucesso, ou se eles vão ter que se reconstruir e ir para o fundo do poço de volta para o topo.

4 jogos para assistir após a trade deadline

Separamos quatro dos melhores jogos para acompanhar após a intensa trade deadline terminar, são jogos que tem tudo para serem excelentes

POR Thiago Colman dia
4 jogos para assistir após a trade deadline
Dwayne Wade e LeBron são rivais novamente. (Créditos: Getty Images)

Outra trade deadline da NBA veio e se foi, mudando mais uma vez a cara da liga.

Graças ao seu desastroso começo em 2018, o Cleveland Cavaliers trocou quase metade do seu plantel em uma tentativa de reinventar o time na segunda metade da temporada. Além disso temos as outras trocas realizadas em toda a liga.

As trocas criaram encontros muito aguardados e estranhos, como episódios entre ex-jogadores de time e 2018 parece não ser uma exceção.

Aqui estão os quatro jogos para aguardar durante o resto da temporada, agora que a trade deadline acabou:

9 de Fevereiro: Detroit Pistons x Los Angeles Clippers

4 jogos para assistir após a trade deadline
Blake Griffin vai se reencontrar contra seu ex-time

Embora não tenham feito nenhuma troca na trade deadline, o Detroit Pistons e o Los Angeles Clippers negociaram o nome mais importante desse período de trocas, quando Blake Griffin foi enviado da ensolarada Califórnia para Motor City. Felizmente, não teremos que aguardar muito tempo para um reencontro, pois Griffin recebe seus ex-companheiros hoje, apenas um dia após a trade deadline.

11 de fevereiro: Boston Celtics x Cleveland Cavaliers

4 jogos para assistir após a trade deadline
Teremos mais um confronto entre LeBron James e Kyrie Irving

O gerente geral do Cavs, Koby Altman fez sua parte, e agora o Cavaliers têm que fazer a parte deles. A transformação do time era para transformar o Cavaliers de volta a ser uma ameaça legítima ao trono dos Warriors. Após o confronto de sexta-feira contra o Atlanta Hawks, um confronto contra o Boston Celtics, líder da Conferência Leste, mostrará o quão bem sucedido o time pode ser.

11 de março: Los Angeles Lakers x Cleveland Cavaliers

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Será que na próxima temporada veremos a dupla Lonzo Ball e LeBron jogando juntos?

Os 15 jogos de Isaiah Thomas com os Cavs não poderiam ter sido piores. Depois de retornar de um longo período de reabilitação para uma lesão no quadril em 2 de janeiro, Cleveland venceu 7 e perdeu 15 jogos com Thomas no time, e o pequeno armador ainda dificultou sua situação no time, quando ele criticou a equipe por desmoronar sob adversidade e, segundo ele, questionou se Kevin Love estava mentindo sobre uma doença em janeiro. Thomas terá outra chance de provar o seu valor para o time de Cleveland, no entanto, quando o Lakers receber Cleveland no Staples Center em março.

27 de março: Miami Heat x Cleveland Cavaliers

4 jogos para assistir após a trade deadline
LeBron James e Dwayne Wade jogarão em lados opostos novamente

Considerando que a trade deadline depende essencialmente do seu desespero para melhorar rapidamente, não seria surpreendente ver o Cavaliers dominar essa lista. Uma das repercussões de seu dia selvagem, no entanto, era que eles tinham que deixar Dwyane Wade ir, embora eles tenham feito um favor ao craque, enviando ele novamente a Miami. Enquanto "James x Wade" não terá o brilho que uma vez teve, sua ida novamente para o time de Miami pode ser o começo de um longo caminho para moldar um eventual duelo nos playoffs contra James.

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