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O Início

O Início da carreira de Black Mamba

Kobe

Natural da Fildadélfia, Pensilvânia, Kobe Bryant nasceu no dia 23 de agosto de 1978. Filho do ex-jogador da NBA Joe Bryant, mais conhecido como “Jellybean”, Kobe mudou-se para a Itália ainda na infância para acompanhar o pai, que agora jogava basquete no velho-continente.

Kobe

De volta aos Estados Unidos já como adolescente, Kobe passou a jogar basquete pelo time do ensino médio do colégio Lower Marion. Na escola, que ficava no subúrbio da Filadélfia, Bryant passou a chamar a atenção da mídia com suas performances espetaculares. Em seu último ano do ensino médio, Kobe foi campeão estadual com Lower Marion e, de quebra, foi eleito o Melhor Jogador de Ensino Médio dos Estados Unidos.

O DRAFT

Kobe

Com sua incrível jornada no basquete do ensino médio, Kobe Bryant chamou a atenção de Universidades como Duke, North Carolina e Michigan, que queriam o jovem jogador em seus programas de basquete. Convicto de que já estava preparado para o basquete profissional, Kobe recusou os convites de recrutamento e declarou-se elegível para o lendário Draft de 1996 da NBA. Em uma classe que contou com nomes como Allen Iverson, Steve Nash, Ray Allen, Peja Stojakovic e Derek Fisher, Kobe foi a 13ª escolha, feita pelo Charlotte Hornets. Procurando atuar por um centro mais competitivo na NBA, Kobe foi imediatamente trocado para o Los Angeles Lakers em troca de Vlade Divac.

Reserva em suas duas primeiras temporadas, em que acumulou médias de 7,6 e 15,4 pontos respectivamente, Kobe teve como maiores marcas ter sido campeão do torneio de enterradas em 1997 e ter participado do All Star Game no ano seguinte.

Já em sua terceira temporada, Kobe era titular absoluto do Lakers e já inspirava algumas comparações, dentre as quais se destaca a que o acompanharia por toda a sua carreira: as similaridades com Michael Jordan.

Michael Jordan: Sua referência

Kobe Bryant

A inspiração de Kobe Bryant em Michael Jordan era nítida. Assistir Kobe Bryant jogar era como ver uma versão mais nova do eterno camisa 23 do Chicago Bulls. Com as inevitáveis comparações, Kobe e Jordan cultivaram uma grande amizade, com Jordan funcionando como uma espécie de “tutor” de Bryant em seu início na liga.

Parceria com Shaq

The real 1,2 punch.

Junto com o jovem Kobe Bryant, um jogador já consolidado na NBA chegou ao Los Angeles Lakers em 1996: Shaquille O’Neal. A parceria, que demorou a engrenar, funcionou sob a tutela de Phil Jackson, multi-campeão com o Chicago Bulls de Jordan e cia. O resultado? Três títulos em sequência: 1999/2000, 2000/2001 e 2001/2002.

A SAÍDA DE SHAQ E O DECLÍNIO DO LAKERS

Kobe Bryant

A parceria com Shaq, que funcionava muito bem dentro da quadra, não tinha a mesma eficiência fora dela. Com personalidades totalmente contrárias, Kobe, que prezava pelos treinos pesados e pelo foco nos jogos, e Shaq, que era uma das figuras mais carismáticas da liga e conhecido por seu excessivo bom humor, não tinham mais clima para permanecer no mesmo time. Com trocas de farpas em declarações públicas, o romptimento veio após a derrota para o Detroit Pistons na Final da NBA de 2004. Shaq trocou o Lakers pelo Miami Heat, enquanto Kobe Bryant permaneceria na franquia para assumir o tão almejado papel de líder.

Os 81 Pontos

e o Black Mamba se torna o Mr. 81.

Se as coisas iam mal para o time, Kobe não podia dizer a mesma coisa de si mesmo. Exibindo talvez o melhor basquete de sua vida, Kobe se consolidava como um dos melhores jogadores da NBA. Pra quem duvidava, sua atuação contra o Toronto Raptors, na temporada 2005/2006, tratou de deixar isso bem claro. Foram impressionantes 81 pontos, maior marca da NBA nos tempos modernos e atrás somente dos 100 pontos de Wil Chamberlain na década de 1960. Ao fim da temporada 2005/2006, Kobe acumulava 35,4 pontos de média, o que lhe renderia o primeiro de seus 2 títulos de cestinha da liga.

DE 8 PARA 24

Kobe Bryant

A temporada de 2006/2007 representava algo novo para a estrela do Lakers. Pelo menos na numeração. Kobe abandonou o 8 que usou em seus primeiros 10 anos da liga para usar o 24. Alguns dizem tratar-se de jogada de marketing, pois a mudança coincidiu com a mudança de seu patrocinador esportivo. Porém, fato é que Kobe já havia usado o número em seus tempos de ensino médio.

O MELHOR JOGADOR DA LIGA E DERROTA PARA O CELTICS

A temporada 2007/2008 foi marcante para Kobe Bryant, para o bem e para o mal. Ao final dela, Kobe era escolhido o MVP da temporada regular. Com seu jogo fluindo e com a chegada de Pau Gasol, o Lakers voltava a uma final da NBA. O adversário era seu maior rival, o Boston Celtics. Liderado pelo “Big Tree” formado por Paul Pierce, Ray Allen e Kevin Garnett, o Celtics não deu chance e venceu a finalíssima da liga por 4 a 2.

A Consagração

O bi campeonato.

Kobe Bryant

Após a frustração nas finais de 2008, Kobe Bryant e os Lakers voltariam a disputar o título nas temporadas seguintes. Na final de 2009, vitória sobre o Orlando Magic de Dwight Howard por 4 a 1. No ano seguinte a revanche contra o Celtics: 4 a 3 para o Lakers e o 5º título para Kobe Bryant. Em ambas as finais Kobe foi eleito MVP.

 

Polêmicas

O preço por ser uma estrela.

Apesar de ser um exemplo como atleta, Kobe nunca foi “santo” fora das quadras. Além da famosa briga com Shaquille O’Neal, Kobe colecionou polêmicas durante a sua carreira.

A ACUSAÇÃO DE ESTUPRO

Kobe Bryant

Em 2003, Kobe foi acusado por uma funcionário de um hotel do Colorado de tê-la forçado a praticar relações sexuais com ele. Kobe confirmou a relação mas negou o estupro. Após a suposta vítima, uma jovem de 19 anos, não prestar depoimentos, o caso foi arquivado e Kobe se viu livre de um problemão com a justiça.

DIVERGÊNCIAS COM COMPANHEIROS DE EQUIPE

Kobe Bryant

Com sua mentalidade extremamente competitiva, Bryant não admitia que seus companheiros de equipe tivessem comportamento diferente do seu. Entre socos em Ty Lue e ofensas a seus companheiros de time, aos quais comparou certa vez a um papel higiênico, a mais famosa polêmica de Kobe pós-Shaq é com Dwight Howard. Uma super-troca levou o então “super-pivô” ao Lakers. Junto com Kobe, Gasol e o recém adquirido Steve Nash, a esperança era de que o Lakers conquistasse mais um título. O resultao, porém, foi catastrófico. Com Howard e Kobe tendo duelo de egos, somando as sucessivas lesões dos principais jogadores da equipe, o Lakers se classificou para os Playoffs de 2013 nos últimos instantes, sendo, porém varrido pelo San Antonio Spurs na primeira rodada. Após o término da temporada, Howard mudou-se para o Houston Rockets, deixando Kobe e cia. a ver navios.

O Fim da Carreira

Das quadras para a eternidade.

Kobe Bryant

Convivendo com as lesões, Kobe viu-se limitado a 41 jogos em 2 temporadas. Com o corpo já cansado, Bryant anunciou, em texto publicado no “The Players Tribune” em Novembro de 2015, que deixaria a NBA ao final da temporada. O anúncio comoveu a liga, e todas as franquias e seus torcedores trataram de homenagear Kobe em sua última passagem por suas arenas.

KOBE FORA DAS QUADRAS

Kobe Bryant

Longe da NBA, Kobe é um amante do futebol e fã de alguns esportistas brasileiros. Crescido na Itália, Kobe viu Oscar Schimidt brilhar e o teve como ídolo em sua passagem pela Europa. No futebol, Kobe cultiva amizade com Ronaldinho Gaúcho e simpatiza com times como o Milan, da Itália, e o Barcelona, da Espanha. No mundo dos negócios, Kobe, por meio de sua empresa, a Kobe Inc., comprou 10% das ações do energético Body Armour, que conta em seu portifólio de publicidade com atletas como James Harden e Klay Thompson. Kobe também arriscou, sem muito sucesso, uma carreira de rapper no início de sua jornada na NBA.

KOBE BRYANT EM NÚMEROS

Fim

20 anos de uma carreira 5 estrelas.